Curiosidades
Lipedema: qual a relação do distúrbio com a alimentação?
Junho é o mês de conscientização sobre o Lipedema, por isso é importante destacar a relação desse distúrbio com a alimentação, com dicas práticas de alimentação e dieta para melhorá-lo.
Lipedema é um distúrbio do tecido adiposo subcutâneo caracterizado pelo aumento de determinadas áreas do corpo, principalmente as extremidades inferiores, como quadris, nádegas e coxas, devido à distribuição concentrada de gordura nessas áreas. Ainda, os braços são afetados em 80% das mulheres com lipedema. Nessas extremidades afetadas, há a presença de dor, formação de hematomas, nódulos subcutâneos firmes de tecido adiposo e resistência da gordura às dietas tradicionais e ao exercício físico. Devido a essa resistência, para tratar o lipedema é necessário uma alimentação específica, baseada em alimentos anti-inflamatórios.
Recentemente, o lipedema foi incluído na 11ª revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) sob os códigos EF02.2 e BD93.1Y, mas ainda não está incorporado no currículo médico acadêmico brasileiro e nem no currículo especializado em cirurgia vascular.
Para compreendermos mais sobre a relação entre alimentação e o lipedema, a equipe da IstoÉ Bem-estar entrevistou as nutricionistas Fernanda Maniero e a Sara Alcova.
Relação entre alimentação e o lipedema
IstoÉ Bem-estar. Quais são os principais desafios nutricionais para pessoas com lipedema?
Fernanda Maniero. Em geral, o principal desafio está relacionado com a gordura característica do lipedema que demonstra resistência à perda de peso induzida pela dieta tradicional. Assim, dietas com restrição severa de calorias e exercícios físicos intensos para induzir a perda de peso costumam ser ineficientes em pacientes com lipedema.
IstoÉ Bem-estar. Quais alimentos devem ser evitados por pessoas com lipedema?
Sara Alcova. Alimentos processados e ultraprocessados, ricos em açúcar, gordura e sódio. Também devem ser evitados alimentos que possuem corantes, conservantes e aditivos químicos. O mesmo equivale para bebidas açucaradas, adoçadas com adoçantes e bebidas alcóolicas.
IstoÉ Bem-estar. Existem nutrientes ou alimentos específicos que podem ajudar a controlar ou melhorar os sintomas do lipedema?
Fernanda Maniero. Alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes são fundamentais e devem ser incluídos diariamente na alimentação de mulheres com lipedema, estas são as frutas, verduras, legumes, oleaginosas e as sementes.
Entre eles, as frutas cítricas (limão, laranja, tangerina, maracujá, acerola, morango, abacaxi) são fontes de vitaminas e minerais, como a vitamina C que é reconhecida por sua atividade antioxidante e fundamental para a síntese de colágeno. Polifenóis encontrados no azeite de oliva extravirgem e na cúrcuma, como a curcumina, oleuropeína e hidroxitirosol, podem ser vantajosos quando consumidos diariamente. Peixes gordurosos, como arenque, cavala, sardinha, atum, truta e sementes como, chia, linhaça, semente de girassol são ótimas fontes de ômega-3, que possui atividade anti-inflamatória.
IstoÉ Bem-estar. Quais itens incluídos na nova cesta básica vai ajudar atender às necessidades de pessoas com lipedema? Consegue sinalizar algumas receitas benéficas para quem tem o diagnóstico?
Sara Alcova. A nova cesta básica é composta por alimentos de dez grupos diferentes, entre eles destaca-se o grupo dos cereais, leguminosas, legumes e verduras, frutas, castanhas e nozes, carnes, ovos e especiarias.
Uma opção de receita para uma refeição de almoço e jantar utilizando estes alimentos como base, seria: filé de frango grelhado temperado com especiarias, acompanhado de arroz com cúrcuma e cenoura ralada, feijão cozido temperado com alho e azeite e hortaliças para a salada. Já para o café da manhã, podemos pensar em uma crepioca funcional feita com ovo, farinha de tapioca, mix de sementes (semente de abóbora, chia, linhaça), recheada com tomate, orégano e uma fatia de queijo muçarela. Para complementar, este preparo pode ser acompanhado de uma porção de alguma fruta.
IstoÉ Bem-estar. Como deve ser estruturado um cardápio diário para alguém com lipedema, utilizando os itens da nova cesta básica?
