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12/3, Dia do Bibliotecário: profissional é essencial para mediação da informação e na formação de leitores

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Em tempos de desinformação, bibliotecários tornam-se guardiões da leitura crítica

São Paulo, 11 de março de 2026 – Celebrado em 12 de março no Brasil, o Dia do Bibliotecário é uma homenagem ao nascimento de Manuel Bastos Tigre (1882–1957), reconhecido como o primeiro bibliotecário concursado do país. Engenheiro, poeta, publicitário e profissional da informação, Bastos Tigre foi um dos pioneiros na organização técnica de bibliotecas brasileiras e contribuiu para a valorização da Biblioteconomia como campo estruturado de conhecimento. A escolha da data reconhece não apenas sua trajetória, mas também a importância histórica da profissão na promoção do acesso à informação, à leitura e à cultura no país.

O QUE FAZ UM BIBLIOTECÁRIO?
Para ser um bibliotecário, é preciso ter ensino superior em Biblioteconomia e registro no Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB). De acordo com dados do Conselho Federal de Biblioteconomia, existem cerca de 21 mil desses profissionais no Brasil, número insuficiente para a demanda no País – estimativas diversas calculam ser necessários mais de 100 mil deles.

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Em um cenário marcado pelo excesso de informações, conteúdos digitais de diferentes níveis de confiabilidade e novas formas de leitura, o bibliotecário assume um papel central na mediação do conhecimento, na democratização do acesso à informação e na formação de leitores críticos, autônomos e conscientes.
Muito além da organização de acervos, esse profissional atua como curador de conteúdos, parceiro pedagógico e agente de transformação cultural dentro das escolas. Ao integrar leitura, tecnologia e educação, o bibliotecário contribui diretamente para o desenvolvimento acadêmico, socioemocional e cultural dos estudantes, fortalecendo competências essenciais para o século XXI.
Ao promover acesso igualitário ao conhecimento, incentivar a leitura e fortalecer a educação, esses profissionais reafirmam a biblioteca como espaço vivo de aprendizagem, cultura e transformação social.
FALTAM BIBLIOTECAS NO BRASIL
Segundo dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), o Brasil tinha 5.293 bibliotecas públicas em 2020, número que representa cerca de uma biblioteca para cada 40 mil habitantes no País. Nesse cenário, as bibliotecas das escolas são grandes aliadas ao acesso à leitura, apesar de nem todas possuírem esse recurso. Segundo o Censo Escolar 2023, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas 55% das escolas públicas e privadas possuem bibliotecas.
O QUE FAZ O BIBLIOTECÁRIO NA ESCOLA?
No ambiente escolar, o bibliotecário atua na orientação do uso de catálogos, bases de dados e fontes confiáveis, ensinando o estudante a pesquisar com autonomia. Ao incentivar a busca por diferentes pontos de vista e estimular a reflexão sobre o que é lido, contribui diretamente para o fortalecimento do pensamento crítico. Na prática, o uso frequente da biblioteca reflete em ampliação de repertório, melhora no desempenho acadêmico e desenvolvimento socioemocional dos estudantes, fortalecendo competências que extrapolam a sala de aula.
Para Denilson Santos de Matos, bibliotecário da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri (SP), a biblioteca é estruturada como espaço de acolhimento, inclusão e pertencimento, com atividades culturais e acesso aberto à diversidade de ideias e vozes. “Quando a biblioteca é organizada como um ambiente acessível e respeitoso, as pessoas se sentem parte do espaço”, explica. O trabalho em parceria com professores e equipes pedagógicas também amplia o impacto da biblioteca no currículo e no processo de aprendizagem.
Denilson escolheu a Biblioteconomia pela amplitude de possibilidades e pelo impacto social da profissão. Para ele, a carreira une educação, tecnologia e transformação, permitindo atuar em diferentes contextos e contribuir diretamente para a formação de pessoas mais críticas e informadas. “É essa combinação entre diversidade de atuação e relevância social que dá sentido ao trabalho diário. É uma carreira que une educação, tecnologia e impacto social, com grande relevância na era da informação”, afirma.
GESTÃO, INOVAÇÃO E FORMAÇÃO DE LEITORES
Para Renata Santos, bibliotecária da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), entre os principais desafios de uma biblioteca escolar estão a atualização constante do acervo e o engajamento dos alunos. Em sua opinião, a biblioteca contemporânea também atua como centro de formação cultural. Rodas de conversa, mediação de leitura e contação de histórias fazem parte das estratégias para estimular o interesse e transformar o contato fragmentado com a informação em leitura significativa.
“Estamos diante de uma geração hiperconectada, que lê de forma diferente. O desafio é transformar essa leitura em experiência crítica e profunda”, afirma. Segundo Renata, a atuação do profissional deve levar em conta que a biblioteca é um organismo em crescimento, em constante adaptação.
