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Mulheres incriveis

Atrás das grades: 24 horas na prisão de segurança máxima

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Pela primeira vez na história, uma equipe de reportagem conseguiu entrar em uma penitenciária de segurança máxima. A instituição foi construída há cinco anos, em Brasília, e é considerada o presídio mais seguro da América Latina.

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No local, que mais se assemelha a uma fortaleza, estão detidos alguns dos maiores criminosos do Brasil, como a cúpula do PCC, as lideranças da máfia italiana ‘Ndrangheta e o espião russo Sergey Vladimirovich Cherkasov.

Diferentemente de presídios comuns, como a Papuda, onde são recorrentes as queixas sobre superlotação, a Penitenciária Federal de Brasília acomoda apenas um detento em cada cela.

Aliás, tudo é diferente na penitenciária mais segura da América do Sul: o transporte até o presídio é feito em um furgão que, em vez de janelas, tem ventiladores para proporcionar a oxigenação adequada. Antes de entrar nas celas, os detentos recebem um “enxoval” e são submetidos a determinados procedimentos, a exemplo de revistas pessoais.

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POR CARLOS CARONE E MIRELLE PINHEIRO

Silenciosa, fria, impenetrável e capaz de conter disparos de fuzil calibre .50, a Penitenciária Federal de Brasília se tornou o maior pesadelo para alguns dos criminosos mais perigosos do país.

A fortaleza de concreto, erguida na capital da República há cinco anos, ganhou notoriedade por ser considerada a mais segura da América Latina.

Dentro da muralha, centenas de servidores do Sistema Penitenciário Federal (SPF) se revezam diuturnamente para manter sob vigilância permanente lideranças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, a exemplo de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.

Fora do presídio, policiais penais altamente equipados e preparados operam até mesmo veículos blindados para evitar qualquer tentativa de fuga ou resgate, por menores que sejam as chances de isso acontecer. Trata-se de uma rotina incansável, composta por treinamentos e protocolos de segurança repetidos à exaustão.

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Igo Estrela/Metrópoles

O ambiente de tensão é permanente e, pela primeira vez na história, uma equipe de reportagem teve acesso ao interior do presídio de onde é impossível fugir.

Durante 24 horas, os colunistas do Metrópoles Carlos Carone e Mirelle Pinheiro mostraram, intramuros, a engrenagem que movimenta uma verdadeira cidade formada por muralhas, grades e ferrolhos.

Em uma imersão inédita, Carone abandonou a identidade de repórter, assumiu o papel de preso federal e ficou exposto às adversidades e limitações dessa realidade desconhecida para muitos.

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Privado de sua autonomia, o jornalista passou a noite em uma cela destinada aos detentos integrantes do Sistema Penitenciário Federal. Nesta reportagem especial, o colunista revela detalhes das etapas pelas quais todos os internos da instituição passam, incluindo a revista minuciosa, o desnudamento e o banho de sol cercado por grades, por câmeras e pelos olhares atentos dos policiais.

Igo Estrela/Metrópoles

A rotina carcerária, marcada por uma série de procedimentos rígidos e restritivos, também contou com o olhar de Mirelle Pinheiro, que cumpriu expediente como policial penal federal. A colunista vestiu a farda preta e mergulhou no turbilhão de emoções que acompanha a responsabilidade de lidar com detentos que cometeram crimes bárbaros. Ao caminhar pelos corredores vigiados, a repórter pôde vislumbrar, mesmo que brevemente, a intrincada teia que envolve o universo prisional.

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Ambos os repórteres sentiram na pele experiências impactantes e reveladoras durante as 24 horas. Para além das grades, testemunharam a parceria e amizade entre os servidores, a dedicação em manter a ordem e a segurança e, também, o trabalho árduo dos profissionais que oferecem assistência aos presos.

A partir de agora, você, leitor, acompanha o relato pessoal dos dois profissionais do portal. Seja bem-vindo ao “lugar onde ninguém gostaria de estar”.

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Igo Estrela/Metrópoles

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INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A PENITENCIÁRIA FEDERAL DE BRASÍLIA

Fundado em 2006, o Sistema Penitenciário Federal (SPF) tem a atribuição de custodiar e isolar os presos mais perigosos do país, como integrantes e líderes de organizações criminosas, e detentos envolvidos em casos de fuga e indisciplina grave nas instituições estaduais. A idealização do programa baseou-se nos moldes da Supermax 2, entidade federal que abriga os presos mais violentos dos EUA.

