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Rede Feminina de Combate ao Câncer recebe doação de mais de R$ 50 mil

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No ano passado, a cooperativa repassou mais de R$ 40 mil à entidade | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF

Campanha do Outubro Rosa da Copacol direcionou porcentagem das vendas do filé de tilápia à entidade que acolhe pacientes oncológicos no Hospital de Base

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

A Rede Feminina de Combate ao Câncer recebeu, nessa quinta-feira (6), R$ 52.864 de doação da filial brasiliense da Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol). O valor, que corresponde à arrecadação gerada pela campanha Outubro Rosa da empresa, é resultado de uma porcentagem da venda total do filé de tilápia congelado durante o mês de outubro.

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A cerimônia foi realizada na sede da Rede Feminina, no estacionamento do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), e contou com a presença da coordenadora da entidade, Larissa Bezerra, do presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), Cleber Monteiro, e do gerente regional da Copacol Brasília, André Ossuna.

No ano passado, a cooperativa repassou mais de R$ 40 mil à entidade | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF 

Em sua 8ª edição, a campanha tem aumentado o volume de doações a cada ano. Em 2024, a cooperativa repassou mais de R$ 40 mil à entidade. O crescimento em 2025 reafirma o compromisso da Copacol com causas sociais e com o bem-estar das comunidades onde atua.

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Para André Ossuna, o resultado é motivo de orgulho coletivo e reforça o propósito da cooperativa. “Há sete anos realizamos essa campanha e, a cada edição, conseguimos ampliar o valor do cheque. Este ano batemos novamente o recorde regional. Isso mostra que nossa equipe, parceiros e clientes estão verdadeiramente engajados em fazer o bem”, afirma.

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Segundo o gerente, a empresa escolheu a Rede Feminina por acreditar na seriedade e no impacto do trabalho que a entidade promove junto aos pacientes oncológicos.

Uma parceria que transforma

A coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, agradeceu a doação e destacou a importância da continuidade da parceria. “Não é coincidência, é providência estarmos aqui juntos mais uma vez. Esse valor representa esperança e nos permite planejar novas ações para o próximo ano, como o fornecimento de cestas básicas e lanches aos acompanhantes dos pacientes”, declara.

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Segundo André Ossuna, a empresa escolheu a Rede Feminina por acreditar na seriedade e no impacto do trabalho que a entidade promove junto aos pacientes oncológicos

Larissa reforçou que o trabalho da instituição é movido por empatia. “Nossa missão é acolher com amor e dignidade. Cada parceria renova nossa força para seguir cuidando de quem mais precisa”, ressalta.

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Durante o evento, o presidente do Instituto, Cleber Monteiro, destacou o papel essencial da Rede Feminina no atendimento aos pacientes do Hospital de Base. “A Rede é uma engrenagem fundamental do nosso sistema. Quando uma empresa como a Copacol se une a essa causa, todos ganham, os pacientes, o hospital e a sociedade”, destaca.

Quase três décadas de voluntariado

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Fundada em 1996 por Maria Thereza S. Falcão, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília atua no Hospital de Base oferecendo apoio emocional, material e humanização do atendimento a pacientes oncológicos e familiares.

A instituição mantém a Casa de Apoio, realiza doações de cestas básicas, kits de higiene, fraldas e cadeiras de rodas, e promove oficinas, bazares e outras atividades voltadas ao acolhimento. Atualmente, conta com cerca de 150 voluntárias e mais de 40 projetos sociais, consolidando-se como um dos maiores exemplos de solidariedade contínua no Distrito Federal.

 

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*Com informações do IgesDF

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Eleições 2026: nenhum eleitor pode ser preso a partir desta terça

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Medida evita que eleitores deixem de votar
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

A partir desta terça-feira (20), cinco dias antes do segundo turno das eleições, nenhum eleitor pode ser preso ou detido por qualquer autoridade, com exceção de prisões em flagrante delito, prisões realizadas em razão de sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. 

A medida está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e tem como objetivo evitar que prisões ou detenções impeçam a participação de eleitores no pleito.

A legislação prevê ainda que, caso ocorra alguma prisão nesse período, a pessoa detida deverá ser imediatamente apresentada ao juiz competente. Se a autoridade judicial constatar que a detenção é ilegal, deverá determinar a soltura e responsabilizar quem a realizou.

A regra também foi aplicada no primeiro turno das eleições, realizado no último dia 4.

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Candidatos

Desde 10 de outubro, 15 dias antes da votação, candidatos que disputam o segundo turno também não podem ser presos ou detidos, exceto em flagrante delito. A mesma garantia se estende a mesários e fiscais de partido durante o exercício de suas funções, nos termos da legislação eleitoral.

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