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Deputada distrital Paula Belmonte pede punição aos depredadores do 8/1

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Ao CB.Poder de ontem a deputada distrital e presidente da CLDF, Paula Belmonte (Cidadania), comenta que sua saída do partido é certa – (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

A presidente da Comissão de Fiscalização e Controle da CLDF, deputada distrital Paula Blmonte (Cidadania), em entrevista ao CB.Poder, também comentou sobre a importância do Observatório do Cidadão para a transparência pública

Luis Fellype Rodrigues*

O lançamento do Observatório do Cidadão, suas funcionalidades e os próximos passos na política foram temas debatidos com a deputada distrital e presidente da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara Legislativa, Paula Belmonte (Cidadania) no programa CB.Poder — parceria entre Correio e TV Brasília. Aos jornalistas Adriana Bernardes e Arthur de Souza, a distrital comentou, nesta terça-feira (26/12), que o partido está em um momento conturbado, mas que ela está muito tranquila, sua saída é certa e já vinha sendo negociada.

É possível fazer uma avaliação sobre o Observatório do Cidadão e como as pessoas estão acessando?

Está em pleno funcionamento. Na realidade, o uso começou em novembro. Fizemos o lançamento em dezembro, por conta de agenda. A entrega foi feita e realizada pela nossa comissão. O Observatório do Cidadão é tão importante que o presidente, deputado Wellington Luiz (MDB), fez questão que fizéssemos a entrega institucional na Câmara Legislativa. É uma ferramenta que estamos entregando para a sociedade e imprensa. Na página da CLDF, com poucos cliques, é possível acessar o observatório e o usuário é direcionado a uma plataforma de inteligência artificial, onde tem acesso a todo o orçamento local e como é utilizado. O robozinho compila várias informações em apenas um canal.

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Qual balanço a senhora faz das atividades da Câmara Legislativa este ano?

A Câmara Legislativa trabalhou muito. Tivemos a CPI dos atos da manifestação do dia 8 de Janeiro, algo muito triste para a sociedade brasileira. A CPI trará um fortalecimento, pois, cada vez mais, precisamos fortalecer a democracia e a liberdade do cidadão, mesmo sabendo que devemos ter respeito e limites. Sempre fui uma parlamentar que fiz parte da comissão da CPI e sempre tive essa fala. “Queremos chegar nas pessoas que realmente depredaram o patrimônio público. Elas têm que estar na cadeia e serem punidas”. O que não podemos aceitar é a penalização de pessoas que estavam simplesmente se manifestando. Acredito que devemos ter um atendimento diferenciado com essas pessoas. Aqueles que depredaram o patrimônio público e trouxeram prejuízos para a nossa sociedade devem pagar pelas atitudes.

Fala-se muito da necessidade de identificação dos patrocinadores do 8 de janeiro. A senhora considera que a CPI evoluiu ou atingiu algum objetivo nesse sentido?

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Primeiro, precisamos entender o que é financiador. Existiu um acampamento quando o Lula estava preso que durou 378 dias. No local, tinha banheiro químico e quiosque. Isso é um atendimento para aquelas pessoas que defendiam o que elas acreditavam. Eu não estou questionando isso. O que não podemos aceitar é algo que passe disso, por exemplo, pessoas que, por ventura, financiaram uma bomba. Defendo que todos os manifestantes tenham dignidade, banheiro químico e quiosque para alimentação.

O Cidadania está passando por um momento conturbado. Eu mesma estou bem tranquila. Minha saída é certa e já estava sendo negociada havia muito tempo. Para mim, está tudo no caminho planejado. O partido está passando por um momento conturbado desde a Federação. O Cidadania teve uma situação com a Federação, — não só aqui, mas em outros estados —, em que não foi respeitada a vontade do Cidadania. Aqui, por exemplo, nós tínhamos a grande maioria. Recentemente, o partido afastou o próprio presidente Roberto Freire, de uma forma que não ficou a contento das pessoas que são mandatárias. Afastou o vice-presidente Daniel Coelho. Por que o partido está passando por esse momento? Quando ele estava sob direção de Roberto Freire, foi levado para um centro democrático, tanto é que, desde o primeiro turno, o partido apoiou a Simone Tebet. 

A senhora tem planos de disputar o Governo do Distrito Federal em 2026?

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Está muito cedo para pensar nisso. Ainda tenho três anos para mostrar trabalho para a sociedade. Minha intenção é de exercê-lo com excelência. Eu vejo como um caminho natural para todos os parlamentares terem essa candidatura. Se viabilizar, com certeza serei. É importante lembrar que ninguém é candidato de si mesmo. Estamos unindo forças com outras lideranças para uma política diferenciada e mais humana, além de transparência e fiscalização.

*Estagiário sob a supervisão de Malcia Afonso

Veja a entrevista na íntegra

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Agências do trabalhador têm mais de 500 vagas de emprego abertas nesta quarta (10)

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Oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência; salários chegam a R$ 5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (10), 553 vagas para quem busca uma oportunidade de emprego. As chances contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 5 mil. O posto com a remuneração mais alta é o de montador de veículos, no Guará. Com cinco vagas abertas, é exigida experiência na área e ensino fundamental completo.

Em relação à demanda, o posto com o maior número de vagas é o de servente de obras, em São Sebastião, com 80 oportunidades abertas. Não é exigida experiência prévia nem escolaridade. O salário oferecido é de R$ 2.424,40, além de benefícios.

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Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

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Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@se. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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CRÉDITOS:

Foto: Divulgação

Matéria: Carine Aguiar, da Agência Brasília

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