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O SPF pertence à estrutura organizacional da Diretoria do Sistema Penitenciário Federal (DISPF), órgão vinculado à Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP). Estrategicamente, as cinco unidades federais que integram o sistema estão distribuídas em regiões distintas do país: Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN), Porto Velho (RO) e Brasília (DF).

ARQUITETURA DA PENITENCIÁRIA

A Penitenciária Federal de Brasília foi erguida há cinco anos e ganhou notoriedade por ser considerada a mais segura da América Latina. Todas as penitenciárias federais têm projeto arquitetônico idêntico

Elas são compostas por 208 celas, mas o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) não divulga quantas pessoas estão presas no local

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A muralha construída na Penitenciária Federal de Brasília é capaz de conter disparos de fuzil calibre .50

Em Brasília, há quatro torres de vigilância, e os policiais ficam de prontidão 24 horas. Há fendas nas laterais e no teto das torres, caso os agentes precisem atirar

Dentro do complexo, há um pequeno hospital, consultórios odontológicos e psicológicos, além de atendimento jurídico e educacional

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Mapa 1
Mapa 2
Mapa 3
Mapa 4
Mapa 5

A missão do SPF foi instituída pela Portaria MJSP nº 103, de 18 de fevereiro de 2019: “Combater o crime organizado, isolando suas lideranças e presos de alta periculosidade, por meio de um rigoroso e eficaz regime de execução penal, salvaguardando a legalidade e contribuindo para a ordem e a segurança da sociedade”.

O surgimento do SPF, em 2006, está diretamente ligado à crise do sistema penitenciário nos estados – que, à época, já enfrentava sérias dificuldades para conter e isolar os membros e líderes das organizações criminosas. Assim, as instituições federais nascem com a ideia de socorrer os estados brasileiros, assumindo a custódia daqueles presos que apresentavam maior risco à segurança pública local.

A criação de um microssistema de execução penal diferenciado e mais gravoso coincide, também, com uma das maiores crises vivenciadas até então pelo sistema de segurança pública do país, devido à série de atentados ocorridos em São Paulo (SP), sob coordenação do Primeiro Comando da Capital (PCC). À época, entre agentes de segurança, criminosos ligados à facção e terceiros alheios aos conflitos, foram contabilizadas 564 mortes no chamado Maio Sangrento.

ASSISTÊNCIAS

Em razão da natureza de integrantes do Sistema Penitenciário Federal, as prisões federais têm a segurança como foco principal, mas não deixam de cumprir as exigências estabelecidas na Lei de Execuções Penais (LEP). Aos presos é assegurada assistência material, médica, jurídica, educacional, social e religiosa.

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O primeiro protocolo executado nas penitenciárias federais é a classificação do recluso. Há um processo de triagem que inclui avaliação de saúde, consultas médicas, atendimento na enfermaria, assistência odontológica e psicológica, entre outros. Além disso, apuram-se dados como grau de escolaridade e intenção de participação nos inúmeros projetos educacionais executados nas unidades federais. Realiza-se, ainda, uma análise criteriosa sobre histórico, grau de periculosidade, crimes e condenações do recluso, para identificar aspectos que envolvem a segurança e a inteligência penitenciária. Toda essa avaliação tem como objetivo principal promover a individualização da pena, de forma eficaz.

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Um dos pontos mais importantes e essenciais é a formação e capacitação continuada de homens e mulheres que integram o quadro de profissionais do Sistema Penitenciário Federal.

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Para ingressar nas carreiras de agente federal de execução penal (Afep), especialista federal em assistência à execução penal e técnico em assistência à execução penal, é necessário submeter-se a um concurso público composto por diversas etapas. Além da prova de conhecimento teórico, os candidatos passam por avaliação social, física, médica e psicológica.

A última fase é o curso de formação profissional, que dura aproximadamente três meses e contém atividades de natureza teórica e prática, todas voltadas à execução das atribuições inerentes ao Sistema Penitenciário Federal. Nesse período, o candidato é submetido às mais variadas situações, em uma construção pedagógica que visa prepará-lo de forma condizente com a importância da carreira.

Igo Estrela/Metrópoles

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Após ser aprovado nas etapas do concurso público, o candidato é nomeado para o cargo e, a partir de então, passa por um ciclo contínuo de capacitação, por meio do qual revê disciplinas estudadas em seu curso de preparação inicial e cumpre atividades de cunho teórico e prático. Os servidores também participam de treinamentos ofertados por outras forças de segurança pública, como Polícia Federal e Rodoviária Federal, além das polícias civis e militares dos estados. A troca de conhecimentos nas mais variadas áreas de atuação fortalece o trabalho desempenhado no SPF.