Renata vê na profissão uma missão: democratizar o acesso à informação, incentivar a leitura e fortalecer o pensamento crítico. Ela escolheu seguir a carreira pensando em mediar conhecimento em uma sociedade cada vez mais digital e complexa – e o que a mantém apaixonada é saber que seu trabalho tem impacto direto na formação cultural e cidadã dos estudantes.
“O conhecimento e o acesso à informação na sociedade está cada vez mais digital. Não se trata apenas de trabalhar com livros, mas de mediar informação, cultura e aprendizagem. É uma profissão com forte impacto social”, destaca.
COMBATE À DESINFORMAÇÃO E CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA
Aline Santos, bibliotecária do Brazilian International School (BIS), de São Paulo (SP), encontrou na Biblioteconomia a síntese de sua própria história. Cresceu cercada por livros, histórias e trocas de cartas, em um ambiente familiar que valorizava a leitura. Ao unir essa vivência afetiva à sua afinidade com organização e análise, construiu uma carreira que conecta memória, conhecimento e propósito — motivação que continua guiando sua trajetória até hoje. Hoje, ela define o bibliotecário como mediador entre pessoas, informação e conhecimento.
Aline ressalta que ainda existem estereótipos sobre a profissão, associando-a apenas à organização de livros e ao silêncio. “Em meio ao grande volume de conteúdos disponíveis, muitas vezes sem critérios de qualidade, o bibliotecário orienta no uso consciente, ético e crítico das fontes”, explica.
No entanto, o bibliotecário contemporâneo atua na curadoria de conteúdos, no apoio às práticas pedagógicas e na integração da biblioteca ao currículo escolar, transformando o espaço em ambiente ativo de pesquisa, cultura e formação cidadã. “Esse trabalho promove a competência informacional, a autonomia na pesquisa e o desenvolvimento do pensamento crítico desde a primeira infância”, afirma.
TECNOLOGIA E CURADORIA DA INFORMAÇÃO
A transformação digital também tem redefinido a rotina das bibliotecas e ampliado as possibilidades de atuação do bibliotecário. Com o avanço de sistemas de gerenciamento de acervos, bases de dados e catálogos online, o acesso à informação tornou-se mais ágil e diversificado, integrando conteúdos físicos e digitais.
Para a bibliotecária Jacqueline Borges, do colégio Progresso Bilíngue de Campinas (SP), a tecnologia não substitui o papel humano da profissão, mas amplia sua capacidade de conectar pessoas ao conhecimento. “Muitas atividades que antes eram feitas manualmente passaram a contar com o apoio de sistemas e ferramentas digitais. Isso facilita a organização dos acervos e amplia o acesso dos usuários à informação”, explica.
Segundo ela, o bibliotecário contemporâneo também exerce um papel estratégico na curadoria de conteúdos. Isso envolve selecionar, avaliar e organizar materiais de acordo com as necessidades informacionais dos usuários, seja no acervo físico ou em ambientes digitais. “Hoje a informação está presente em diferentes suportes. O bibliotecário atua justamente nesse processo de identificar fontes confiáveis e orientar as pessoas na busca por conteúdos relevantes”, afirma.
Além do domínio de ferramentas tecnológicas, a profissional destaca que competências como pensamento crítico, ética no uso da informação e capacidade de adaptação às novas tecnologias são fundamentais para a atuação na era digital. “Mais do que organizar informações, o bibliotecário ajuda a preencher lacunas informacionais e orienta os usuários a encontrar aquilo que realmente precisam”, conclui Jacqueline.
Os especialistas
Aline Souza Silva dos Santos é bibliotecária, formada pela UNIFAI (2010) e pós-graduada pela FESPSP em Gestão da Informação Digital. Atuou por dez anos na Biblioteca da Aliança Francesa de São Paulo e, atualmente, é bibliotecária no Brazilian International School – BIS, onde desenvolve projetos de incentivo à leitura e acredita na biblioteca como um espaço vivo de aprendizagem e formação de leitores sensíveis, críticos e reflexivos.
Denilson Santos de Matos possui ampla formação na área da Educação. É graduado em Biblioteconomia e pós-graduado em Planejamento e Gerenciamento de Sistemas de Informação, com mais de 15 anos de experiência profissional. Atualmente, exerce a função de bibliotecário sênior na Escola Internacional de Alphaville, em Barueri-SP.
Jacqueline Borges é bacharel em Biblioteconomia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), com formação concluída em 2025. Atua há quase dois anos como auxiliar de biblioteca no Colégio Progresso Bilíngue, onde iniciou sua trajetória profissional na área. Possui experiência em biblioteca escolar, desenvolvendo atividades de organização de acervo, atendimento a alunos e professores e promoção da leitura, além de colaborar na organização e realização de eventos culturais e educativos no ambiente escolar.
Renata Santos é bacharel em Biblioteconomia pela FAINC – Faculdades Integradas Coração de Jesus (2014) e pós-graduada em Gestão Cultural (2016). Construiu ao longo de mais de uma década uma trajetória dedicada ao universo das bibliotecas e da cultura. Sua experiência inclui atuação em bibliotecas públicas, universitárias e também especializadas em arte, sempre com olhar atento para o cuidado com o conhecimento e com as pessoas.