Fernanda Maniero. O cardápio alimentar no lipedema deve ser pensado estrategicamente, tendo como princípio sempre a utilização de alimentos in natura ou minimamente processados, que são a base da cesta básica atual. Quanto menos embalagens forem abertas ao longo do dia, melhor será a alimentação. Todas as refeições devem sempre contemplar uma fonte de proteína, seja um ovo, uma carne ou um laticínio.
Para o café da manhã, é fácil realizar preparações e combinações com ovos, como uma panqueca de banana, a crepioca, ovos mexidos com uma porção de frutas e sementes, ovos com algum tubérculo, como mandioca e batata doce, receitas de pães de frigideira que levam ovos, alguma farinha (como de aveia), sementes e fermento.
As refeições principais, como almoço e jantar, devem ter uma porção generosa de verduras e legumes, proteína e em menores quantidades os cereais e leguminosas (como o arroz e feijão). Nos intervalos entre as refeições, frutas com sementes e oleaginosas são uma ótima opção de vitaminas e fibras. Para as bebidas que acompanham as refeições, chás naturais (preparados por infusão) gelados seriam a opção mais aconselhável, isto porque possuem pouquíssimas calorias e não causam pico glicêmico quando não adoçados com açúcar.
IstoÉ Bem-estar. Quais são as dicas para a preparação dos alimentos que são particularmente úteis para pessoas com lipedema?
Sara Alcova. Prefira preparações grelhadas, refogadas, que exigem menores quantidades de gordura. Escolha para estas preparações boas fontes de gordura, como o azeite de oliva extravirgem. Abuse de ervas aromáticas para temperar as preparações, como alecrim, tomilho, cúrcuma, páprica, pimenta do reino, pimenta calabresa, manjericão, orégano, salsinha, coentro, cardamomo, dill e evite temperos prontos e industrializados. Quem dá o sabor aos alimentos são os temperos, mas o sal deve ser utilizado com moderação.
IstoÉ Bem-estar. Existe alguma evidência de que um cardápio adequado pode reduzir sintomas ou melhorar a qualidade de vida de quem tem lipedema?
Fernanda Maniero. Existe sim. A inibição da inflamação sistêmica utilizando componentes antioxidantes e anti-inflamatórios, e a eliminação de líquidos através de uma alimentação estratégica parece reduzir os sintomas, como a percepção da dor, câimbras musculares e fadigas, e consequentemente, melhora-se a qualidade de vida. Além disso, a dieta também contribui para o controle da obesidade, frequentemente associada ao lipedema.
Atualmente, existem poucos estudos clínicos que evidenciam a nutrição e sua relação com o lipedema. No entanto, os que existem demonstram resultados significativos de redução de peso, sintomas e aumento da qualidade de vida em mulheres com lipedema. Entre esses estudos, foram abordadas as dietas cetogênica, mediterrânea e com carboidrato controlado. Em um geral, todas tinham o objetivo de restringir calorias para o controle e perda de peso, eram ricas em alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes, e limitadas de alimentos processados e ultraprocessados.
2 receitas estratégicas para pessoas com lipedema
Café da manhã ou tarde: panqueca de banana ou maçã
Ingredientes:
- 1 banana ou 1 maçã
- 2 claras
- 1 gema
- 1 Colher de sopa de farinha de aveia
- Canela em pó
- Mel
Modo de Preparo:
- Amasse a banana com um garfo e em um recipiente adicione a gema, clara, a farinha de aveia e a banana/maçã.
- Unte a frigideira com papel toalha e um fio de azeite.
- Misture todos os ingredientes e coloque na frigideira até firmar uma massa completamente assada.
- Opção de preparo rápido: misture todos os ingredientes, coloque em uma caneca e leve ao micro-ondas por 1 minuto.
Almoço/Jantar: carne moída com espaguete de abobrinha ao sugo
Para abrir o apetite, inicie com uma opção de salada: mix de folhas (Alface crespa, americana). Utilize temperos como limão ou vinagre, azeite, ervas e evite temperos prontos e industrializados.
Prato principal: carne moída refogada. Opção de substituição: peito de frango desfiado.
Prato base: espaguete de abobrinha ao sugo.
Sugestão de temperos: azeite extravirgem, sal, orégano, alecrim, salsinha e cebolinha.