Hoje, a carreira conta com servidores cuja capacitação profissional é garantida por meio de cursos e treinamentos ministrados por diferentes forças nacionais e estrangeiras. Os funcionários replicam todo esse conhecimento entre os demais colaboradores; assim, o Sistema Penitenciário Federal torna-se uma instituição multidisciplinar.

Igo Estrela/Metrópoles

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FISCALIZAÇÃO
EXTERNA

As penitenciárias federais passam por um intenso processo de fiscalização, feito por órgãos que atuam na execução penal federal, como o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Conselho da Comunidade, entre outros.

Essas instituições têm a atribuição de fiscalizar o cumprimento da legislação no âmbito das penitenciárias federais. O trabalho é feito de forma presencial, mediante visitas de inspeção realizadas rotineiramente. Ademais, a gestão das penitenciárias presta frequentes esclarecimentos à fiscalização, por meio de documentos formais.

Soma-se a isso o trabalho desenvolvido internamente pela própria Secretaria Nacional de Políticas Penais. Corregedorias subordinadas a esse órgão atuam, de forma independente, na fiscalização e coibição de quaisquer atos ilícitos que venham a ser executados por servidores nas unidades prisionais federais.

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CEO

Lilian Tahan
DIRETORA-EXECUTIVA
Priscilla Borges
EDITOR-CHEFE
Otto Valle
COORDENAÇÃO
Olívia Meireles
EDIÇÃO
Saulo Araújo
REPORTAGEM
Carlos Carone
Mirelle Pinheiro
REVISÃO
Juliana Garcês
EDICÃO DE ARTE
Gui Prímola
DESIGN
Mia M
Yanka Romão
EDIÇÃO DE FOTOGRAFIA
Daniel Ferreira
Michael Melo
FOTOGRAFIA
Igo Estrela
COORDENAÇÃO DE VÍDEO
Gabriel Foster
CAPTAÇÃO DE VÍDEO
Igo Estrela
MODELAGEM 3D
Tauã Medeiros
VÍDEO
Bethânia Cristina
Gabriel Foster
Giuliano Gazzoni
João Andrade
Leonardo Hladczuk
Lucas Viana
Tauã Medeiros
Renato Nagano
Vanessa Neiva
TECNOLOGIA
Allan Rabelo
Daniel Mendes
Italo Ridney
Mateus Moura
Saulo Marques

Fonte: Metropoles

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Mulheres incriveis

Dia das mães: Quando mães e filhos crescem juntos nos negócios com franquias

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Empreendedorismo em conjunto no setor tem espaço com a união de experiência,

recursos e “mão na massa”

 

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São Paulo, maio de 2026 – O empreendedorismo materno avança no Brasil ao refletir uma realidade em que mães constroem suas trajetórias profissionais ao lado dos filhos, seja como inspiração, apoio ou até sociedade. Mais do que uma alternativa de renda, o modelo evidencia uma mudança de comportamento: negócios estruturados para buscar integrar rotina familiar e operação, com mais flexibilidade e eficiência.

 

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Mais de 41 milhões de lares brasileiros são chefiados por mulheres, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que impulsiona diretamente o empreendedorismo feminino no país. Hoje, mais de 10 milhões de brasileiras comandam seus próprios negócios, representando cerca de 34% do total de empreendedores, com forte presença nos setores de serviços e comércio, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

 

O setor de franchising dá suporte a esse laço entre maternidade e gestão, com estrutura padronizada e suporte operacional. A participação feminina alcançou 57% em 2024, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). A presença de mulheres em cargos de liderança também avançou, chegando a 30% no mesmo período.

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Na prática, essa transformação ganha forma em histórias de franqueadas de redes como 5àsec, Água Doce, Café Cultura, Carflix, Divino Fogão, Ensina Mais Turma da Mônica, iGUi, LavPop by 5àsec, Microlins, Milon, Peça Rara, Royal Face, Rockfeller e Yázigi, em que empresa e rotina familiar deixam de ocupar espaços separados e passam a evoluir de forma integrada. Os exemplos podem ser vistos abaixo:

 

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5àsec

Franqueada da 5àsec em Teresópolis, no Rio de Janeiro, Camila Cristina Cunha Araújo, de 41 anos, é mestra em radioproteção e dosimetria, com atuação como professora universitária e servidora pública federal antes decidir mudar de carreira para empreender. Junto com seu marido, buscou no segmento de franquias uma forma de estar mais próximo dos filhos, Lara Cristina e Murilo Miguel, de 11 e 7 anos, respectivamente. “A maternidade foi um impulsionador para que eu entrasse no mundo do empreendedorismo. O pedido veio da minha filha mais velha, que queria que ficássemos mais perto dela, acompanhando em sua rotina e atividades. A partir disso, meu marido e eu pesquisamos sobre mercados em expansão no Brasil e na região serrana do Rio de Janeiro. A 5àsec foi a escolhida por toda a história e reconhecimento no segmento de lavanderias no Brasil e no mundo”, revela a franqueada.