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Dengue: especialista alerta para cuidados essenciais dentro de casa

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Crédito: Reprodução internet

Com o avanço da doença no mundo, Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos em 2026

São Paulo, fevereiro de 2026 – De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, até o dia 5 de fevereiro, foram registrados mais de 4.640 casos de dengue e um óbito. Somente em 2025, foram confirmados 882.884 casos e 1.124 óbitos no território paulista, o que reforça o alerta para o avanço da doença na região.

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O cenário local acompanha uma tendência nacional. Um estudo divulgado pelo projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), estima que o país possa registrar 1,8 milhão de casos de dengue em 2026. Desse total, 54% das incidências devem se dar no Estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais. A projeção indica uma leve alta em relação a 2025, quando houve 1,7 milhão de casos prováveis da doença, segundo o Ministério da Saúde.
No panorama global, a dengue também preocupa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 e 400 milhões de pessoas podem ser infectadas todos os anos. A dengue é uma das doenças transmitidas por mosquitos mais comuns no mundo e nos últimos anos tem avançado para novas regiões fora das áreas tropicais, incluindo partes da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
Diante desse cenário, para Juliana Damieli, pesquisadora de desenvolvimento de produto e mercado Latam da BASF Soluções para a Agricultura, a expansão da doença está relacionada a uma combinação de fatores, como mudanças climáticas, aumento das temperaturas, chuvas intensas e fragilidade dos sistemas de saúde. “A maior parte dos criadouros do Aedes aegypti está no ambiente domiciliar. Por isso, inspeções frequentes e a eliminação de água acumulada são medidas decisivas”, afirma.
A especialista detalha que o mosquito passa por quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. “Ovo, larva e pupa ocorrem exclusivamente em água. Já o adulto é o responsável por transmitir vírus como dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas se alimentam do sangue, pois precisam dele para desenvolver os ovos e depois depositá-los”. Por isso, o controle mais eficaz acontece antes da fase adulta.“Eliminar recipientes com água parada é a principal forma de interromper o ciclo e reduzir a transmissão”, reforça.
Juliana destaca que a transmissão também depende das condições ambientais. Temperaturas mais altas aceleram o desenvolvimento do mosquito; alta umidade favorece a sobrevivência das fêmeas; e períodos chuvosos aumentam a oferta de criadouros. “Além disso, os ovos do Aedes aegypti são resistentes à dessecação e podem permanecer viáveis por meses em ambiente seco, eclodindo quando voltam a ter contato com água. Isso ajuda a explicar a persistência do vetor mesmo fora dos períodos mais chuvosos”.
A proximidade do mosquito com o ambiente humano (domicílio e peridomicílio) também dificulta o controle baseado apenas em ações externas, já que há abrigo, acesso a hospedeiros e muitos criadouros artificiais. “Urbanização desordenada e manejo inadequado de resíduos aumentam o risco ao criar microambientes favoráveis ao mosquito”, acrescenta.
Entre os pontos que costumam passar despercebidos dentro de casa, a especialista chama atenção para ralos pouco utilizados, comuns em banheiros externos, lavanderias e áreas de serviço. “A água retida na caixa sifonada pode favorecer o desenvolvimento de larvas. Como medida prática, a aplicação semanal de sal nesses ralos ajuda a reduzir a sobrevivência das larvas e interromper o ciclo do inseto”, orienta.
Ela também ressalta que plantas como bromélias e bambus podem acumular água, mas tendem a ter menor relevância epidemiológica do que criadouros artificiais. Já plantas aromáticas, como citronela, manjericão e lavanda, podem contribuir como repelentes naturais em ambientes internos e pouco ventilados, mas não eliminam o mosquito nem substituem as medidas de controle.
Cuidados práticos em casa
Juliana esclarece que pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença na prevenção da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as principais recomendações estão:

  • Eliminar qualquer acúmulo de água em recipientes, mesmo pequenos;
  • Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios totalmente vedados;
  • Lavar com água e sabão bebedouros de animais, bandejas de refrigeradores e ralos pouco utilizados;
  • Aplicar semanalmente sal nos ralos pouco utilizados;
  • Manter calhas limpas e desobstruídas;
  • Armazenar garrafas vazias com a abertura voltada para baixo;
  • Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
  • Manter áreas externas livres de resíduos e objetos sem função;
  • Preencher pratos de plantas com areia até a borda;
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E faz o alerta para o risco de resistência do mosquito aos inseticidas, especialmente quando há uso repetido dos mesmos produtos. Segundo ela, o mosquito pode desenvolver resistência rapidamente aos métodos tradicionais de controle quando exposto continuamente aos mesmos princípios ativos.
“O combate à dengue precisa combinar manejo ambiental, educação da população, vigilância entomológica e melhorias estruturais. A soma dessas ações reduz de forma mais sustentável a densidade do vetor e ajuda a prevenir surtos”, finaliza a pesquisadora da BASF Soluções para a Agricultura.
Vacinação contra a dengue
Como estratégia complementar de prevenção, a vacinação também surge como uma ferramenta importante para reduzir o impacto da doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e que induz proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
O imunizante, a Butantan-DV, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos apontaram eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.
A imunização abrangerá nesse primeiro momento as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.

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Sobre BASF Soluções para Agricultura

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Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.

 

Sobre a BASF

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Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.

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