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Polícia confirma que ex-amante de Éverson cometeu extorsão

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Reprodução/Instagram

Fabiana Coelho de Sousa pediu dinheiro ao jogador do Atlético Mineiro, que é casado há 15 anos, para manter sigilo sobre o relacionamento

Os seis leitores da coluna já sabiam, mas na última sexta-feira (7/7), a Polícia Civil de Minas Gerais confirmou que Fabiana Coelho de Sousa confessou que pediu dinheiro ao goleiro Éverson para manter sigilo sobre seu relacionamento extraconjungal. A moça pediu R$ 500 mil – o equivalente a um salário do craque – para ficar em silêncio e não expor a situação entre eles para Rafaela Vieira, esposa do jogador.

Na última quarta-feira (5/7), Fabiana deu uma entrevista coletiva negando a extorsão. Mas, segundo uma fonte exclusiva da coluna, a polícia tem a confissão de Fabiana assinada por ela, inclusive.

Durante os dois anos em que ficaram juntos, Éverson fez alguns depósitos na conta de Fabiana. Mas essas quantias – de menor valor – não caracterizam extorsão. Foram “presentes” dados pelo jogador por livre e espontânea vontade. Na transmissão, ela se defendeu afirmando que é apaixonada pelo rapaz e que a situação se transformou após um pedido de união estável, já que ele fazia promessas de separação de sua atual esposa para ficar com ela.

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A extorsão começou quando Éverson resolveu colocar um ponto final na relação. Aí Fabiana ameaçou contar tudo para Rafaela. Em troca do silêncio, o jogador teria que fazer um depósito de R$ 500 mil na conta dela. Éverson não se intimidou e resolveu ele mesmo contar sobre a traição para Rafaela, embora a ex-amante tenha enviado um vídeo para a esposa do atleta. Ele também procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência contra a amante, na semana passada.

A Polícia então foi até a casa de Fabiana e apreendeu notebooks, o celular dela e o celular do filho, já que ela também usava o aparelho dele para se comunicar com Éverson. Todo o material foi para a perícia.

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Enquanto isso, a relação de Éverson e Rafaela, que já dura mais de 15 anos, vai muito bem, obrigada. Os dois, que têm três filhos, foram vistos jantando juntos na noite da última segunda-feira (3/7).

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Fonte: Metropoles

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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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