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Mulheres incriveis

A Vida e o Legado de Yvonne Jean, fundadora da UnB e defensora da Educação

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Yvonne Jean. – Foto: Arquivo pessoal

Em 24 de março de 1981, Yvonne Jean faleceu. E, 43 anos depois, seu trabalho e sua importância para a cultura e a educação da cidade e da UnB ainda são fortemente reconhecidos

Por Camila Coimbra
redacao@grupojbr.com

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Yvonne Jean foi uma das fundadoras da Universidade de Brasília (UnB), e seu legado ficou marcado na história da educação e da cultura da cidade. Escritora, jornalista, colunista, histologista, professora, tradutora e intérprete simultânea, escreveu mais de oito mil artigos e falava nove línguas fluentemente. Essa era Yvonne Jean, uma intelectual de origem belga que veio ao Brasil para fugir da invasão nazista ao seu país. Foi no Brasil, em 1940, que sua história de vida se complementou. Aqui, se casou e se naturalizou brasileira. No Rio de Janeiro, começou a escrever para a imprensa carioca sobre sua vinda ao país tropical, mas foi em 1962, a convite de Darcy Ribeiro, antropólogo e criador da UnB, que Yvonne chegou à capital federal.

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Foto: Arquivo pessoal

Em Brasília, na universidade, Yvonne atuou como professora, tradutora e intérprete simultânea. Ela também foi responsável pelo Centro de Extensão Cultural, que atuou e organizou cursos de extensão de artesanato no Brasil. Na parte cultural, foram realizados pela UnB cursos e palestras com artistas locais e de outros estados, como o de “Artesanato no Brasil”, que ela orientou em 1963. No ano de 1964, o golpe militar impactou a vida de Yvonne, assim como da própria universidade, que foi alvo de invasões por tropas militares. Nos 18 meses seguintes ao golpe, foram realizadas duas invasões militares com a justificativa de expurgar os comunistas da instituição: em abril de 1964 e em outubro de 1965. A segunda ocasionou a demissão de 223 funcionários por ordem da ditadura. Yvonne não deixou de expressar, em seus escritos, seu desconforto com a situação.

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Foto: Arquivo pessoal

Como jornalista, Yvonne escreveu crônicas e reportagens sobre vários temas, mas principalmente sobre educação, arte, cultura e seu cotidiano em suas diversas funções. Ela trabalhou no Correio Braziliense na década de 60, onde assinava quatro colunas e falava sobre as escolas e a UnB. No Jornal de Brasília, atuou por 10 anos na década de 70, com a coluna “Ensino dia a dia.”

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Suas colunas apresentavam um caráter crítico, descritivo e interventivo. Ela era uma defensora da educação e do ensino em Brasília. Entre seus diversos artigos, enfatizou principalmente questões como os problemas da cultura escolar, desigualdade escolar e relações entre culturas escolares e culturas urbanas.

Homenagem

Em 24 de março de 1981, Yvonne Jean faleceu. E, 43 anos depois, seu trabalho e sua importância para a cultura e a educação da cidade e da UnB ainda são fortemente reconhecidos. Na última sexta-feira (8), a universidade homenageou a intelectual com o seminário intitulado “Seguindo os rastros de Yvonne: Yvonne Jean e a educação em Brasília nos anos de sua fundação”, que fez parte da 24ª Semana Universitária da instituição. O evento reuniu professores e também contou com a presença de João Luiz da Fonseca, filho e herdeiro de Yvonne Jean, que agregou aos seus conhecimentos toda a história e memória de sua mãe.

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Foto: Arquivo pessoal

O seminário discutiu a influência de Yvonne Jean na educação, cultura e arte de Brasília, especialmente durante o período de criação da UnB. A professora/doutora Benedetta Bisol abriu o seminário com uma palestra sobre a biografia intelectual de Yvonne, destacando o impacto de suas ideias no desenvolvimento cultural e educacional da capital federal nos anos 1960. Em seguida, o professor/doutor Juarez José Tuchinski dos Anjos apresentou uma análise das colunas escritas por Yvonne, nas quais ela abordava as culturas escolares em Brasília, refletindo sobre o cenário educacional da época. Por fim, a também professora/doutora Etienne Baldez Louzada Barbosa explorou a visão de Yvonne Jean sobre os jardins de infância em Brasília, discutindo tanto o olhar fotográfico quanto os escritos da educadora sobre a importância da infância e do espaço escolar.