 

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Com a rotina atribulada, resultando em falta de flexibilidade, e a vontade de ter mais tempo para aproveitar em família foi primordial para dar o primeiro passo no empreendedorismo. A loja da 5àsec foi aberta em 2021. “Sem dúvidas, agora podemos participar mais ativamente do dia a dia dos nossos filhos. Além disso, o sucesso e a identificação com a marca foram essenciais para fortalecer nosso propósito. É gratificante empreender em algo que tem tanto significado para nós”, conta. Para mães que almejam seguir como donas de seu próprio negócio, Camila revela que maternar e empreender é, basicamente, buscar evolução o tempo todo, já que o caminho não é fácil. “Não precisa ser e ter tudo perfeito para começar. O primeiro passo é o fundamental para iniciar no empreendedorismo, mesmo com algumas inseguranças. Ao longo da trajetória, aprendemos, nos adaptamos e crescemos. E, por nossos filhos, encontramos coragem para não desistir”, finaliza a empresária.

 

Água Doce Sabores do Brasil

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Raquel Machado Bartol Barbeiro, de 46 anos, é franqueada da Água Doce Sabores do Brasil de Matão, no interior de São Paulo, há 21 anos. Advogada de formação e mãe de Manuela, de 18 anos, e João Pedro, de 15, seu caminho empreendedor começou antes mesmo de ter filhos, ao decidir investir em uma operação da rede de gastronomia brasileira após deixar Monte Azul Paulista, sua cidade natal, em busca de novas oportunidades.

Com a chegada dos pequenos, precisou adaptar sua rotina, especialmente por se tratar de uma operação noturna, passando a focar mais na parte administrativa enquanto contava com o apoio do marido na gestão. Ao longo dos anos, enfrentou o desafio de equilibrar o tempo entre a família e o restaurante, chegando a se afastar temporariamente da operação. “Para organizarmos nossos horários, o apoio do meu marido foi fundamental. Assim dividimos as funções para que eu pudesse me dedicar aos filhos enquanto cresciam e dependiam mais de mim, sem deixar o negócio de lado. Tive que dar uma pausa, pois conciliar as duas demandas não foi fácil. Olhando para trás, agora com minha filha já na faculdade e o outro na adolescência, vejo que o esforço e dedicação valeram a pena”, comenta.

 

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Hoje, com uma rotina organizada, Raquel encontra realização em conseguir dar conta dos dois papéis e destaca que a maternidade também contribuiu para uma gestão mais sensível e atenta às necessidades do negócio e das pessoas, incentivando outras mães a empreenderem e valorizarem a flexibilidade que o próprio negócio pode proporcionar. “Para quem almeja dar um outro rumo em sua vida, o conselho que dou é para se arriscarem. É difícil ter que se adaptar no começo, pois haverá alguns desafios, mas o resultado é muito gratificante”, finaliza.

 

Café Cultura

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Flexibilidade de horário que possibilidade maior disponibilidade para se dedicar à família. Estes são os principais motivos que levaram Caroline Dalago Cruz a empreender. Radicada na capital paulista, aos 40 anos, ela é formada em engenharia sanitária e ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Com passagens por instituições financeiras como os bancos Itaú e Safra, além do Fundo Pátria Investimentos, foi na Petz – empresa onde atuou por nove anos nas áreas de planejamento estratégico e financeiro – que sua vida deu a guinada. Ali, ela conheceu aquele que seria seu marido e pai de seus três filhos, Rodrigo. Com o nascimento do caçula, que demandava cuidados especiais, decidiu deixar o emprego de carteira assinada, mas o “ser apenas mãe” a incomodava já que a ideia era “se manter ativa”. Apaixonada pelo varejo, setor no qual segundo ela mesma “consegue enxergar o todo, do micro ao macro”, abrir um negócio foi uma ideia que amadureceu aos poucos. A opção por empreender com uma franquia do Café Cultura se deu por conta do conhecimento de longa data da Marca, já que ambas nasceram na capital catarinense. Hoje, ela é franqueada da recém-inaugurada flagship da Rede na capital paulista, localizada no bairro de Moema.

