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Mulheres com parceiros mais jovens são mais felizes, diz estudo

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A superstar Madonna e o namorado, o treinador de boxe Josh Popper, 36 anos mais novo que a cantora – (crédito: Instagram Madonna/Reprodução)

Pesquisa mostrou que mulheres que se relacionam com homens mais novos são mais felizes, mais satisfeitas sexualmente e têm maior inteligência emocional

Talita de Souza

Uma pesquisa feita pela Universidade Metropolitana de Londres constatou que mulheres com parceiros de 7 a 10 anos mais jovens do que elas são mais felizes, mais satisfeitas sexualmente e têm maior inteligência emocional.

O estudo tinha como objetivo descobrir os efeitos de relacionamentos em “hipergamia etária” — como é denominada a relação entre duas pessoas de idades diferentes na ciência — em mulheres com relacionamentos heterossexuais.

Para começar, o grupo de pesquisadores quis verificar aspectos emocionais das mulheres que se enquadram na situação e, para isso, foram recrutadas 24 mulheres por meio das redes sociais. Dezessete delas estavam em relações com parceiros mais jovens e tinham a média de 45,8 anos.

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As outras sete mulheres viviam um compromisso afetivo com homens da mesma idade — a média desse grupo era de 42,34 anos. As integrantes dos dois grupos foram questionadas sobre como se sentiam em relação à vida sexual, à felicidade e à inteligência emocional.

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O resultado mostrou que o grupo com namoros ou casamentos com parceiros mais novos é mais bem-sucedido e a relação é mais “gratificante”.

“O estudo questionou a noção preconcebida de que essas relações são falhas ou menos gratificantes se comparadas com pessoas da mesma idade. Descobrimos que essas mulheres tiveram pontuações bem mais altas”, escreveram os pesquisadores.

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Agora, eles pedem que mais pesquisas sejam feitas para entender outros efeitos dessas relações nas vidas dessa parcela da população.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Curiosidades

Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares

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O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.

A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.

A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.

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A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.

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Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.

As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.

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A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.

O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.

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Gabrielle Silva
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