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João Luiz da Fonseca. – Foto: Camila Coimbra/Jornal de Brasília

João Luiz da Fonseca, filho de Yvonne Jean, não escondeu a emoção ao participar do seminário em homenagem à sua mãe. “Para mim, a homenagem que a Universidade de Brasília fez para a Yvonne Jean nesta sexta-feira foi uma das maiores emoções da minha vida. Não tem preço reviver a sua brilhante trajetória, desde que colocou os pés no Brasil e virou uma brilhante brasileira. Foi como reviver todos os momentos que passei ao lado da minha mãe, desde a infância e sentir como ela é admirada até hoje! Percebi o entusiasmo dos historiadores que tanto estudaram a trajetória da sua vida dedicada à educação, cultura e, principalmente, ao jornalismo”. Para João Luiz, que é repórter e colunista de Fórmula 1 do Jornal de Brasília, valeu a pena ter doado o acervo de sua mãe ao Arquivo Público, o que fará com que o seu legado seja eterno.

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Fonte: Jornal de Brasilia

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Liderança feminina avança no franchising e transforma cultura, resultados e expansão das redes

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No Dia da Mulher, executivas de grandes marcas mostram como estratégia, propósito e gestão colaborativa impulsionam o crescimento do franchising no Brasil

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São Paulo (SP), março de 2026 – Segundo levantamento do Sebrae, com base na PNAD Contínua do IBGE, o Brasil conta com cerca de 10,3 milhões de mulheres à frente de negócios próprios. No franchising, setor reconhecido por oferecer modelo estruturado, suporte e escalabilidade, o protagonismo feminino cresce de forma consistente. As mulheres já são maioria na força de trabalho das franquias e ampliam presença na liderança de unidades e franqueadoras ano após ano. Mais do que avanço estatístico, o movimento revela uma mudança de mentalidade: cada vez mais mulheres escolhem construir patrimônio, liderar equipes e assumir decisões estratégicas.

 

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Essa transformação também se reflete dentro das corporações. Mulheres avançam na liderança empresarial e começam a ocupar, ainda que gradualmente, os cargos mais estratégicos. Em paralelo, o mercado amadureceu: diversidade deixou de ser apenas pauta social para se consolidar como vantagem competitiva. Empresas diversas inovam mais, entendem melhor o consumidor e se adaptam com maior agilidade, especialmente em setores ligados a comportamento, experiência e relacionamento, como saúde, beleza e serviços.

 

No setor de franquias, o avanço é expressivo. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as mulheres já são maioria nas redes franqueadoras: a participação passou de 46% para 57% entre 2015 e 2024. Também houve crescimento nos cargos de liderança das franqueadoras, que saltaram de 19% para 29% no período.

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No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, cinco sócias e C-levels apontam os desafios de serem líderes no mercado brasileiro e soluções encontradas para ter uma gestão eficiente.

 

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Andrea Kohlrausch – presidente da Calçados Bibi 

 

Assumir a presidência de uma empresa que é pioneira no segmento de calçados infantis e está em constante crescimento no mercado brasileiro há 76 anos é um desafio e tanto. Liderar uma equipe e mantê-la engajada é fruto de líderes maduros que inspiram colaboradores. Em empresas familiares, como a Calçados Bibi, sucessões no cargo de presidência são inevitáveis com o passar dos anos. O principal desafio é manter o legado e DNA da marca com excelência na próxima gestão. E sabemos que todo o processo é minucioso, ou seja, a passada do bastão não pode e não deve ser feita às pressas. Em abril de 2019, data em que a marca comemorou os 70 anos de atuação da Bibi no Brasil, foi finalizado o processo que contou com várias etapas e durou exatos sete anos. Dessa forma, Andrea Kohlrausch ocupou o lugar de seu pai e antecessor na presidência.

 

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Segundo a executiva, um dos maiores desafios de ser líder mulher é equilibrar os diferentes papéis e responsabilidades, como gestora, empreendedora, mãe, esposa, filha e amiga. Para atender a agenda pessoal e a profissional, a empresária explica que a organização é essencial para contemplar todos os compromissos de forma equilibrada, sem ter o sentimento de culpa e infelicidade. “Para dar conta dos deveres de ser presidente de uma empresa com mais de 1.100 colaboradores e uma rede de franquias com mais de 150 lojas no Brasil, na América Latina e África, tive que desenvolver uma rede de apoio e, ao longo do tempo, aprendi a descentralizar algumas tarefas. Com dois filhos, foi necessário administrar a agenda deles à distância, devido aos compromissos profissionais e, dessa forma, otimizar meu tempo de forma mais eficiente”, revela.