 

Carflix

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À frente da unidade da Carflix na Vila Mariana, em São Paulo, Ricardo Mendonça Gomes José, de 54 anos, decidiu empreender após os 50 anos como forma de se recolocar no mercado de trabalho. Engenheiro de formação, ele buscava abrir o próprio negócio e encontrou no modelo de franquia da Carflix uma alternativa alinhada ao que procurava. “Achei incrível não precisar de estoque para vender automóveis”, conta. Com o crescimento da operação, o negócio ganhou um novo significado ao se transformar também em um projeto em família. Primeiro, o pai se juntou à equipe, trazendo experiência no ramo de automóveis. Depois, veio o convite para a mãe, Cleide Mendonça José, de 75 anos, que passou a atuar na recepção e no atendimento aos clientes. “Hoje tenho os dois melhores funcionários e amigos trabalhando comigo”, afirma Ricardo.

 

No dia a dia, a parceria com a mãe se reflete dentro e fora do trabalho. “Não dou um passo na parte financeira sem consultar minha mãe, e o mais incrível é ver a torcida deles pelo crescimento da franquia”, diz. Para ele, o maior benefício é o ambiente leve. “É sempre ter com quem dividir os problemas.”Para Cleide, a experiência também trouxe uma nova fase de vida. “Trabalhar ao lado do meu filho é um prazer. Eu ficava muito tempo sozinha em casa e hoje sou outra mulher, muito mais feliz. Gosto de receber as pessoas, conversar enquanto ele faz as vendas. Isso me faz muito bem”, finaliza.

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Divino Fogão

A trajetória de Tabata Paixão de Oliveira Fontes, 40 anos, ilustra como a maternidade pode caminhar lado a lado com o empreendedorismo. Formada em Publicidade e mãe de duas crianças, de 8 anos e 1 ano e meio, ela ingressou no sistema de franquias em 2012 e, desde 2014, atua como franqueada do Divino Fogão, onde atualmente administra duas unidades e participa da sociedade em outros dois restaurantes da marca. A empresária conta que a maternidade trouxe novos aprendizados à sua gestão, a tornando uma líder mais humana e atenta às necessidades da equipe.

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Entre a rotina intensa, que começa cedo, dividida entre os cuidados com os filhos e a operação das lojas, Tabata conta que é possível encontrar o equilíbrio. “É muito importante ter uma rede de apoio e organizar o tempo para dar conta das demandas. Mesmo diante dos desafios diários, a realização de ver tanto o crescimento dos filhos quanto os resultados do negócio é recompensador”, revela. A empresária conta que desde o primeiro mês de nascimento da filha Larissa já retomou o trabalho na gestão do negócio mesmo à distância e, que aos sete meses da pequena, a levava para o escritório para acompanhar a rotina empresarial.

 

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Já com os hábitos programados, veio a surpresa: a gravidez do Lorenzo em 2024. “Tinha acabado de assumir a segunda operação do Divino Fogão quando descobri que esperava meu segundo filho. Depois que a vida já estava toda regrada, o pequeno nasceu com algumas questões de saúde que tornaram a maternidade mais desafiadora. Mas, novamente, com uma base de apoio sólida e buscando o equilíbrio entre as duas funções, consegui me reorganizar para me dedicar aos dois com todo meu empenho”, relembra. Para outras mães que desejam seguir no caminho do empreendedorismo, Tabata revela que como mãe sempre existe o medo, seja de perder uma fase importante dos pequenos ou um momento especial. “Quero que meus filhos cresçam e vejam em mim uma mãe forte e batalhadora. Este é o exemplo que eu quero que eles tenham. Para as mulheres que querem ter seu próprio negócio, acreditem no seu potencial, enfrentem os medos e empreendam sem abrir mão de construir sua própria história”, finaliza a franqueada.

 

Ensina Mais Turma da Mônica

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Com 47 anos, Ozaka Almeida Sousa Santos mostra como a maternidade pode caminhar junto com o empreendedorismo, especialmente quando há propósito e apoio familiar. Pedagoga e especialista em orientação educacional e psicopedagogia, ela é mãe de Dara, de 27 anos, e Dâmiris, de 21, e encontrou na franquia Ensina Mais Turma da Mônica uma oportunidade de empreender na área em que sempre atuou. “Era meu desejo seguir na minha profissão e ser dona do meu próprio negócio. Após pesquisas, me encantei com a proposta da rede de apoio escolar com ênfase em tecnologia. Percebi ali que poderia ser um negócio de família. Com ajuda do meu marido e das minhas filhas, administro a unidade em Imperatriz, no Maranhão, há dois anos”, comenta.

