Social
Quando a bola rola, a violência aumenta: campanha alerta para agressões contra mulheres em dias de jogo de futebol.
Iniciativa da Estácio busca incentivar a população a não se calar na luta contra a violência contra a mulher
Março é considerado o Mês Internacional das Mulheres, e a sociedade brasileira entende que ainda há muito pelo que lutar em busca de respeito e igualdade de gênero, eliminando de vez a violência contra as pessoas do sexo feminino. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 2022, em dia de jogo de futebol masculino, a violência contra a mulher aumenta em mais de 23% nas grandes capitais do Brasil. Atenta a essa triste realidade, a Estácio, em parceria com a Artplan e o Instituto Yduqs, entra em campo com a campanha Não fique calado! Como parte do movimento, a Estácio lança um site que reúne diversas ferramentas de conscientização e apoio às vítimas de violência.
A plataforma também amplifica iniciativas já existentes da instituição, como os Núcleos de Práticas Jurídicas (NPJ), que oferecem orientação jurídica gratuita à comunidade, e os Serviços-Escola de Psicologia, onde alunos, supervisionados por psicólogos orientadores, prestam apoio psicológico. Além desses serviços, a página disponibiliza cartilhas e conteúdos educativos produzidos com alunos da instituição, com orientações para identificar diferentes tipos de violência e caminhos para denunciar e buscar ajuda. A mobilização ainda conta com a exibição de mensagens sobre o assunto nas telas de mídia em elevadores de diversos condomínios residenciais e comerciais.
“O Instituto Yduqs entra em campo junto à Estácio com um compromisso maior que a vitória. Acreditamos que a educação é a principal forma de prevenção da violência de gênero. Neste mês de março e durante o ano inteiro, contribuímos para a conscientização sobre os direitos das mulheres e promovemos iniciativas de desenvolvimento profissional para elas, pois entendemos que o empoderamento feminino aumenta toda vez que uma mulher ocupa seu espaço na sociedade”, afirma Cláudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs, organização da qual a Estácio faz parte.
O movimento tem o objetivo de trazer informações relevantes para que todas as pessoas saibam como identificar e denunciar a violência doméstica. Além da cartilha virtual destinada ao público feminino, no site, é possível encontrar todos os campi que oferecem orientações jurídicas e acolhimento psicológico gratuitos às mulheres e comunidade como um todo. O público masculino também é convidado a participar da ação. Uma versão da cartilha virtual, preparada especificamente para a conscientização masculina, está disponível para os homens. O documento traz diversas informações sobre violência de gênero e sobre como os homens podem entrar neste jogo em defesa das mulheres. Mais informações podem ser obtidas por meio do link: naofiquecalado.com.br
“Nossa campanha visa conscientizar a todos que, em dias de jogo, o número de casos de violência contra a mulher aumenta em mais de 23%. Entendemos que a paixão pelo jogo não pode ser uma cortina de fumaça para uma verdade dolorosa. Como a maior universidade do Brasil, entendemos nosso papel em levar informação e apoio à sociedade, conectando nossos serviços à iniciativa e fortalecendo a atuação dos Núcleos de Práticas Jurídicas e dos Serviços-Escola de Psicologia”, destaca Renata Tasca, diretora de Estratégia de Marcas e Mídia da Estácio.
Realizada pela Artplan, a campanha Não fique calado! se distingue por ir além das iniciativas com foco na orientação feminina e no combate à violência contra a mulher, convocando para o centro do debate também as vozes masculinas em busca de aliados. Em meio ao turbilhão de emoções que a paixão nacional pelo futebol pode despertar no universo masculino, o respeito não pode faltar. Durante o mês, a universidade convida torcedores e toda a sociedade a debater a violência contra as mulheres nos dias de jogos de futebol.
Renata Tasca/Divulgação
Social
Acesso à internet em escolas da rede pública do Distrito Federal chega a 100% em 2025
Dados do Censo Escolar indicam avanço de 4,1 pontos percentuais desde 2015 nas escolas de educação básica na capital federal
O Distrito Federal alcançou a universalização do acesso à internet em escolas públicas de ensino básico. Informações divulgadas pelo Censo Escolar 2025 indicam que a capital federal deu um salto de 4,1 pontos percentuais em dez anos. Em 2015, 95,9% das instituições públicas de ensino infantil, fundamental e médio estavam conectadas à internet no Distrito Federal. Em 2025, o percentual chegou a 100%. O percentual supera a média nacional, que registrou 93,1% em 2025.
