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Traição pode gerar traumas para toda vida

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A polêmica decorrente do anúncio de separação da cantora Iza, após ter descoberto e contado sobre a traição do jogador de futebol Yuri Oliveira, enquanto espera um bebê, tem se tornado um dos assuntos mais populares no Brasil, tanto nas redes sociais, quanto fora do meio digital, envolvendo pessoas de diversas faixas etárias.

Os comentários demonstram a empatia das mulheres, que se colocaram no lugar da artista, por ter descoberto a situação em um momento tão importante e especial, porém, que, infelizmente, estaria sendo comprometido pela atitude do namorado.

Um estudo da psiquiatra Carmita Abdo, do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, publicada em 2017, por exemplo, apontou que, aproximadamente 40,5% dos participantes afirmaram já ter traído, sendo a maioria deles, homens (50,5%), contra 30,2% delas.

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Outro estudo mais recente, publicado em 2022, pelo aplicativo Gleeden, app para mulheres focadas em encontros de maneira discreta, mostrou que o Brasil seria o país mais infiel da América Latina.

Ainda assim, apesar de parecer se tornar um hábito, é impossível imaginar que um dia, essa atividade será vista de forma menos negativa, principalmente, considerando que as consequências afetam profundamente a saúde mental.

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A verdade, segundo a a PHD em neurociência, psicanalista e neuropsicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, é que a traição é um ato de falta de empatia com o próximo, acontecendo de diversas maneiras e, não apenas no âmbito do relacionamento romântico, apesar de ser mais frequente e considerado extremamente doloroso. Afinal, os indivíduos dedicam parte de sua vida ao outro e, às vezes, abrem mão de desejos e sonhos, para permanecer juntos em busca de outras ambições como casal, até descobrirem a ausência de reciprocidade.

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Apesar de representar falta de caráter e amor, nem sempre, a traição ocorre por esse motivo. Ocasionalmente, é causada por tédio; solidão; busca por atenção; vingança; excitação e/ou desejo por uma aventura sexual e a vontade de terminar o relacionamento, mas sem saber, exatamente, como ou simplesmente ser honesto sobre os sentimentos.

O problema é que as emoções são profundamente afetadas, colocando a  saúde mental em risco. O principal impacto é a quebra de confiança e, pode, infelizmente, também se estender para outros relacionamentos, amorosos ou não.

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A verdade é que os efeitos da infidelidade são considerados similares ao do Transtorno do Estresse Pós-traumático (TEPT), cujas sensações, ligadas por uma pessoa que vivencia um trauma, como assalto ou acidente, são sentidas. Assim, é possível enumerar o medo; vulnerabilidade; insegurança e os pensamentos incessantes, bastante incômodos pelo caráter e a dificuldade de serem controlados.

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Ângela alerta que a situação ainda pode desencadear estresse; tensão; ansiedade; depressão; crises de raiva; inquietação; agonia; problemas de sono; concentração; isolamento; hipervigilância e desejo de vingança.

A traição é uma forma de luto, um caminho difícil de ser percorrido para superação posterior. O tempo de recuperação é mais longo e quase insuportável. A condição é totalmente compreensível, já que significa uma ruptura brusca da confiança, expectativas, sonhos e o término de uma relação, muitas vezes, longeva, decorrente da criação de uma família.

 
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Gabrielle Silva

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Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares

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O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.

A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.

A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.

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A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.

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Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.

As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.

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A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.

O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.

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Gabrielle Silva
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