 

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Com uma rotina dinâmica voltada ao público infantojuvenil, a empresária revela que o equilíbrio entre trabalho e família, organizando as responsabilidades de cada um para garantir produtividade e tempo de qualidade em casa, é primordial. Apesar das filhas já serem adultas, Ozaka conta que a maternidade fortaleceu sua atuação como líder, ampliando a sensibilidade na gestão educacional. Além disso, segundo a franqueada, a maior realização está em conduzir o próprio negócio. “Como conselho para outras mães que enxergam um caminho no seu próprio negócio, não tenham medo de empreender. A constância e determinação são fundamentais para alcançar seus objetivos”, finaliza.

iGUi

Um ano após a reinauguração da loja iGUi de Porto Alegre, a trajetória da franqueada Rochele Bernardes segue como um exemplo de resiliência e reinvenção. A unidade, que ficou quase um ano fora de operação após as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul no começo de 2024, retomou suas atividades. Desde então, o que antes era um cenário de incertezas deu lugar a um novo ciclo de crescimento.

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À frente da franquia há quatro anos, Rochele e seu marido e sócio, Rafael Cardoso, enfrentaram meses desafiadores, sem estrutura física e com o negócio ativo mesmo diante das dificuldades. Mais do que a reconstrução da loja, o período marcou uma transformação pessoal: ela se tornou mãe e conciliou a retomada da operação com a maternidade recente.

 

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“Naquele período em que ficamos sem estrutura física, de maio até março do ano passado, a nossa operação nunca parou. Faturamos todos os meses, tivemos excelentes vendas, boas negociações e executamos várias obras. Conseguimos manter essa estabilidade porque consolidamos muito bem a relação com os clientes. Muitos abriram as portas das suas casas para apresentarmos nossas obras a outros clientes, e isso trazia ainda mais credibilidade, porque mostrava a confiança que eles tinham na gente, tanto no pós-venda quanto na execução”, conta Rochele, e completa: “Graças a Deus, mesmo grávida, barrigudinha, segui trabalhando até a véspera do nascimento do Théo. Fizemos uma pausa de uns 15 dias depois e logo retomamos”.

 

Hoje, a unidade já opera em ritmo estável e simboliza não apenas a recuperação de um negócio, mas a força de uma mulher que atravessou adversidades e que junto com seu marido transformou um momento crítico em recomeço. A história reforça o papel da iGUi, líder global em piscinas pré-fabricadas, no suporte aos franqueados e na retomada do desenvolvimento regional. (Foto: iGUi/Divulgação)

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LavPop by 5àsec

 

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Carolina Bruno, de 33 anos, apostou na mudança de carreira para ter mais tempo para suas filhas, de 5 e 3 anos. Formada em Direito, ela decidiu mudar de carreira após perceber que a rotina intensa no negócio da família limitava o tempo com as suas meninas. Foi nesse contexto que encontrou na franquia LavPop by 5àsec a oportunidade de conciliar trabalho e vida pessoal, se tornando empreendedora. Ela está há um ano e meio à frente da unidade em Itapoá, em Santa Catarina. “A LavPop nasceu com a proposta do autosserviço, sendo um negócio autônomo, em que a gestão pode ser feita à distância, com flexibilidade operacional. Ao pesquisar opções no mercado, vi que era isso que precisava na minha vida, para que pudesse me dedicar ainda mais a maternidade”, comenta.

 

 

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O sucesso foi tanto que a empresária já se prepara para inaugurar a segunda unidade da marca. “A flexibilidade e o uso de tecnologia, como aplicativos de gestão e monitoramento remoto, são os meus principais aliados na organização do dia a dia. Com isso, consigo sempre ter as minhas filhas por perto, acompanhando o desenvolvimento de cada uma”, revela Carolina. A franqueada afirma que a maternidade transformou sua forma de enxergar a vida e os negócios, tornando o desafio mais leve e significativo. “Meu conselho para outras mães é buscar caminhos que permitam equilibrar carreira e família, sem abrir mão de estar presente nos momentos mais importantes do âmbito familiar”, finaliza.

