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Primeira-dama Mayara Noronha participa de Páscoa solidária no Pontão do Lago Sul

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Sandra Campos, administradora do Pontão do Lago Sul, com Mayara Noronha Rocha
  • A semana foi especial para cerca de 150 crianças das instituições Creche Sucupira e Creche Centro Comunitário da Criança, e 50 idosos do Lar dos Idosos Maria Madalena, que tiveram uma tarde inesquecível no centro de lazer e entretenimento Pontão do Lago Sul.
A primeira-dama com o filho Mateus, que junto com a mãe recepcionou as crianças carentes presentes na tarde
  • A iniciativa, que contou com a presença da primeira-dama Mayara Noronha Rocha, entregou 200 kits de chocolate, além de proporcionar entretenimento com personagens da Páscoa, mágico, pintura de rosto, lanches, entre outras atrações que fizeram a alegria das crianças presentes no encontro.
Mayara Noronha Rocha com os personagens da Fazenda do Sr. Coelho no encontro solidário
  • A ação Páscoa Solidária foi idealizada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal, e arrecadou, durante os meses de março e abril, as doações de centenas de caixas de bombons feitas pelos servidores que atuam nos diversos órgãos da capital federal.

Fotos: Arquivo Pessoal

Fonte: Jornal de Brasilia

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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