Modo de Preparo:
- Carne moída: utilize carne bovina magra (patinho, peixinho, coxão mole), em uma panela adicione um fio de azeite, cebola, tomate, chimichurri (sem sódio) e deixe refogar até dourar. Adicione o alho triturado (sempre dê preferência para o alho natural e triture em casa, evite pastas prontas). Acrescente a carne moída e mexa por cerca de 7 minutos até a carne mudar completamente de cor e o líquido secar. Finalize com salsinha e cebolinha.
- Espaguete de abobrinha: rale ou utilize um cortador Julienne, para deixar a abobrinha em tiras finas e compridas, semelhantes à de um espaguete, desprezando apenas as partes com sementes. Corte em pedaços pequenos a cebola e triture o alho. Em uma frigideira, aqueça o azeite e acrescente a cebola e o alho. Adicione a abobrinha e refogue em fogo baixo. Tempere com sal, orégano e ervas de sua preferência.
- Molho: Em um liquidificador, bata os tomates (pode ser o tomate pelado ou in natura com casca e sementes), no caso de tomates in natura adicione água aos poucos para facilitar o trabalho do liquidificador (para cada 10 tomates adicione 200ml de água). Em uma panela, aqueça o azeite e adicione o dente de alho e a cebola. Acrescente o tomate batido, o sal e a pimenta-do-reino a gosto. Mexa bem e antes de iniciar a fervura adicione um pedaço de cenoura sem casca, para retirar a acidez do molho. Volte a mexer quando iniciar a fervura. Deixe ferver por 10 a 15 minutos. Adicione manjericão a gosto, retire a cenoura e sirva com o espaguete de abobrinha.
Sugestão de sobremesa: uma porção de abacaxi com canela.
Benefícios dessas receitas para o lipedema
As duas refeições propostas são completas nutricionalmente, fornecem energia com baixo impacto glicêmico, possuem os compostos e substâncias que atuam contra a inflamação e oxidação através dos legumes, verduras, frutas, fibras, temperos e do azeite. Possuem boas fontes proteicas e irão garantir a saciedade além de nutrir, e ajudar no tratamento do lipedema. Para saber mais sobre o que é lipedema e qual a diferença entre esse distúrbio e o linfedema, confira a matéria da Paola Machado.
Também pode conferir tudo sobre o lipedema no podcast da IstoÉ Bem-estar com a doutora Aline Lamaita.
Colaborações: Fernanda Maniero, nutricionista clínica, doutora em Ciências (USP), com 20 anos de experiência em atendimento nutricional personalizado. É educadora e gestora do curso de nutrição no Centro Universitário Anhanguera de São Paulo. e pesquisadora responsável pela linha “Cuidados Nutricionais e Atenção à Saúde de Mulheres com Lipedema”. Atualmente é parceira de trabalho no projeto Lipedema Zero (protocolo de tratamento clínico e cirúrgico ao lipedema) com o Dr Kabio Kamamoto (Instituto Lipedema Brasil).
Sara Alcova, nutricionista clínica. Atua em atendimentos nutricionais de crianças e adultos e mulheres com lipedema e é monitora de estágio do Curso de Nutrição Centro Universitário Anhanguera de São Paulo. Também é pesquisadora colaboradora na linha “Cuidados Nutricionais e Atenção à Saúde de Mulheres com Lipedema”.
*O conteúdo desta matéria tem caráter informativo e supervisionado por um Profissional da Saúde.
**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do IstoÉ.
Curiosidades
Dengue: especialista alerta para cuidados essenciais dentro de casa
Crédito: Reprodução internet
Com o avanço da doença no mundo, Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos em 2026
São Paulo, fevereiro de 2026 – De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, até o dia 5 de fevereiro, foram registrados mais de 4.640 casos de dengue e um óbito. Somente em 2025, foram confirmados 882.884 casos e 1.124 óbitos no território paulista, o que reforça o alerta para o avanço da doença na região.
O cenário local acompanha uma tendência nacional. Um estudo divulgado pelo projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), estima que o país possa registrar 1,8 milhão de casos de dengue em 2026. Desse total, 54% das incidências devem se dar no Estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais. A projeção indica uma leve alta em relação a 2025, quando houve 1,7 milhão de casos prováveis da doença, segundo o Ministério da Saúde.
