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Saúde

Rede Feminina doa cestas básicas, panetones e solidariedade neste Natal

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Fotos: Alberto Ruy/IgesDF
Pacientes do Hospital de Base receberam 500 cestas básicas, mil panetones e diversos outros itens
 
Por Giovanna Inoue
Em meio aos pisca-piscas, árvores e decorações natalinas, a Rede Feminina de Combate ao Câncer realizou, nesta quinta-feira (18), uma ação solidária voltada aos pacientes em acompanhamento no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF). Ao todo, foram entregues 500 cestas básicas, mil panetones, além de ovos, leite, protetor solar, kits de higiene pessoal e brindes avulsos.
A iniciativa foi marcada por momentos de acolhimento, sorrisos, abraços e pelo espírito natalino. Com música, descontração e alegria, o evento contou até com a presença do bom velhinho, o Papai Noel.  A vice-presidente da Rede Feminina, Cláudia Falcão Bastos, conta que a ação de Natal representa o ponto alto de todo o trabalho desenvolvido ao longo do ano.
“É muito gratificante poder bancar o Papai Noel para outras pessoas. O diagnóstico de câncer já deixa o Natal mais difícil, mas esperamos conseguir alegrar um pouco esse momento. Isso traz muita gratificação para todos nós”, relata.
Para Larissa Bezerra, coordenadora da Rede, a iniciativa encerra o ano de 2025 com emoção e sentimento de missão cumprida. “O sucesso da Rede está em trazer para dentro do hospital, para o paciente que está em tratamento, esse momento mágico e compartilhar a energia do Natal. Hoje, a solidariedade vai ser vivenciada”, afirma.
Uma das pessoas que deixou o local com os braços cheios de doações foi Edineia Viana Pinto. Ela conta que passou para pegar a cesta básica antes de seguir para uma sessão de terapia no hospital. “A sensação é de felicidade por poder participar desse evento. Isso sempre me ajuda muito”, comenta.
O evento durou toda a manhã e foi encerrado com uma tradicional galinhada servida para pacientes, acompanhantes e colaboradores do hospital. Segundo Larissa, o prato fechou o dia com “chave de ouro”. “Todos hoje vão levar um pouquinho de amor da Rede Feminina. Passamos o ano inteiro semeando carinho e colhendo pétalas; em dezembro, colhemos um grande buquê”, confessa.
Futebol no Natal
Além do rosa da Rede Feminina, o jardim do Hospital de Base ficou tomado pelo vermelho e preto na tarde desta quarta-feira (17). Isso porque a instituição montou um telão para transmitir a final da Copa Intercontinental de Futebol, permitindo que pacientes e colaboradores torcessem juntos. A partida foi entre Flamengo e Paris Saint-Germain (PSG).
Com ombros tensos, mãos inquietas e olhos atentos à tela, Vanderico Bastos foi um dos pacientes que acompanhou o jogo do início ao fim. Ele, que é flamenguista “graças a Deus”, conta que foi avisado sobre a transmissão e chegou cedo para garantir um lugar na primeira fila.
“Acho ótimo que tenham montado um espaço para vermos o jogo. Agora posso torcer pro timão”, comenta.
Apesar da animação inicial, o resultado não foi favorável para o time brasileiro. A decisão foi para os pênaltis, com o PSG conquistando o título. Para Larissa, a frustração não foi suficiente para apagar o significado do momento.
“Não foi o final que a gente esperava, mas foi muito legal conseguir reunir tantos fãs de futebol, até quem não torce pelo Flamengo. A ideia deu certo, porque ninguém viveu esse momento sozinho”, conclui.
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Saúde

Empresas serão obrigadas a fiscalizar vacinas dos colaboradores?

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O que é fake news e o que realmente muda para empregadores com a Lei nº 15.377/2026.

