Saúde
Tratamento estético sem agulhas e sem dor chega a Brasília
Foto: Reprodução
O procedimento lança mão da inovadora tecnologia Hifes, com uma combinação poderosa de tratamentos
A indústria estética avança cada vez mais, principalmente em relação a tratamentos não invasivos. A novidade agora é o EMFACE, desenvolvido pela BTL Aesthetics. A Inti Estética e Bem-Estar será a primeira empresa do Distrito Federal a oferecer o protocolo, que acaba de ser lançado em grande evento realizado no Palácio Tangará, em São Paulo. Priscilla Baracat, à frente da clínica, que compareceu ao lançamento com a dermatologista Rafaela D’ Albuquerque, adianta que as consultas já estão sendo marcadas e os atendimentos acontecerão a partir de agosto.
O procedimento lança mão da inovadora tecnologia Hifes, com uma combinação poderosa de tratamentos. Da parte eletromagnética, trabalha a musculatura facial, reposicionando-a através de contrações. Além disso emite, simultaneamente, ondas de radiofrequência chegando às camadas mais profundas da pele para potencializar e estimular a produção de colágeno, melhorando a firmeza e textura da pele em até 30%, suavizando o aspecto de linhas finas e rugas em até 37% e oferecendo lifting em cerca de 23%.
A Hifes chega até o rosto do paciente através de adesivos descartáveis conectados ao aparelho. Normalmente, o tratamento (que pode ser feito até duas vezes por ano) consta de quatro a seis sessões, feitas uma vez por semana. O melhor resultado aparece em três meses, mas já é perceptível ao final da última sessão. Em 20 minutos, são realizados 125 ciclos com padrões de repetições específicos para estimular o terço superior e terço médio.
Mais confortável que outros tratamentos voltados para o tratamento facial, o EMFACE ainda se sobressai por ser, realmente, indolor, tornando-se uma alternativa a pessoas com fobia de agulhas ou sem resposta à neurotoxina. A partir de consulta com especialista e avaliações caso a caso, normalmente, o tratamento e oferecido a pacientes acima de 40 anos. O estímulo da tão desejada produção de colágeno, proteína responsável pela firmeza e elasticidade cutânea é diferenciada no EEMFACE, mas não apenas isso. Combinado aos estímulos musculares, o ganho em relação à sustentação das estruturas faciais coloca o equipamento um passo à frente.
“Como se sabe, a perda do colágeno se acentua com o passar dos anos, o que é normal. A perda de definição das linhas do rosto, de volume e instalação da flacidez também causa muitas queixas. A boa notícia é que a ciência e tecnologia são grandes aliadas para o envelhecimento saudável ou mesmo retardar as ações do tempo. Manter a pele jovem por mais tempo e até amenizar quadros onde o envelhecimento já é perceptível é possível a um custo-benefício muito interessante. São tratamentos que trabalham o viço e desenho da face de maneira muito satisfatória e harmônica e que atuam nas estruturas importantes no suporte dos tecidos moles faciais, com resultados muito naturais”, assegura Priscilla.
A Inti Estética e Bem-Estar foi a primeira clínica de Brasília a trabalhar com as tecnologias da norte-americana BTL Aesthetics, reconhecida em todo mundo todo e utilizadas pelos clientes mais exigentes. Com três unidades em Brasília, a rede possui todas as tecnologias BTL: EMSCULPT clássico e NEO, EMSELLA, EMTONE, Wanquish, X-Wave, Exilis Ultra 360, e, em breve, o EMFACE.
Sobre a Inti Estética e Bem-Estar
Para além da clínica estética, a Inti conta com uma série de especialidades médicas e terapêuticas, visando a maior abrangência para quem busca saúde, qualidade de vida, beleza, bem-estar e autoestima. Entre elas estão a nutrologia, nutrição (Esportiva, Obesidade e Emagrecimento), dermatologia, endocrinologia, ginecologia, clínica e estética e cirurgia plástica. “Procuramos nos cercar dos melhores profissionais, caso do cirurgião plástico Alberto Benedik, que é nosso parceiro e responsável técnico há 12 anos”, afirma Priscila, que comanda a marca ao lado de Roberta Baracat e Luciana Caied.