No panorama global, a dengue também preocupa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 e 400 milhões de pessoas podem ser infectadas todos os anos. A dengue é uma das doenças transmitidas por mosquitos mais comuns no mundo e nos últimos anos tem avançado para novas regiões fora das áreas tropicais, incluindo partes da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
Diante desse cenário, para Juliana Damieli, pesquisadora de desenvolvimento de produto e mercado Latam da BASF Soluções para a Agricultura, a expansão da doença está relacionada a uma combinação de fatores, como mudanças climáticas, aumento das temperaturas, chuvas intensas e fragilidade dos sistemas de saúde. “A maior parte dos criadouros do Aedes aegypti está no ambiente domiciliar. Por isso, inspeções frequentes e a eliminação de água acumulada são medidas decisivas”, afirma.
A especialista detalha que o mosquito passa por quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. “Ovo, larva e pupa ocorrem exclusivamente em água. Já o adulto é o responsável por transmitir vírus como dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas se alimentam do sangue, pois precisam dele para desenvolver os ovos e depois depositá-los”. Por isso, o controle mais eficaz acontece antes da fase adulta.“Eliminar recipientes com água parada é a principal forma de interromper o ciclo e reduzir a transmissão”, reforça.
Juliana destaca que a transmissão também depende das condições ambientais. Temperaturas mais altas aceleram o desenvolvimento do mosquito; alta umidade favorece a sobrevivência das fêmeas; e períodos chuvosos aumentam a oferta de criadouros. “Além disso, os ovos do Aedes aegypti são resistentes à dessecação e podem permanecer viáveis por meses em ambiente seco, eclodindo quando voltam a ter contato com água. Isso ajuda a explicar a persistência do vetor mesmo fora dos períodos mais chuvosos”.
A proximidade do mosquito com o ambiente humano (domicílio e peridomicílio) também dificulta o controle baseado apenas em ações externas, já que há abrigo, acesso a hospedeiros e muitos criadouros artificiais. “Urbanização desordenada e manejo inadequado de resíduos aumentam o risco ao criar microambientes favoráveis ao mosquito”, acrescenta.
Entre os pontos que costumam passar despercebidos dentro de casa, a especialista chama atenção para ralos pouco utilizados, comuns em banheiros externos, lavanderias e áreas de serviço. “A água retida na caixa sifonada pode favorecer o desenvolvimento de larvas. Como medida prática, a aplicação semanal de sal nesses ralos ajuda a reduzir a sobrevivência das larvas e interromper o ciclo do inseto”, orienta.
Ela também ressalta que plantas como bromélias e bambus podem acumular água, mas tendem a ter menor relevância epidemiológica do que criadouros artificiais. Já plantas aromáticas, como citronela, manjericão e lavanda, podem contribuir como repelentes naturais em ambientes internos e pouco ventilados, mas não eliminam o mosquito nem substituem as medidas de controle.
Cuidados práticos em casa
Juliana esclarece que pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença na prevenção da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as principais recomendações estão:
- Eliminar qualquer acúmulo de água em recipientes, mesmo pequenos;
- Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios totalmente vedados;
- Lavar com água e sabão bebedouros de animais, bandejas de refrigeradores e ralos pouco utilizados;
- Aplicar semanalmente sal nos ralos pouco utilizados;
- Manter calhas limpas e desobstruídas;
- Armazenar garrafas vazias com a abertura voltada para baixo;
- Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
- Manter áreas externas livres de resíduos e objetos sem função;
- Preencher pratos de plantas com areia até a borda;
E faz o alerta para o risco de resistência do mosquito aos inseticidas, especialmente quando há uso repetido dos mesmos produtos. Segundo ela, o mosquito pode desenvolver resistência rapidamente aos métodos tradicionais de controle quando exposto continuamente aos mesmos princípios ativos.
“O combate à dengue precisa combinar manejo ambiental, educação da população, vigilância entomológica e melhorias estruturais. A soma dessas ações reduz de forma mais sustentável a densidade do vetor e ajuda a prevenir surtos”, finaliza a pesquisadora da BASF Soluções para a Agricultura.
Vacinação contra a dengue
Como estratégia complementar de prevenção, a vacinação também surge como uma ferramenta importante para reduzir o impacto da doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e que induz proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
O imunizante, a Butantan-DV, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos apontaram eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.
A imunização abrangerá nesse primeiro momento as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.
Sobre BASF Soluções para Agricultura
Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.
Sobre a BASF
Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.
-
Politica2 dias agoDia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026
-
Moda4 dias agoTendência glow na maquiagem valoriza textura natural
-
Politica3 dias agoObra altera trânsito na terceira saída de Águas Claras
-
Social2 dias agoDesigualdade mantém 708 milhões de mulheres fora do mercado de trabalho