Microlins

 

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Marina Fernandes, de 45 anos, é um exemplo de como a educação, a maternidade e o empreendedorismo podem caminhar juntos. Mãe de Isabella, de 28 anos, e Henrique, de 25, ela iniciou sua história na Microlins como aluna, quando os filhos ainda eram pequenos, em busca de qualificação profissional para ingressar no mercado de trabalho. “Foi dentro de uma escola da Microlins que recebi a oportunidade de fazer meu primeiro estágio, dando início a uma carreira que foi construída dentro da rede. Após anos atuando como colaboradora de uma unidade, fui convidada a mudar de lado do balcão e me tornar uma franqueada”, relembra.

 

Há uma década como empresária da Microlins, Marina lidera atualmente 10 unidades e consolidou o maior grupo da rede em São Paulo, o “Semear”, com o propósito de transformar vidas por meio da educação. Ao longo da jornada, envolveu os filhos no negócio desde cedo, os incentivando a se apaixonarem pela área e se tornarem seus sucessores, e não apenas herdeiros, sendo esse um dos objetivos que considera uma de suas maiores conquistas. Para dar conta das escolas, a franqueada revela que separa sua agenda em blocos e níveis de prioridade. Dessa forma, consegue manter uma rotina organizada e com equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. “Ser mãe me influenciou na gestão do negócio, já que pude criar uma liderança participativa e entender que, assim como meus filhos, as pessoas têm o seu período de evolução”, comenta. Para Marina, o seu maior legado é ter sido exemplo para a família e mostrar, na prática, que o empreendedorismo aliado à educação pode transformar não apenas a própria história, mas também a de muitas outras pessoas.

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Milon

 

A administradora de empresas Maria Virginia Bilibio Minozzo, de 35 anos, é a responsável pela operação da Milon localizada no Shopping Moinhos, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Apaixonada pelo universo do empreendedorismo desde a infância, ela traz consigo uma bagagem oriunda do agronegócio familiar, somada à vivência no ambiente corporativo, onde atuou por vários anos antes de optar por empreender com propósito. “Já era cliente da Milon e, como mãe de uma menina de cinco anos, conhecia de perto a qualidade, o design e o posicionamento da empresa. Quando decidi investir em uma franquia, enxerguei na marca uma oportunidade única dentro de um nicho com pouca concorrência e alta recorrência de consumo”, afirma.

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Aliando a maternidade com a proposta da Milon, a empresária revela que, prestes a completar um ano de operação, a expectativa é continuar com o crescimento mês a mês. “Atribuo o sucesso a sinergia entre minha vida pessoal e a profissional. Por estar imersa dentro deste universo infantil, consigo compreender melhor as necessidades dos clientes, trazer um olhar mais sensível para a curadoria dos produtos e oferecer uma experiência mais próxima e acolhedora, o que se reflete diretamente nos resultados do negócio”, revela. Como conselho para as mães que desejam apostar no franchising, Maria Virginia diz que, com certeza, será um desafio conciliar essa jornada dupla, mas que ambas são compensadoras. “Acredito muito que somos espelhos para nossos filhos e uma de nossas missões é mostrar para eles o quanto é maravilhoso servir e nos sentirmos útil”, finaliza.

Peça Rara Brechó

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Sônia Araújo Eleutério, de 49 anos, franqueada da unidade Peça Rara Brechó Morumbi, encontrou no empreendedorismo uma extensão natural da maternidade. À frente do negócio ao lado dos filhos Gabriel de 30 anos e Lívia de 22, além da nora, Isabel, ela construiu uma operação pautada pela gestão compartilhada e pelo diálogo constante. A sociedade, segundo Sônia, já fazia parte do plano desde o início, com decisões tomadas em conjunto e uma dinâmica familiar que se traduz diretamente na condução da empresa. Formado em Ciências Contábeis, Gabriel atua de forma estratégica na gestão e aplica, no dia a dia, o conhecimento técnico ao crescimento das três empresas da família.

 

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Para Sônia, acompanhar o desenvolvimento do filho como gestor é motivo de orgulho e realização. “A gente vem aprendendo junto. Não é simples, mas juntos tudo fica mais leve”, resume. A trajetória reforça como o modelo de negócio pode se integrar à vida familiar, ao criar uma rotina mais colaborativa, afetiva e alinhada às demandas do empreendedorismo atual.