Inaugurada em 2009, a Inti oferece desde os tratamentos mais clássicos como a massagem relaxante e modeladora, drenagem linfática manual e limpeza de pele (opção de peeling de cristal e diamante), até os mais avançados feitos a partir de aparelhos como Ultaformer Ultraformer MPT, Emsculpt Neo, Emtone, Coolsculpting, Fotona, Exillis Ultra 360, Morpheus, Body Tite, Acu Tite, TruSculpt ID, Ultraformer III. Os protocolos são diversos, e indicados a partir da avaliação em que são traçados os objetivos: combate à celulite, flacidez de pele ou muscular, redução de papada ou de gordura localizada, rejuvenescimento, depilação a laser com equipamento de última geração, muito eficaz e praticamente indolor.
Em relação aos tratamentos faciais, a Inti oferece opções cada vez menos invasivas e com ótimos resultados, caso da toxina botulínica, preenchimentos, Sculptra, Radiesse, Plasma, laseres para rejuvenescimento, remoção de manchas, olheiras, cicatrizes. O segmento Inti Íntima, com terapias voltadas para a região genital, com ganhos tanto estéticos como funcionais, é um dos destaques, seja pela procura em ascensão, seja pelos avanços na área. Destaque, ainda, para a parte de soroterapia da beleza como incremento dos resultados estéticos e funcionais e melhoria da saúde e bem-estar, depilação a laser e remoção de tatuagem. Dentre as novidades, os tratamentos capilares para facilitar o crescimento, diminuir a queda, dar volume e revitalizar os fios.
Serviço:
Inti Estética
Lago Sul: SHIS QI 11 bloco o, salas 113-119 – Deck Brasil.
SIG: Q.08 Lote 2265/ 2275 Loja 01 Zona Industrial
Sudoeste: SQSW 102, bloco A loja 80
Noroeste: CLNW 10/11 Bloco D lojas 09 e 10
Contatos: (61) 994271109 | @intiesteticabemestar
Fonte: Jornal de Brasilia
Saúde
Mulheres que constroem: maternidade, desafios e superação na construção civil
Mesmo diante de um setor historicamente masculino, mulheres seguem conquistando espaço na construção civil e transformando realidades dentro e fora dos canteiros de obras. Entre elas, mães que conciliam jornadas intensas de trabalho com os cuidados da família, enfrentando diariamente desafios que vão além da profissão.
A presença feminina na construção civil tem crescido de forma consistente nos últimos anos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, entre 2007 e 2018, houve um aumento de 120% da participação das mulheres no setor. Hoje, elas ocupam funções que vão desde atividades operacionais até cargos técnicos e estratégicos, mostrando competência, resiliência e capacidade de adaptação.
Mas, por trás dos capacetes, projetos e rotinas aceleradas, existem histórias marcadas por dedicação, cuidado e superação. Para muitas trabalhadoras, ser mãe e atuar na construção civil significa viver uma rotina de equilíbrio constante. Entre prazos, responsabilidades profissionais e a criação dos filhos, essas mulheres aprendem diariamente a administrar o tempo, lidar com a culpa da ausência e encontrar forças para continuar.
Mãe de dois filhos, Denise Duarte, engenheira de Segurança do Trabalho da Soltec Engenharia, afirma que a maternidade transformou completamente sua vida e sua forma de trabalhar. “A maternidade faz a vida da mulher dar uma volta de 360º e, independentemente da área de atuação, a rotina e a carreira profissional são afetadas. Mas, para mim, não tive impacto negativo”, relata.
Ela lembra que trabalhou até a última semana de gestação e que, na época, costumavam brincar que os filhos “iriam nascer no canteiro de obras”. Segundo Denise, os desafios da maternidade trouxeram aprendizados importantes para sua carreira. “Aprendi a delegar melhor e a confiar mais na minha equipe, garantindo que os processos continuassem funcionando com excelência, mesmo quando eu precisava me ausentar por questões familiares. A maternidade me fez uma profissional mais focada no essencial”, destaca.
A rotina intensa também faz parte da vida de Veronica Barbosa de Souza, mãe de três filhos e servente/rejuntadeira na Base Incorporações há quatro anos. Provedora do lar, ela define sua trajetória como uma história diária de superação. “Minha rotina exige madrugadas, planejamento rigoroso, rede de apoio para cuidar das crianças e muita resiliência para conciliar o desgaste físico da obra com a atenção e os cuidados que meus filhos precisam”, conta.
Mesmo diante das dificuldades, Veronica afirma encontrar motivação na própria família. “Minha maior força vem primeiramente de Deus e depois dos meus filhos. Tento dar o meu melhor. Tudo o que faço é por eles”, afirma.
