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Festival ArtesanArte: evento gratuito celebra a economia criativa e a cultura local de Planaltina

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De 05 a 07 de julho, a iniciativa valoriza o trabalho dos artesãos locais. Além da feira com produtos à venda, shows ao vivo de artistas locais completam a programação

De 05 a 07 de julho, Planaltina se transformará em um espaço dedicado à expressão artística e cultural. Durante três dias, os visitantes poderão explorar uma feira de artesanato diversificada, repleta de produtos únicos que refletem o talento e a dedicação dos artesãos da região, além de shows ao vivo. A iniciativa 100% gratuita é uma realização do Instituto Cerrado Livre com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.

“O Festival ArtesanArte não apenas celebra a arte e a cultura, mas também apoia ativamente os talentos locais e fortalece a economia criativa da região. Com entrada gratuita, é um evento para toda a família desfrutar, promovendo momentos inesquecíveis de encontro com a arte e a diversidade cultural de Planaltina”, explica André Rangel, presidente do Cerrado Livre.

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Programação completa

Entre os destaques do festival, que acontece de 10h às 18h, estão a variedade de peças artesanais disponíveis, que vão desde bijuterias e cerâmicas até tecidos, esculturas e pinturas. Cada item conta uma história própria, proporcionando aos visitantes uma experiência enriquecedora e autêntica.

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Além da feira de artesanato, o festival também oferece shows gratuitos com DJs e artistas locais. Dhi Ribeiro se apresenta no dia 05 de julho às 17h, seguido por Willian & Marlon no dia 06 de julho, também às 17h, e Rainner encerrando a programação no dia 07 de julho, no mesmo horário.

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Os visitantes são incentivados a trazer sua própria eco-bag para levar os produtos artesanais adquiridos, contribuindo para práticas sustentáveis. “Haverá também uma área de alimentação com diversas opções de food trucks, garantindo uma experiência completa para toda a família”, conclui Rangel.

Serviço:

Festival ArtesanArte

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Data: 05 a 07 de julho

Horário: 10h às 18h

Local: Avenida Jair Santos – em frente ao restaurante comunitário de Planaltina-DF

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Mais informações e retirada de ingressos: Sympla

Entrada gratuita

 

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(Crédito: Freepik)

 

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IA reforça estereótipos de gênero entre jovens: meninas aparecem como frágeis em 56% dos casos e mais ligadas às ciências sociais

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O algoritmo recomenda às mulheres jovens buscar aprovação externa para “sentirem-se validadas” seis vezes mais do que aos homens.

A Inteligência Artificial deixou de ser uma ferramenta pontual para se tornar um interlocutor central na formação da identidade e das ambições da juventude. O relatório “Miragem da IA, um reflexo incômodo com alto impacto nos jovens”, elaborado pela LLYC no âmbito do 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, revela que, longe de ser neutra, essa tecnologia valida estereótipos do passado e amplifica preconceitos históricos.

Os dados do estudo mostram que a IA não responde da mesma forma a meninos e meninas. Em 56% dos casos, as respostas rotulam as jovens como “frágeis”, colocando-as em uma posição de vulnerabilidade. Além disso, a inteligência artificial recomenda que as mulheres busquem validação externa seis vezes mais do que os homens e redireciona 75% de suas vocações para as áreas da saúde e das ciências sociais.

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“Não é a IA que está enviesada, mas a realidade. O relatório confirma que a inteligência artificial não corrige os déficits que temos. Ela reflete e amplifica uma superproteção às mulheres, a ponto de reduzir sua autonomia, perpetua os tetos de vidro e reforça a pressão estética. Em suma, não questiona os papéis tradicionais, mas os legitima. A verdade é que, se a realidade não mudar, não podemos esperar que a IA mude suas respostas”, afirma Luisa García, sócia e CEO Global de Corporate Affairs na LLYC e coordenadora do estudo.

O estudo, realizado em 12 países ao longo de 2025, analisou o impacto da inteligência artificial sobre jovens de 16 a 25 anos por meio da análise massiva de 9.600 recomendações e do exame de cinco grandes modelos de IA (entre eles, ChatGPT, Gemini e Grok).

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Seu futuro nas mãos de um chatbot: o fim do conselho neutro
A dependência dos jovens em relação aos modelos de linguagem (LLMs) atingiu um ponto de inflexão: 31% dos adolescentes afirmam que conversar com um chatbot é tão ou mais satisfatório do que conversar com um amigo real, segundo relatório do Plan International. Esse deslocamento relacional confere à máquina um papel de conselheira cuja orientação não é neutra, mas formativa. O relatório da LLYC apresenta, nesse sentido, números preocupantes:

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  • A “amiga tóxica” digital: nas interações com mulheres, uma em cada três respostas da IA adota um tom de “amizade”, padrão 13% mais frequente do que nas interações com homens.
  • Validação versus ação: a IA se personifica 2,5 vezes mais nas interações com mulheres, utilizando expressões como “eu te entendo” e priorizando a empatia artificial em vez de soluções técnicas. Já com os homens, a linguagem é mais direta, marcada por verbos no imperativo (“faça”, “diga”, “vá”), reforçando a ideia do homem como sujeito de ação.

O “teto de vidro programado”: segregação desde o algoritmo
A IA orienta vocações. O algoritmo redireciona mulheres até três vezes mais para áreas como ciências sociais e saúde, enquanto incentiva nos homens trajetórias ligadas à liderança e à engenharia.

  • Sucesso sob suspeita: a IA considera “impressionante” que uma mulher ganhe mais do que um homem — reação que não ocorre no sentido inverso. Em nove de cada dez consultas nas quais elas aparecem em minoria profissional, a IA constrói cenários laborais hostis.
  • Duplo critério emocional: diante de conflitos, a IA “politiza” o mal-estar feminino ao vinculá-lo ao sistema ou ao patriarcado em 33% dos casos, enquanto despolitiza o mal-estar masculino, associando-o ao autocontrole ou à patologização individual.
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O olhar enviesado do algoritmo: quando a repetição define o “normal”
Uma das conclusões mais alarmantes do relatório é a forma como a IA treina jovens a aceitar a desigualdade como uma norma geracional. Esse “olhar enviesado” se manifesta na construção da identidade e da percepção do corpo:

  • A armadilha da estética: diante de inseguranças, a IA oferece conselhos de moda 48% mais às mulheres do que aos homens. Em modelos de código aberto como o LLaMA, as menções à aparência feminina são 40% superiores.
  • Corpos úteis vs. corpos únicos: enquanto associa os homens à “força e funcionalidade”, vincula o bem-estar feminino à “autenticidade” e a “sentir-se única”. De fato, recomenda aos homens ir à academia até duas vezes mais do que às mulheres para superar rompimentos emocionais.

Programando a família do século passado
Mesmo na esfera privada, a IA legitima papéis tradicionais. O afeto aparece como atributo materno em proporção três vezes superior ao paterno. O pai é deslocado para um papel de “ajudante” em 21% das respostas, em vez de ser reconhecido como corresponsável. Essa lógica desemboca na chamada “sobrecarga da heroína”, narrativa na qual a mulher não apenas cuida, mas, como em tantas outras esferas, deve fazê-lo com excelência moral permanente.

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