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Três professores morrem em acidente após aula

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Três professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais morreram em um acidente que envolveu dois veículos e ocorreu durante a noite da terça-feira, 19, enquanto os docentes voltavam do trabalho na BR-267, em Juiz de Fora.

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Driely Cunha, João Fernando Gonçalves de Almeida e Roberto Costa Neto, todos professores da Escola Estadual Maria Ilydia Resende Andrade morreram no acidente. Outras quatro pessoas ficaram feridas.

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Em contato com a IstoÉ, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais afirmou que agentes da corporação foram acionados e encontraram os três professores já mortos nas ferragens de um dos veículos. Duas pessoas estavam do lado de fora do carro.

No outro carro, havia duas vítimas presas no automóvel. Agentes das forças de segurança retiraram as pessoas das ferragens e acionaram uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que prestou atendimento aos feridos.

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O Corpo de Bombeiros concluiu que havia equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e da Polícia Civil envolvidas na ação.

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Nas redes sociais, Marinez Miranda, diretora da E.E Maria Ilydia Resende Andrade, lamentou a morte dos docentes. “Nossos corações estão em pedaços, agora nossos queridos professores irão dar aula em um plano maior e que olhem por nós aqui”, publicou.

A instituição de ensino também emitiu uma nota de pesar após o ocorrido. “Professores do braço de Valadares, infelizmente não resistiram ao acidente que sofreram voltando da escola após mais um dia de trabalho”, afirmou a E.E. Maria Ilydia Resende Andrade acrescentando que a educação está de luto.

A UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) publicou um comunicado em que presta homenagens a Driely Cunha, que morreu no acidente e era aluna de pedagogia na faculdade. “A instituição lamenta esta fatalidade e, neste momento difícil, transmite os sentimentos aos familiares, amigos e colegas”, declarou.

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Fonte: IstoÉ

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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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