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Adolescente de 14 anos desaparece e envia mensagem suspeita para o pai

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Kamylla Kemylle da Silva, de 14 anos, desapareceu no sábado, 1. A adolescente morava com o pai, Ataide Adriano da Rocha Silva, 28, no bairro Santa Maria, em Santos, no litoral sul de São Paulo. Dois dias depois, ela enviou uma mensagem suspeita para a família.

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O que aconteceu:

  • Ataide cria Kaylla desde quando ela tinha cinco anos. O homem morava no Nordeste e se mudou para o litoral paulista após se separar da mãe da jovem;
  • Em Santos, Ataide começou a se relacionar com uma mulher, com quem teve outro filho. Kamylla morava com o pai, a atual companheira dele e o irmão caçula. No entanto a esposa de Adriano viajou com o menino e ficou apenas com a adolescente em casa;
  • O homem deixou Kamylla na residência e saiu para trabalhar. Quando retornou, a jovem havia desaparecido. Dois dias depois, ela enviou uma mensagem informando que estava bem e encontrava-se em Cubatão, na região metropolitana da Baixada Santista. “Oi, papis (sic), eu estou bem e em Cubatão. Dia 24 eu volto para viajar com você. Te amo! O meu celular estava descarregado. Desculpa por não ter dado notícias”, escreveu. “Pai, se eu não responder é porque a internet está ruim e também estou sem carregador. Vou colocar o meu celular para carregar”, acrescentou;
  • Depois disso, Ataie não conseguiu manter contato com a filha;
  • Por meio de nota enviada à IstoÉ, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o 5° Distrito Policial de Santos investiga o caso para localizar a adolescente.
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Fonte: IstoÉ

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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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