Politica
Secretário do Entorno reúne presidentes de Câmaras para alinhar ações em prol da região
Encontro aproximou o Estado dos Legislativos municipais e reforçou união por soluções conjuntas para a RME
O secretário de Estado do Entorno do DF, Pábio Mossoró, recebeu na tarde desta segunda-feira (3/11) os presidentes das Câmaras Municipais da Região Metropolitana do Entorno (RME). O objetivo foi fortalecer a integração entre o Governo de Goiás e o Legislativo local, promovendo diálogo direto sobre demandas comuns e projetos em andamento para o desenvolvimento regional.
“Foi muito importante essa aproximação com os níveis decisórios dos nossos municípios. Ao falar diretamente com os presidentes, buscamos envolver todos os vereadores nessa união pelo Entorno, construindo soluções conjuntas para desafios semelhantes”, afirmou Pábio Mossoró.
Durante o encontro, foram apresentados os principais planos de ação e iniciativas do Estado voltados à melhoria dos serviços públicos e ao fortalecimento da região. A proposta foi bem recebida pelos representantes municipais. Para o vereador José Lopes, de Novo Gama, essa interação é fundamental “os maiores formadores de opinião são os vereadores. Eles são a porta de entrada do poder público para a população.”
O presidente da Câmara de Planaltina de Goiás, Raimundo Nonato Martins (Raimundo Gods), destacou o caráter histórico da reunião ao reunir, no mesmo espaço, lideranças legislativas de toda a RME. “É uma oportunidade rara de sentarmos na mesma mesa todos os representantes das Casas Legislativas municipais para alinhar uma voz forte para o Entorno.”
O presidente da Câmara de Águas Lindas de Goiás, Oliveira Júnior, avaliou o encontro como um primeiro passo importante para consolidar uma atuação unificada entre os legislativos da região. Segundo ele, o grupo “começou bem e pretende se firmar” como voz permanente em defesa dos interesses do Entorno.
O encontro na Secretaria do Entorno reuniu os presidentes das Câmaras de Vereadores dos municípios da região, entre eles: Raimundo Gods (Planaltina de Goiás), Oliveira Júnior (Águas Lindas de Goiás), Vandilson Felipe (Santo Antônio do Descoberto), Chico Mota (Cocalzinho de Goiás), Walison Lacerda (Valparaíso de Goiás), Marcelo Enfermeiro (Cristalina), José Divino (Cidade Ocidental) e Felipe do Mandu (Luziânia). Representando o presidente da Câmara de Novo Gama, estiveram presentes os vereadores Marquim do Baxim e José Lopes.
Secretaria de Estado do Entorno do DF | Governo de Goiás
Politica
Lula eleva combate ao crime organizado a ação de Estado e articula atuação integrada entre Poderes
A proposta prevê que órgãos como Polícia Federal e Receita Federal sigam atuando na persecução penal e fiscal, mas em sintonia institucional com o Ministério Público e o Judiciário – Foto:
JUSTIÇA E SEGURANÇA
Decisão anunciada pelo ministro da Justiça prevê atuação coordenada de órgãos do Executivo, Ministério Público e Judiciário para ampliar a efetividade no enfrentamento às organizações criminosas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu elevar o combate ao crime organizado ao status de ação de Estado, em uma estratégia que envolve a atuação integrada e permanente de órgãos do Executivo, do Ministério Público e do Poder Judiciário. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira, 15 de janeiro, pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima, após reunião convocada pelo presidente no Palácio do Planalto.
O encontro reuniu ministros de Estado, autoridades do sistema de Justiça e dirigentes de órgãos estratégicos, como a Polícia Federal, a Receita Federal, o Banco Central e o Ministério Público. Segundo o ministro, a medida reflete a gravidade do avanço do crime organizado no país e a necessidade de uma resposta à altura, com coordenação institucional e respeito às atribuições constitucionais de cada órgão.
“Houve uma decisão do presidente da República, compartilhada por todos os atores presentes, de elevar ao status de ação do Estado o combate ao crime organizado”, afirmou Wellington César Lima.
ATUAÇÃO COORDENADA E PERMANENTE – De acordo com o ministro, a nova diretriz reconhece que ações isoladas de governo, ainda que eficientes, não são suficientes para enfrentar organizações criminosas que atuam de forma estruturada, transnacional e com forte poder econômico.
A proposta prevê que órgãos como Polícia Federal e Receita Federal sigam atuando na persecução penal e fiscal, mas em sintonia institucional com o Ministério Público e o Judiciário, de modo a garantir maior efetividade às investigações, denúncias e decisões judiciais. “Para que essas iniciativas alcancem um determinado grau de eficácia, precisam da colaboração desses órgãos de Estado”, destacou o ministro.
INTEGRAÇÃO E RESPEITO – A articulação envolve também os conselhos nacionais do Ministério Público e da Justiça. Segundo Wellington César Lima, houve manifestação de apoio do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Alexandre de Moraes, no sentido de viabilizar um espaço institucional de cooperação permanente.
A coordenação, ressaltou o ministro, será feita com absoluto respeito às autonomias e aos limites constitucionais de cada Poder, reforçando a institucionalidade democrática no enfrentamento ao crime organizado.
INTEGRAÇÃO E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL – O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, reforçou que a integração já tem produzido resultados concretos e será aprofundada com a nova diretriz presidencial. Ele destacou a cooperação com órgãos como Banco Central, Receita Federal e Controladoria-Geral da União, além da atuação internacional da PF.
Como exemplo, citou uma operação recente que resultou na apreensão de quase 10 toneladas de drogas na Espanha, a maior da história daquele país, a partir de investigações conduzidas no Brasil em parceria com autoridades estrangeiras.
DESCAPITALIZAÇÃO – Outro eixo central da estratégia é o enfrentamento do poder econômico das organizações criminosas. Segundo Andrei Rodrigues, a Polícia Federal tem priorizado ações de inteligência e planejamento para atingir o chamado “andar de cima” do crime organizado. “Enfrentar o poder econômico do crime organizado é essencial para que a gente tenha resultados efetivos e perenes”, afirmou.
PRÓXIMOS PASSOS – O ministro da Justiça informou que novas medidas e ações estruturantes serão detalhadas em reuniões posteriores, incluindo a organização da equipe do ministério e o aprofundamento da cooperação federativa com estados e governadores.
Segundo ele, a decisão do presidente Lula representa um marco na resposta do Estado brasileiro ao crime organizado, ao reconhecer que o tamanho do desafio exige uma atuação integrada, contínua e acima de governos. “Há uma constatação de que o tamanho do problema justifica e merece uma conjugação de esforços dessa escala”, concluiu.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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