No último dia 6 de abril, foi publicada a Lei nº 15.377/2026, que altera a CLT para determinar que empresas disponibilizem informações sobre campanhas oficiais de vacinação, HPV e cânceres de mama, colo do útero e próstata a seus empregados.

Bastaram algumas horas para os comentários na internet esquentarem. No Instagram, um seguidor do Pleno News reagiu assim: “Mais um encargo para o empresário. Preocupar com a caderneta de vacinação de um monte de marmanjo.”

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Outras dúvidas apareceram na sequência: “Detectar câncer? Que exame é esse?” “Não quero patrão mandando no meu corpo.”
Na prática, o que esses comentários revelam é algo que vejo com frequência no meu trabalho como advogada empresarial: a desinformação sobre direito do trabalho no Brasil é grande, e ela prejudica tanto o trabalhador quanto o empresário.

Por isso, minha intenção neste artigo é esclarecer o que a Lei nº 15.377/2026 realmente diz, o que muda na prática e o que é, simplesmente, fake news.

Empresas terão que fiscalizar a caderneta de vacinação dos colaboradores?

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Não. Essa afirmação é fake news.

A lei não cria nenhuma obrigação de controle, cobrança ou fiscalização sobre o histórico vacinal de ninguém. O que ela determina é que a empresa disponibilize informações sobre campanhas oficiais de vacinação. Informar é diferente de fiscalizar. A empresa comunica. O trabalhador decide.

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Aliás, empresas já fazem isso rotineiramente com dezenas de outros temas: campanhas de saúde mental, prevenção de acidentes, programas de qualidade de vida. A lei apenas inclui mais um tema nesse rol de comunicação interna que o RH já conhece bem.

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Que exame de câncer é esse? O que é o HPV e o que tem a ver com o Papanicolau?
O HPV é uma infecção sexualmente transmissível comum que, em determinados casos, pode evoluir para cânceres. O Papanicolau, o popular “preventivo”, é o exame que rastreia alterações celulares causadas pelo HPV antes que se tornem um problema grave. Para os homens, os exames de rastreamento de câncer de próstata incluem o PSA e o toque retal.

São exames simples, acessíveis pelo SUS e que salvam vidas quando feitos regularmente. O problema é que muita gente adia por não conseguir faltar ao trabalho sem prejuízo financeiro. É exatamente nesse ponto que a nova lei atua.

Quem deve se vacinar contra o HPV?
A vacina contra o HPV está disponível gratuitamente pelo SUS, mas com critérios definidos pelo Ministério da Saúde: meninas e meninos de 9 a 14 anos, pessoas imunossuprimidas ou vítimas de violência sexual até 45 anos.

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A maioria dos trabalhadores adultos não se enquadra nesses critérios. Para essa parcela, o que a lei promove na prática é o acesso à informação sobre os exames preventivos, o principal instrumento de detecção precoce disponível para quem já passou da faixa etária da vacinação.

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O que muda para as empresas na prática com a Lei nº 15.377/2026?
As empresas passarão a incluir nos seus canais internos de comunicação informações sobre vacinação, HPV e os cânceres previstos na lei, seguindo as orientações do Ministério da Saúde.

A mudança mais concreta está no art. 473 da CLT: o trabalhador agora pode faltar para realizar exames preventivos sem desconto no salário. Essa ausência passa a ser falta justificada por lei. Para o RH, isso significa atualizar políticas internas e garantir que nenhum desconto indevido seja aplicado.

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Dito isso, vale, enfim, ressaltar que a Lei nº 15.377/2026 não invade a vida privada de ninguém. Ela remove um obstáculo: o medo de perder o dia de trabalho na hora de cuidar da saúde. Diagnóstico precoce salva vidas, e uma falta justificada pode ser a diferença entre um tratamento simples e um quadro avançado.

 

 

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CRÉDITOS:

Por Thassya Prado, advogada empresarial e idealizadora do @entendaseudireito.

 

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CRÉDITOS:

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Foto: Cristine Rochol

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