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Doutora Jane exalta síndicos e lidera combate à violência doméstica nos condomínios

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Na noite desta quarta-feira (28), a Câmara Legislativa do Distrito Federal foi palco de uma Sessão Solene histórica, proposta pela deputada Doutora Jane, que homenageou síndicos e síndicas, considerados verdadeiros guardiões da convivência urbana. O evento promoveu o debate sobre o combate à violência doméstica em condomínios.

Mais do que uma solenidade, o evento foi um grito coletivo pela valorização dessas lideranças comunitárias que, além da responsabilidade pela gestão predial, assumem cada vez mais um papel estratégico na prevenção e mediação de conflitos, especialmente os relacionados à violência doméstica. “O síndico hoje é mais do que um gestor: é um elo de confiança, segurança e acolhimento para as famílias. E é preciso deixar claro: nenhuma agressão, seja física ou verbal, pode ser tolerada. Quem agride está sempre errado, pois existem leis e soluções para absolutamente tudo”, destacou, com firmeza, a deputada Doutora Jane.

O encontro reuniu lideranças importantes do setor, como Paulo Melo, presidente do Instituto Nacional de Condomínios e Cidades Inteligentes; Antonio Carlos Saraiva, do Sindicondomínio-DF; a advogada Priscila Pedroso; Emerson Tormann, da Assosíndicos-DF; e a síndica e líder comunitária Elizabethe Velasquez, entre outros nomes que receberam moção de louvor pela atuação exemplar.

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Em um dos momentos mais marcantes, Paulo Melo ressaltou: “Sou síndico e tenho muito orgulho de representar esses heróis urbanos. Que essa noite não seja apenas de homenagem, mas de renovação do compromisso com a paz e o bem-estar em nossos ambientes”. A fala reforçou a importância do olhar atento dos síndicos, não apenas sobre as estruturas físicas dos edifícios, mas, sobretudo, sobre as vidas das pessoas que ali vivem.

A sessão também trouxe à tona a necessidade de conscientização sobre a possibilidade do anonimato nas denúncias, aspecto considerado essencial por Aldo Júnior, da Folha do Síndico: “Em 35 anos de mercado, nunca vimos ações como esta. São fundamentais para que possamos oferecer apoio e segurança a quem precisa”.

“Precisamos ter um olhar super atento nos ambientes e também provocar esse olhar em nossos colaboradores”, destacou Elizabethe Velasquez.

Doutora Jane acredita que o evento amplia a mobilização social e aponta caminhos para políticas públicas eficazes: “Este debate vai muito além dos muros dos condomínios. Ele envolve a construção de ambientes seguros, respeitosos e inclusivos para as mulheres, os idosos, os animais e toda a coletividade. É sobre reforçar a empatia e a responsabilidade social de cada um de nós”.

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Fonte: Ascom  Deputada Dra. Jane

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MAB marcha em Brasília pela valorização dos trabalhadores e pela regulamentação da PNAB

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Ato nacional terá como principal pauta a redução da jornada de trabalho e a implementação da política que defende os direitos das populações atingidas

 

Atingidos de todo o Brasil se somam, no próximo 15 de abril, à Marcha da Classe Trabalhadora, na capital federal. A mobilização nacional tem como objetivo pressionar por avanços em direitos trabalhistas, pela valorização profissional e por melhores condições de vida e, especialmente, pelo fim da escala 6×1.

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O ato é organizado por centrais sindicais, movimentos sociais e entidades representativas de variadas categorias, e já é considerado uma das principais manifestações políticas e sociais do calendário nacional de lutas. Caravanas de diferentes estados participam, a partir das 8h, da Conferência da Classe Trabalhadora, que será seguida da marcha até a Esplanada dos Ministérios e a entrega da agenda da classe trabalhadora ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, documento que reúne as principais demandas da classe trabalhadora.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) participará da marcha com 11 ônibus – que chegarão de todo o Brasil -, levando à Brasília cerca de 400 atingidos do Piauí, São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo. Ivanei Dalla Costa, da coordenação nacional do movimento, afirma: “A luta dos direitos dos trabalhadores é a luta dos direitos dos atingidos. Então é importante que essa unidade seja fortalecida, especialmente nesse momento em que os atingidos reivindicam sua pauta específica ao governo federal”.

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“Seguiremos em luta até que todos nossos direitos sejam conquistados”, afirma Ivanei. Foto: Nane Camargos / ADAI

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Ivanei lembra que a trajetória de resistência dos atingidos sempre contou com a parceria da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e que a pauta defendida pelas centrais sindicais pelo fim da escala 6×1 é uma luta histórica dos trabalhadores, que ganha destaque e precisa ser conquistada neste momento.

O texto-base da Conferência foi debatido pelos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil e reúne propostas alinhadas aos desafios contemporâneos do mundo do trabalho. Entre as pautas defendidas estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a geração de empregos decentes, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva, o combate à precarização e a regulamentação do trabalho por plataformas digitais.

Em luta pela regulamentação da PNAB

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Nos dias seguintes, os atingidos seguem em mobilização na capital federal pressionando pela regulamentação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB). Conquistada pelos atingidos em 2023, a Lei nº 14.755 representa um marco histórico no reconhecimento e na garantia de direitos, e agora o desafio é torná-la realidade na vida dos atingidos.

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“Vamos continuar em Brasília para seguir na articulação e pressão pela regulamentação da PNAB. A lei existe, tem validade, mas para sua implementação é necessário que seja regulamentada. Isso acontece através de um decreto do governo, e por isso estamos pressionando. Já apresentamos nossa proposta de minuta do decreto para vários Ministérios. E estaremos em mobilização e debate com o governo, levando nossa proposta e construindo as melhores saídas possíveis para que a reparação e os direitos dos atingidos sejam garantidos. Este é o momento do governo federal atender nossa reivindicação”, aponta Ivanei.

Os atingidos seguirão na capital federal até o dia 17 de abril, e reforçam o convite aos parceiros e aliados da luta para que se somem neste momento de mobilização pelas pautas das populações atingidas e pela regulamentação da PNAB.

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CRÉDITOS:

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Foto: Nane Camargos / ADAI

Foto: Joyce Silva / MAB

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