 

Outro desafio apontado pela empresária é cuidar da saúde e do bem-estar pessoal. Ao longo dos anos com vários papéis para exercer, Andrea conseguiu reservar o primeiro horário da manhã para si. Ela conta que, muitas vezes, sua saúde foi negligenciada devido aos compromissos diários. “Sempre gostei de esportes, mas vivi fases de sedentarismo. Hoje, acordo às 05h15 para me priorizar e ter uma vida mais ativa e saudável. Enquanto todos dormem, já estou iniciando as atividades físicas para estar bem, desenvolver a agenda profissional e ter um tempo de qualidade com minha família”, finaliza.

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Lilian Marques – diretora de Expansão Brasil da Rede iGUi

No segmento de Casa e Construção, Lilian Marques é um dos principais nomes por trás da estratégia de expansão e eventos da Rede iGUi, referência global em piscinas pré-fabricadas. À frente da Diretoria de Expansão, a executiva lidera o desenvolvimento territorial da marca no Brasil. Conduz negociações estratégicas, estudos de mercado e a implantação de novas operações em diferentes perfis de praça.

Com sólida experiência em franchising e forte atuação na estruturação de redes, Lilian tem papel importante na consolidação da iGUi como uma das maiores franquias do País em número de operações. A iGUi lidera o Ranking ABF de Franquia Internacional por número de países (a iGUi está presente em mais de 50 nações de cinco continentes). Sua liderança combina visão analítica, proximidade com franqueados e foco em performance sustentável, fatores essenciais em um segmento que envolve planejamento de longo prazo.

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Para a executiva, um dos principais desafios da mulher em cargos estratégicos ainda é romper estereótipos em setores tradicionalmente masculinos, como o de construção e bens duráveis. “É preciso demonstrar competência técnica, visão de negócio e segurança na tomada de decisão. Ao mesmo tempo, acredito que a liderança feminina agrega capacidade de escuta, construção de relacionamento e visão sistêmica, competências fundamentais para expandir com consistência”, destaca.

Lilian também ressalta que a expansão responsável passa por inteligência de mercado e parceria sólida com o franqueado. “Crescer não é apenas abrir novas unidades, mas garantir que cada operação tenha viabilidade, suporte e potencial de rentabilidade. Expansão estruturada é o que sustenta a perenidade da rede.” Sua trajetória reforça como a presença feminina em áreas estratégicas, como expansão e desenvolvimento de mercado, contribui diretamente para o fortalecimento e a competitividade do franchising brasileiro.
Renata Morais – sócia-administradora da Rockfeller Language

 

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À frente de uma das maiores redes de ensino de idiomas do país, Renata Morais construiu sua trajetória mostrando que liderança feminina é sinônimo de estratégia, sensibilidade e visão de longo prazo. Sócia-fundadora e administradora da Rockfeller Language Center, rede com mais de 20 anos de atuação, mais de 100 unidades e faturamento de R$ 80 milhões em 2024, ela ajudou a transformar a marca em referência nacional, apostando em inovação e no uso pioneiro de Inteligência Artificial no ensino. Em um cenário em que mulheres ainda são minoria na alta liderança, Renata destaca o desafio de equilibrar firmeza e emoção sem perder autenticidade. Montanhista e praticante de yoga, ela compara a liderança a uma trilha, o sucesso não está apenas no topo, mas no percurso e na capacidade de não caminhar sozinha. Sua história reforça que é possível unir performance e propósito, conduzindo uma grande operação com autoridade e sensibilidade. Atualmente, aproximadamente de 15% dos franqueados da rede são mulheres, um número que evidencia avanços, mas também reforça a importância de ampliar o protagonismo feminino no franchising, pauta que Renata defende ativamente, incentivando mais mulheres a ocuparem espaços de decisão, investirem em seus próprios negócios e enxergarem no empreendedorismo um caminho real de autonomia e transformação.

 

Bruna Vasconi – sócia-fundadora do Peça Rara Brechó

 

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A trajetória de Bruna Vasconi simboliza a força do empreendedorismo feminino que nasceu da necessidade e alcançou projeção nacional. De sacoleira na adolescência à sócia-fundadora e presidente do conselho do Peça Rara Brechó, a empresária começou a vender roupas aos 13 anos. Já na faculdade de Psicologia, transformou o complemento de renda familiar em vocação empresarial. Sem capital inicial, pediu R$ 7 mil emprestados à avó para abrir um brechó em consignação, até então embrião de uma marca que já nasceu estruturado e com visão de crescimento. Após consolidar sete lojas próprias em Brasília, Bruna iniciou o franqueamento em 2019 e acelerou a expansão nacional, ultrapassando 130 unidades, 4 milhões de itens vendidos e faturamento superior a R$ 250 milhões em 2025. Após 19 anos, a marca é considerada uma das mais importantes de moda circular no país, um modelo que une rentabilidade, impacto ambiental e responsabilidade social.

