Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Policiais

Vídeo: cafetina é presa por tráfico humano e organização criminosa

Publicado em

Material enviado ao Metrópoles

Cafetina é apontada como chefe da organização criminosa, tráfico de seres humanos e exploração sexual na cidade de Valparaíso, no Entorno

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) apura um esquema de rufianismo e disputa de pontos de prostituição envolvendo mulheres transexuais na cidade de Valparaíso, Entorno do Distrito Federal. As investigações apontam que David Ferreira Pinto, que utiliza o nome social de Juliana, obrigava oito vítimas a repassar diariamente R$ 100 para permanecer no ponto. Caso não pagassem a quantia, além de serem agredidas com socos, facadas e puxões de cabelo, as vítimas também sofriam corte de alimentação.

Com a prisão de Juliana, apontada como chefe da organização criminosa acusada de tráfico de seres humanos e exploração sexual, a polícia acredita que pessoas ligadas à cafetina estejam tentando recuperar os pontos e dar continuidade na exploração sexual que rende R$ 800 por dia de “comissão” pelos programas realizados na região.

Juliana é suspeita de ser a responsável por oferecer abrigo a várias mulheres transexuais. Na maioria das vezes, as garotas de programa vinham de outros estados do país. Quando as vítimas chegavam ao município goiano, a cafetina as trancavam em uma casa e as mantinham em situação análoga à escravidão.

Advertisement
Leia Também:  Body piercer é presa por suspeita de cirurgias plásticas ilegais em GO

Veja vídeo do lugar onde as mulheres estavam abrigadas:

A investigada recolhia documentos das vítimas e, se alguma delas tentasse deixar o local, eram agredidas. Capangas da cafetina também agrediam as vítimas com um taco de beisebol.

De acordo com a investigação da PCGO, cada programa oferecido pelas prostituas custavam entre R$ 80 e R$ 100, dependendo do combinado com o cliente. As relações sexuais aconteciam dentro de carros em ruas escuras da cidade.

Advertisement
Fonte: Metropoles
COMENTE ABAIXO:

Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

Published

on

Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

Advertisement

Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

Advertisement

⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

Advertisement

⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

Leia Também:  Última presa pelos ataques de 8/1 deixa a prisão após decisão de Moraes

⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

Advertisement

Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

Advertisement

Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

Advertisement

Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

Leia Também:  Ministro da Agricultura faz vídeo exaltando a pecuária brasileira

Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

Advertisement

Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA