Policiais
Mulher viaja com match do Tinder e é recebida pela namorada dele
O que parecia ser o romance dos sonhos, se transformou em um pesadelo. Homem tinha namorada e filho escondido
Segundo reportagem do NY Post, a jovem conheceu o homem dos sonhos em dezembro de 2022. Ele dizia que se chamava Jason e que tinha 32 anos. “Nunca estive num date de tinder antes, então estava assustada”, conta a garota.
Ela narra que no primeiro encontro eles conversaram sobre o futuro: “Nós concordamos sobre, literalmente, tudo: quando queremos ter filhos, como queremos que nossas vidas sejam, foi tudo perfeito”, lembra Madeleine. “Pareceu bom demais para ser verdade, e é porque era”, completa.
“Foi um romance muito intenso, tudo aconteceu tão rápido. Eu não tinha ideia de que tinha algo errado”, lembra a jovem. O homem dizia à garota que não tinha sorte com mulheres e que agora estava focando na vida profissional.
Após três meses vivendo um conto de fadas, os dois decidiram fazer uma viagem para a Espanha, que acabou mal quando, na volta, Madeleine foi recebida pela namorada de Jason, que estava grávida.
Madeleine Jaye, 22 anosKennedy News/@Mjayeex

Jovem fez viagem dos sonhos com homem que conheceu no TinderKennedy News/@Mjayeex
“Quando nós desembarcamos, essa garota andou até mim e disse ‘Eu sou a namorada dele, vou dar à luz em duas semanas’”, recorda Madeleine. O pai e a mãe da namorada de Jason acompanharam a filha e, no aeroporto, brigavam com ele e gritavam com Madeleine.
“Eu literalmente fiquei em choque. Nunca senti nada assim”, afirmou Madeleine. Segundo ela, a namorada do mentiroso disse que não era a primeira vez que ele enganava mulheres. Ele mentiu sobre a idade, já que na verdade tem 37 anos, e também sobre o próprio nome.
“Ele mentiu sobre o sobrenome. Procurei no Facebook com o sobrenome certo e a conta dele apareceu, com fotos dele e da namorada”, narra Madeleine. Ela ainda descobriu uma filho de Jason que ele não tinha contado para ninguém que existia.
Madeleine postou sobre o que aconteceu na conta dela no TikTok e, desde então, está em contato com a namorada de Jason.
Policiais
Violência em sala de aula é realidade crescente no Brasil, afastando professores
A violência nas escolas brasileiras segue crescendo, principalmente, contra professores. Há alguns dias, um docente de 53 anos foi agredido pelo pai de uma aluna, no Distrito Federal, após chamar a atenção da jovem por estar usando o celular em sala de aula. Casos dessa natureza aumentam cada vez mais, afastando os profissionais para cuidar da saúde mental.
Uma pesquisa do Sindicato Único dos Trabalhadores de Educação de Minas Gerais (SindUte) apontou que 94,3% dos profissionais da educação, destacadamente os professores, em algum momento, já sofreram algum tipo de violência.
Na maioria das vezes, as agressões foram de caráter verbal (86,1%), psicológico (73,2%), físico (55,6%) e discriminatório (42,5%), ocorrendo com relativa frequência, já que 54,1% dos participantes afirmaram que as situações se repetem, ao menos uma vez ao mês. Dessa forma, 33,7% dos entrevistados consideram o local de trabalho pouco seguro e 39,4%, inseguro.
Na ocorrência do Distrito Federal, o pai socou e chutou o professor, caracterizando uma agressão física, sendo contido pela própria filha, que aplicou um golpe de mata-leão para segurá-lo. A agressão foi registrada como lesão corporal, injúria e desacato.
Para a PHD em neurociências, psicanalista, psicopedagoga e professora, Ângela Mathylde Soares, é importante recordar, que desde o início do ano, a legislação proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis em ambiente escolar. As únicas exceções acontecem para fins pedagógicos ou didáticos – com a permissão do professor – ou por questões de acessibilidade e saúde. “O docente só estava agindo conforme a lei”, afirma.
As situações desse tipo mostram como a realidade é crítica e a precarização da função é cada vez maior, uma vez que os profissionais da educação lidam com jornadas extensas, muito trabalho, baixos salários e ainda estão sujeitos a enfrentarem violências diárias.
Um estudo do Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Itaú Social, revelou como a desvalorização dos professores vem dos próprios alunos. O levantamento ocorreu em 21 mil escolas, com mais de 2 milhões de estudantes e apenas 40% deles valorizam o cargo.
Segundo Ângela, o discurso de ódio, facilmente propagado na internet, contribui para ações violentas e o desmerecimento, provocando esgotamento físico e mental, com as síndromes de burnout e pânico, ansiedade e depressão, difíceis de serem contornadas, sem ajuda especializada.
Todas as ocorrências desencadeiam efeitos incapacitantes e acabam se mostrando óbvios no cotidiano, comprometendo a performance em sala. É essencial entender que a saúde mental não deve ser menosprezada e o tratamento precisa começar rapidamente. O acompanhamento evita o agravamento, sendo que, caso contrário, leva à aposentadoria precoce e, até mesmo, ao desejo de autoextermínio.
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Gabrielle Silva Multi Comunicar (32) 99114-5408 |
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