Royal Face

A maternidade tem provocado uma reconfiguração estratégica na carreira de muitas mulheres, e o case de Iara Rodrigues, 40 anos, multifranqueada da Royal Face, traduz bem esse movimento. Com formação em Administração e pós-graduação em Finanças Corporativas, ela construiu uma trajetória sólida na indústria farmacêutica em São Paulo, com perfil analítico e foco em performance. A virada aconteceu com a descoberta de uma gestação gemelar, que trouxe uma reflexão direta: fazia sentido manter o modelo corporativo ou era hora de assumir o controle da própria agenda?

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A resposta virou ação. Ainda durante a gestação, Iara mergulhou no estudo do franchising em busca de um modelo que equilibrasse gestão, escalabilidade e autonomia. Escolheu a Royal Face, liderou a implantação da primeira unidade e estruturou a operação com disciplina de executiva. “A gravidez gemelar me fez repensar prioridades e entender que eu queria estar presente, sem abrir mão de crescer profissionalmente. O empreendedorismo me deu essa possibilidade”, afirma Iara. Hoje, soma cinco unidades em operação, três em Campinas (SP), uma em Jundiaí (SP) e uma em Campos dos Goytacazes (RJ), consolidando um posicionamento cada vez mais comum no mercado: mães que transformam a maternidade em motor de crescimento e protagonismo empresarial.

 

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Rockfeller Language Center

À frente da unidade da Rockfeller Language Center de Boa Vista (RO), Francisca Sousa, de 49 anos, encontrou na maternidade a motivação para empreender. Pedagoga por formação, decidiu buscar independência financeira sem abrir mão de ser uma mãe presente, transformando o desejo de acompanhar de perto a vida da filha em impulso para abrir o próprio negócio. “Acreditar no próprio potencial e não esperar o momento perfeito para começar”, afirma.

 

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Ao seu lado está a filha e sócia, Weidelamares de Sousa, de 27 anos, formada em Biomedicina, que viu na mãe sua maior inspiração. “Minha mãe sempre foi meu maior exemplo”, conta. Juntas, construíram uma parceria baseada em confiança e troca no dia a dia. “Empreender com a minha filha é muito especial, a gente cresce juntas em todos os sentidos”, diz Francisca.

 

Recentemente, mãe e filha enfrentaram a mudança de ponto comercial, um dos maiores desafios da trajetória. A transição exigiu um bom planejamento, mas trouxe resultados rápidos, em pouco tempo, a unidade bateu recorde de matrículas, com mais de 30 novos alunos. “Empreender juntas é um aprendizado constante, a gente se apoia e segue em frente”, finaliza Francisca.

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Yázigi

 

Aos 49 anos, Thaís Soares Guimarães e sua mãe, Maria Emília Soares Guimarães, de 80, são exemplos de continuidade e parceria familiar no empreendedorismo educacional. A história da família com o Yázigi começou há 50 anos por iniciativa da matriarca. Atualmente, mãe e filha administram os negócios em conjunto na cidade de Cabo Frio (RJ), sendo uma escola da franquia e outro modelo destinado às escolas de ensino regular, conhecido como Yázigi For School, que juntos atendem aproximadamente 700 alunos. Advogada de formação, Thaís chegou a morar na capital fluminense, onde fez intercâmbio pelo Yázigi Travel e trabalhou em uma unidade da rede no exterior, antes de retornar à cidade natal para assumir o negócio da família. “O Yázigi faz parte da minha identidade. Quando nasci, minha mãe já tinha a franquia e, ao longo da minha trajetória, sempre me vi envolvida em atividades da marca”, relembra.

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Hoje, ela lidera a área administrativa e financeira dos negócios, enquanto a mãe, que é professora de formação, segue à frente da parte pedagógica. Juntas, as duas formam uma parceria complementar e alinhada. A convivência profissional, segundo Thais, é harmoniosa, com papéis bem definidos e foco em um objetivo comum. “Nosso trabalho em conjunto é de muito sucesso. Com as expertises de cada uma, conseguimos investir em diversas iniciativas que resultaram em crescimento. Ao longo dos anos, implementei uma visão mais moderna, especialmente em marketing e tecnologia, enquanto a experiência e os ensinamentos da minha mãe em liderança e gestão de pessoas seguem como base do nosso negócio, fortalecendo a equipe e garantindo a qualidade do ensino”, afirma. Juntas, mãe e filha construíram uma trajetória marcada por confiança, credibilidade e momentos importantes, como a inauguração da nova sede da escola. Como conselho, Thais reforça que saber separar bem a parte familiar da profissional é o segredo para empreender em família.

 

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CRÉDITOS:

Fotos: Divulgação

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