Levando em conta apenas as instituições em áreas urbanas, a evolução no Distrito Federal foi de 98,3% para 100% entre 2015 e 2025 (1,7 ponto percentual). Já nas áreas rurais, o avanço foi de 22,1 pontos percentuais: saiu do patamar de 77,9% em 2015 para 100% em 2025. O mesmo fenômeno se refletiu em escolas de educação especial. Neste caso, o salto foi de 96,2% para 100% (3,8 pontos percentuais).
No plano mais diretamente conectado ao cotidiano dos estudantes do Distrito Federal, o número de escolas públicas com internet disponível para atividades de ensino e aprendizagem entre 2019 (ano mais distante de referência neste quesito Censo Escolar 2025) e 2025 subiu 27,9 pontos percentuais (de 45,6% para 73,5%). Já as escolas de educação especial passaram de 45,7% em 2015 para 73,5% em 2025.
ESTRATÉGIA NACIONAL – Os avanços observados no Censo Escolar dialogam com um conjunto de políticas federais implementadas nos últimos anos para ampliar o acesso à internet nas escolas públicas. Lançada em setembro de 2023, a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) articula ações voltadas à expansão do acesso à internet de qualidade, à melhoria da infraestrutura elétrica e de rede interna (Wi-Fi) e à promoção do uso pedagógico das tecnologias digitais. Entre 2023 e 2025, foram destinados aproximadamente R$ 3 bilhões para ações de conectividade em escolas estaduais e municipais, em regime de colaboração com estados e municípios.
“Queremos a tecnologia na escola com fins pedagógicos, para auxiliar a aprendizagem do aluno e ser elemento complementar do professor. Há um esforço do governo de garantir 100% da conectividade para fins pedagógicos das escolas”
Camilo Santana, ministro da Educação
FINS PEDAGÓGICOS – “Nós queremos a tecnologia na escola com fins pedagógicos, para auxiliar a aprendizagem do aluno e ser elemento complementar do professor. Há um esforço do governo de garantir 100% da conectividade para fins pedagógicos das escolas”, afirmou o ministro Camilo Santana (Educação).
A Estratégia opera de forma integrada. Combina expansão da infraestrutura, monitoramento técnico da qualidade da conexão e apoio às redes de ensino para garantir que o acesso esteja associado a condições efetivas de aprendizagem e uso pedagógico.
“O censo apresenta a conectividade em geral, mas ela pode ser para a sala do professor, para o diretor, para a área administrativa. O que queremos é que o professor possa transmitir um vídeo em sala. E é por isso que criamos a Estratégia de Conectividade de Escolas, e passamos de 45% em 2023 para 70% este ano”, completou Santana.
COMO É FEITO – O Censo Escolar é realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e contabiliza 178,8 mil escolas de educação básica no Brasil. A divulgação dos resultados de 2025 foi realizada em 26 de fevereiro de 2026. O levantamento apresenta dados sobre escolas, professores, gestores, turmas e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino.
Dados por estado: Link
PARA QUE SERVE – Os indicadores do censo são usados para formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas. Os resultados servem, ainda, para a definição de programas e critérios para atuação do MEC junto às escolas, aos estados e aos municípios. Além disso, subsidiam o cálculo de indicadores, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e possibilita contextualizar os resultados das avaliações, bem como o monitoramento da trajetória dos estudantes desde seu ingresso na escola. A precisão dos dados é base para o repasse de recursos de federais, como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), no ano seguinte.
INDICADOR COMPLEMENTAR – Complementarmente ao Censo, o Ministério da Educação usa o Indicador Escolas Conectadas (INEC), no âmbito da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, para avaliar se essa internet atende às condições necessárias para o uso pedagógico. O indicador considera a velocidade da conexão, a presença de Wi-Fi nos ambientes escolares e a infraestrutura elétrica compatível, além de integrar diferentes fontes de informação, como medições de velocidade da internet, registros contratuais e dados validados por gestores.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
CONTATOS:
ATENDIMENTO
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