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“Dentre os principais desafios de ser mulher, mãe de 4 filhos, esposa e empresária no comando de uma grande operação é a gestão de tempo. Em alguns momentos, você é cobrada e questionada. Por outro lado, vem a satisfação de manter uma cultura sólida e o acompanhamento constante para manter a consistência que a marca requer, com tantas unidades espalhadas pelo país, diferentes franqueados/ gestores e as peculiaridades regionais”. O segredo da empreendedora é manter a firmeza, construir alianças estratégicas com outras mulheres, inclusive, e não deixar que apaguem sua autoridade. A oportunidade de ocupar um lugar de referência no mercado faz com que outras mulheres se interessem e se motivem a buscar oportunidades para se desenvolverem profissionalmente também. Além disso, a liderança feminina pode e deve ser um diferencial para fortalecer a empresa, com o olhar atento, uma abordagem mais conciliadora, que busca soluções equilibradas e evita rupturas bruscas. Mulheres tendem a mediar conflitos com mais diálogo e sensibilidade.

 

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Luciana Melo – CEO e fundadora do Café Cultura 

 

Para Luciana Melo, a liderança feminina traz uma abordagem mais colaborativa, empática e estratégica, características que têm um impacto positivo na construção de negócios sustentáveis e inovadores. “Vejo que mulheres líderes costumam equilibrar resultado e propósito, criando ambientes mais inclusivos e times mais engajados”. Outro ponto é que, para ela, as mulheres têm uma grande capacidade de resiliência e adaptação, algo essencial no cenário empresarial atual. “No Café Cultura, essa visão tem sido fundamental para a expansão da marca, pois a liderança baseada em valores, inovação e relacionamento tem sido um diferencial competitivo”. Luciana ainda acredita que há desafios a serem superados, mas que há, ainda, um avanço significativo no reconhecimento da importância da liderança feminina em diversos setores. “Quanto mais mulheres ocupam posições estratégicas, mais abrimos caminho para que novas gerações tenham exemplos concretos de que é possível liderar e transformar mercados”. Já quando os assuntos são os desafios vencidos, um dos maiores foi conciliar crescimento acelerado com manutenção da essência da marca. “Expandir o Café Cultura por meio de franquias exigiu uma nova mentalidade de gestão, construção de processos sólidos e uma comunicação eficiente para garantir que cada unidade transmitisse os valores da marca”.

 

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Mas, não só. “Outro desafio constante é a necessidade de provar competência em ambientes ainda predominantemente masculinos. Para vencer isso, sempre acreditei que resultado, consistência e inovação falam mais alto. Quando você entrega um trabalho bem-feito, supera expectativas e gera impacto positivo, as barreiras começam a cair. Além disso, o apoio de uma rede de mentoria e networking foi essencial. Trocar experiências com outras empreendedoras e líderes me ajudou a enxergar novos caminhos e fortalecer minha atuação. O aprendizado contínuo e a capacidade de se reinventar são, sem dúvida, os maiores aliados para vencer desafios e continuar crescendo”, finaliza.

 

Claudia Abreu – CEO Royal Face

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A transformação também é visível no segmento de saúde e estética. À frente da Royal Face, uma das maiores redes de estética do país, a CEO Claudia Abreu representa uma geração de executivas que decidiram assumir o protagonismo da própria trajetória. Antes de chegar ao comando, Claudia construiu sua trajetória liderando projetos complexos, estruturando operações, impulsionando crescimento e conectando estratégia com execução, algo que, no mundo real dos negócios, faz toda a diferença. Com forte atuação em transformação digital, experiência do cliente e expansão, ela desenvolveu uma visão prática de liderança: resultado é consequência de cultura, gente preparada e decisão rápida. “Liderar é transformar potencial em resultado com propósito. Quando mais mulheres ocupam posições estratégicas, ampliamos a visão dos negócios e criamos empresas mais fortes e sustentáveis. Quero que cada vez mais mulheres se sintam preparadas para liderar e empreender, sem esperar validação externa para isso”, afirma.

 

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