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Programa oferece mil vagas para castração gratuita de cães e gatos em Taguatinga

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Castra-DF promove saúde pública, controle populacional e bem-estar animal

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Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), lançou mais uma edição do Castra-DF, programa gratuito de castração de cães e gatos que promove saúde pública, controle populacional e bem-estar animal.

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Nesta etapa, serão disponibilizadas mil vagas para castração de pets, com a realização de exames pré-operatórios, como hemograma e avaliação clínica, garantindo a segurança e a saúde dos animais durante o procedimento. O cadastro será presencial e por ordem de chegada, no dia 21 de junho, a partir das 7h45, no Centro Cultural Taguaparque, localizado na Rodovia DF-001, Pistão Norte, em Taguatinga. Cada tutor pode inscrever até dois animais e o atendimento seguirá critérios técnicos e histórico de participação. Animais com, no mínimo, seis meses e dois quilos poderão ser contemplados.

A secretária extraordinária de Proteção Animal, Edilene Cerqueira ressalta que a castração “é uma medida preventiva que impacta diretamente na saúde dos animais e na realidade das comunidades” | Foto: Divulgação/Sepan-DF

As cirurgias estão previstas para ocorrer entre os dias 15 de julho e 20 de agosto, nas Unidades Móveis de Castração, que ficarão estacionadas na Praça do Respeito, atrás da Administração do Taguaparque.

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“A castração é uma medida preventiva que impacta diretamente na saúde dos animais e na realidade das comunidades. Com o Castra-DF, levamos esse cuidado a quem mais precisa, promovendo bem-estar, cidadania e o direito dos animais a uma vida digna”, afirma secretária extraordinária de Proteção Animal, Edilene Cerqueira.

A expectativa da Sepan é reduzir o número de animais abandonados e estimular a posse responsável. Parte das vagas será reservada para atendimento prioritário conforme determina a Lei nº 14.626/2023.

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Além dos procedimentos cirúrgicos, o programa oferece capacitação profissional gratuita com cursos presenciais e online nas áreas de banho e tosa, adestramento e auxiliar veterinário.

Mais informações e o resultado final do cadastro podem ser conferidos nos sites castradf.com.br e sepan.df.gov.br.

*Com informações da Sepan-DF

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Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda

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Eleitoras enfrentam barreiras de engajamento e a polarização em meio a discursos que tentam desacreditar sua força

As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).

Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.

A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

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Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.

Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.

Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.

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FONTE:

brasildefato

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