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5ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília ganha um brilho a mais, e muito especial: vêm aí os lendários Paralamas do Sucesso.

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Divulgada a atração surpresa do rock, com banda de DNA da capital. Segunda semana desta quinta edição da Feira terá os portões abertos já a partir da quarta-feira (6 de agosto)

A 5ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília ganha um brilho a mais, e muito especial: vêm aí os lendários Paralamas do Sucesso. A banda subirá ao palco na quinta-feira (7 de agosto), como representante do rock que chega para ampliar ainda mais o leque de atrações do evento.

A feira será realizada no no Parque de Exposições de Planaltina-DF, tem início já nesta sexta-feira e vai até domingo (1 a 12/8). Além dos Paralamas do Sucesso, a segunda semana da Feira chega com outra novidade, que é o funcionamento já na quarta-feira, dia 6 de agosto. O encerramento do evento será no domingo (10/8).

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A realização é da Associação Cresce-DF, com apoio da Emater-DF, Associação Brasileira de Sommeliers do Distrito Federal e Governo do Distrito Federal, por meio da Administração Regional de Planaltina. A entrada do público ocorre mediante a doação de um quilo de alimento não perecível.

Formado por Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria), o trio tem a capital federal em seu DNA. Foi em Brasília que, ainda na infância, o vocalista e o baixista se conheceram. Por isso o grupo é considerado parte da geração de grandes bandas de Brasília que integraram o cenário roqueiro do Brasil na década de 1980.

Ao longo desses mais de 40 anos de existência, a é incontável a quantidade de grandes álbuns e sucessos dos Paralamas. Em 2001, após um grave acidente aéreo, o vocalista Herbert Vianna perdeu a esposa. Mas, felizmente, depois de uma impressionante recuperação, pôde se manter firme à frente do grupo, mesmo sem o movimento das pernas.

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Outras atrações
A diversidade de estilos em seu palco principal, a Arena Uva Music, marca as atrações da Feira da Uva. A abertura, já nesta sexta (1/8) será embalada pelo cantor romântico Eduardo Costa, com sua força e irreverência. No sábado, é a vez da música com tempero baiano de Claudia Leitte. O primeiro fim de semana se encerra com o animado forró do cantor Zezo Potiguar.

Após a pausa na segunda e na terça, a Feira reabre seus portões na quarta, a partir das 16h. Na quinta, o rock dos Paralamas toma conta do pedaço. Sexta (8), o samba da nova geração do cantor Dilsinho invade a Arena. No sábado, a galera não perde por esperar, pois é dia do gigante Léo Santana quebrar a cintura e soltar a voz com seu som contagiante. O encerramento da Feira ocorre em grande estilo, no domingo (10), com mais irreverência, no show do histórico cantor Leonardo, com todo o seu romantismo e presença.

Todos os dias contam com um cardápio extenso e variado de talentos locais, tanto na Arena Uva Music quanto no Palco Gastronomia e no Palco Costelão.

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Segurança
Como ocorrido nas edições anteriores, a paz e a segurança figuram como prioridade da organização da 5ª Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília. Além do forte esquema de segurança montado, em parceria e com o apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, presentes tanto no local quanto nas proximidades, fique de olho nas regras ao final da matéria. O trânsito também será alvo de atenção especial, para garantir a ordem nas duas entradas, vias e acessos do Parque de Exposições de Planaltina.

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A organização conta com esquema próprio de segurança, com pessoal equipado e contingente reforçado. Haverá revistas pessoais nas entradas, inclusive com detector de metais, para que as famílias possam se divertir e curtir as atrações da festa em total tranquilidade.

SERVIÇO
5ª FEIRA NACIONAL DA UVA E DO VINHO DE BRASÍLIA
Data: 1 a 3 (primeira semana); e 6 a 10 (segunda semana) de agosto de 2025;
Horários: a partir das 16h durante os dias de semana (1, 6, 7 e 8); a partir das 10h aos finais de semana (2, 3, 9 e 10);
Local: Parque de Exposições de Planaltina (início da Avenida Independência);
Classificação: Livre (menores deverão estar acompanhados de um responsável);
Entrada: 1kg de alimento não perecível.

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PROGRAMAÇÃO PRINCIPAL
Primeira semana (agosto)
– Dia 01 – Eduardo Costa
– Dia 02 – Cláudia Leitte
– Dia 03 – Zezo Potiguar

Segunda semana (agosto)
– Dia 07 – Os Paralamas do Sucesso
– Dia 08 – Dilsinho
– Dia 09 – Leo Santana
– Dia 10 – Leonardo

PROIBIDA A ENTRADA COM:
– Armas de fogo ou armas brancas (facas, canivetes, soco inglês etc.);
– Substâncias ilícitas e entorpecentes;
– Bebidas alcoólicas, caixas térmicas ou cooler (bebidas e alimentos serão vendidos no local);
– Garrafas de vidro, latas ou qualquer tipo de recipiente rígido;
– Objetos pontiagudos ou cortantes (tesouras, estiletes, guarda-chuvas pontiagudos etc.;
– Fogos de artifício ou explosivos.

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Fonte: GMPS

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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)

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A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.

 

Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

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Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.

 

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No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).

 

No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).

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Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.

 

As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.

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Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.

 

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A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .

 

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.apiboficial.org/apoie/ . As doações podem ser feitas por cartão de crédito ou boleto bancário. Também é possível doar via Pix pelo e-mail apoinmebra @ gmail.com (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – Banco Bradesco).

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Sobre o ATL

 

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Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.

 

No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

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Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”

 

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Sobre a APIB

 

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.

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