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Semana da Mulher da Câmara Legislativa disponibiliza serviços gratuitos à comunidade

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Exames, emissão de documentos e assistência jurídica estarão disponíveis ao público feminino, de 18 a 20 de março

Exames de sangue e do colo do útero completamente gratuitos. A Câmara Legislativa do Distrito Federal, por meio da Procuradoria Especial da Mulher, promove um mutirão de cuidados e serviços para as mulheres durante a “2ª Semana da Mulher: Mais Vozes, Mais Direitos”, que ocorre entre os dias 17 e 20 de março, na Praça do Servidor da Casa. Os serviços gratuitos começam a ser oferecidos no dia 18.

Além dos debates e palestras, diversas instituições atuantes no Distrito Federal vão oferecer atendimentos gratuitos, como o Laboratório Sabin, que disponibiliza para mulheres em situação de vulnerabilidade social vouchers de check-up laboratorial, com hemograma, glicemia, colesterol e outros. Na Carreta do SESC, será possível fazer exames citopatológicos do colo do útero.

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E, para as que quiserem cuidar da autoestima, também terá corte de cabelo, maquiagem, tranças e design de sobrancelha.

Os estandes da Polícia Civil do DF e da Secretaria de Pessoa com Deficiência vão oferecer auxílio para quem precisa emitir carteiras de identidade e documentos de identificação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e da Pessoa com Deficiência (PCD), entre outros.

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A Defensoria Pública do Distrito Federal, a Caesb e as secretarias da Mulher e do Desenvolvimento Social também marcarão presença na 2ª Semana da Mulher, prestando assistência jurídica e informações gerais. Os serviços ficarão disponíveis dos dias 18 a 20, das 09h às 17h, na Praça do Servidor.

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Feirinha

Quinze expositoras também oferecerão produtos – principalmente artesanais – em uma feirinha que será montada no local.

A Semana da Mulher é uma iniciativa da Procuradoria Especial da Mulher, estrutura da Câmara Legislativa aberta à comunidade. Neste ano, toma posse como Procuradora a deputada Paula Belmonte (Cidadania), na segunda-feira (17), às 17h.

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Fonte: Ascom Dep. Paula Belmonte

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Lula eleva combate ao crime organizado a ação de Estado e articula atuação integrada entre Poderes

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A proposta prevê que órgãos como Polícia Federal e Receita Federal sigam atuando na persecução penal e fiscal, mas em sintonia institucional com o Ministério Público e o Judiciário – Foto:

JUSTIÇA E SEGURANÇA

Decisão anunciada pelo ministro da Justiça prevê atuação coordenada de órgãos do Executivo, Ministério Público e Judiciário para ampliar a efetividade no enfrentamento às organizações criminosas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu elevar o combate ao crime organizado ao status de ação de Estado, em uma estratégia que envolve a atuação integrada e permanente de órgãos do Executivo, do Ministério Público e do Poder Judiciário. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira, 15 de janeiro, pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima, após reunião convocada pelo presidente no Palácio do Planalto.
O encontro reuniu ministros de Estado, autoridades do sistema de Justiça e dirigentes de órgãos estratégicos, como a Polícia Federal, a Receita Federal, o Banco Central e o Ministério Público. Segundo o ministro, a medida reflete a gravidade do avanço do crime organizado no país e a necessidade de uma resposta à altura, com coordenação institucional e respeito às atribuições constitucionais de cada órgão.
“Hou­ve uma decisão do presidente da República, compartilhada por todos os atores presentes, de elevar ao status de ação do Estado o combate ao crime organizado”, afirmou Wellington César Lima.
ATUAÇÃO COORDENADA E PERMANENTE – De acordo com o ministro, a nova diretriz reconhece que ações isoladas de governo, ainda que eficientes, não são suficientes para enfrentar organizações criminosas que atuam de forma estruturada, transnacional e com forte poder econômico.
A proposta prevê que órgãos como Polícia Federal e Receita Federal sigam atuando na persecução penal e fiscal, mas em sintonia institucional com o Ministério Público e o Judiciário, de modo a garantir maior efetividade às investigações, denúncias e decisões judiciais. “Para que essas iniciativas alcancem um determinado grau de eficácia, precisam da colaboração desses órgãos de Estado”, destacou o ministro.
INTEGRAÇÃO E RESPEITO – A articulação envolve também os conselhos nacionais do Ministério Público e da Justiça. Segundo Wellington César Lima, houve manifestação de apoio do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Alexandre de Moraes, no sentido de viabilizar um espaço institucional de cooperação permanente.
A coordenação, ressaltou o ministro, será feita com absoluto respeito às autonomias e aos limites constitucionais de cada Poder, reforçando a institucionalidade democrática no enfrentamento ao crime organizado.
INTEGRAÇÃO E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL – O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, reforçou que a integração já tem produzido resultados concretos e será aprofundada com a nova diretriz presidencial. Ele destacou a cooperação com órgãos como Banco Central, Receita Federal e Controladoria-Geral da União, além da atuação internacional da PF.
Como exemplo, citou uma operação recente que resultou na apreensão de quase 10 toneladas de drogas na Espanha, a maior da história daquele país, a partir de investigações conduzidas no Brasil em parceria com autoridades estrangeiras.
DESCAPITALIZAÇÃO – Outro eixo central da estratégia é o enfrentamento do poder econômico das organizações criminosas. Segundo Andrei Rodrigues, a Polícia Federal tem priorizado ações de inteligência e planejamento para atingir o chamado “andar de cima” do crime organizado. “Enfrentar o poder econômico do crime organizado é essencial para que a gente tenha resultados efetivos e perenes”, afirmou.
PRÓXIMOS PASSOS – O ministro da Justiça informou que novas medidas e ações estruturantes serão detalhadas em reuniões posteriores, incluindo a organização da equipe do ministério e o aprofundamento da cooperação federativa com estados e governadores.
Segundo ele, a decisão do presidente Lula representa um marco na resposta do Estado brasileiro ao crime organizado, ao reconhecer que o tamanho do desafio exige uma atuação integrada, contínua e acima de governos. “Há uma constatação de que o tamanho do problema justifica e merece uma conjugação de esforços dessa escala”, concluiu.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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