Ela conta que sente orgulho ao perceber que seu trabalho ajuda a transformar sonhos em realidade. “É gratificante saber que meu trabalho ajuda a realizar sonhos. Existe uma grande satisfação em entregar um empreendimento com qualidade e ver que, no final, deu tudo certo e que você contribuiu para aquela realização”, diz. “Tenho muito orgulho de saber que fiz parte e ajudei na conclusão de uma obra”, completa.
Mesmo após anos de experiência, Veronica segue sonhando mais alto. Entre os objetivos profissionais está a vontade de aprender novas funções e conquistar novos espaços dentro da construção civil. Já no campo pessoal, o maior desejo é conquistar a casa própria. “Meu maior sonho é ter minha casa, porque hoje moro de aluguel”, revela.
Além de Veronica, outras mulheres também carregam histórias de dedicação e resistência dentro dos canteiros de obras. Rita Vicente, rejuntadeira da Construtora Vega, de 56 anos, atua na construção civil há cerca de 30 anos e encontrou no setor uma oportunidade de valorização profissional. “Eu escolhi a construção por ser um setor que valoriza o nosso trabalho. A gente que trabalha direitinho podia até ganhar uma gratificação para fidelizar”, comenta.
Mãe de nove filhos, Rita relembra os desafios de conciliar a maternidade com a rotina intensa de trabalho. “Cuidar dos filhos foi corrido. Sem uma rede de apoio, eu pagava para cuidarem dos meus filhos, mas não cuidavam direito, então tive que recorrer à creche”, conta. Mesmo diante das dificuldades, ela se orgulha da trajetória construída ao longo dos anos na construção civil. “Eu formei meus filhos com meu trabalho dentro da construção”, afirma.
Já a copeira de obras Telma Pereira Silva, de 45 anos, conta que pensou em desistir no início da experiência na construção civil. “Era um ambiente com muitos homens e eu nunca tinha trabalhado em obra antes. Mas não desisti e foi, sem dúvida, a minha melhor escolha. Lugar de mulher é onde ela quiser. Sou muito respeitada nas obras”, afirma.
Além da maternidade e da rotina intensa, os desafios enfrentados por essas mulheres incluem a necessidade constante de provar sua capacidade profissional em um ambiente predominantemente masculino. Ainda assim, histórias de acolhimento, respeito e crescimento vêm fortalecendo a presença feminina no setor.
Apoio e acolhimento fortalecem a trajetória das trabalhadoras
Por trás da força dessas trabalhadoras, existe também uma rede de apoio fundamental. Família, colegas de trabalho, lideranças compreensivas e profissionais de apoio fazem diferença na rotina de mães que precisam conciliar múltiplas responsabilidades. Um ambiente de trabalho mais humano, acolhedor e atento às necessidades femininas impacta diretamente a qualidade de vida, o bem-estar emocional e a permanência dessas mulheres no setor.
Nesse contexto, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) desempenha um papel importante no acolhimento e cuidado das trabalhadoras da construção civil. A instituição oferece suporte voltado à saúde física, emocional e social das mulheres, especialmente das mães que enfrentam rotinas intensas.
Por meio de parcerias com empresas do setor, as trabalhadoras têm acesso gratuito a atendimentos médicos, odontológicos e acompanhamento psicossocial, fortalecendo o cuidado integral e incentivando o autocuidado.
Segundo Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF, o acolhimento vai além da assistência básica. “O acolhimento emocional e social é especialmente relevante para mulheres que acumulam múltiplas responsabilidades, contribuindo para um melhor equilíbrio entre vida profissional e familiar”, explica.
Rita também destaca a importância do atendimento oferecido pelo Seconci-DF em sua vida e na de sua família. “Eu acho muito bom, pois, às vezes, a gente não pode pagar por exames. Já utilizei vários serviços, como dentista e outros atendimentos médicos”.
Para Verônica, esse suporte faz diferença na vida dos profissionais da área. “Eu acredito que o Seconci faz a diferença para os trabalhadores da construção civil”, afirma.
As ações desenvolvidas pelo Seconci-DF reforçam a importância de construir ambientes mais inclusivos, saudáveis e respeitosos para as mulheres que ajudam, diariamente, a erguer não apenas prédios e estruturas, mas também suas próprias histórias de superação.
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