Diversas
Chuva no Rio Grande do Sul: nuvem ‘engole’ cidade gaúcha e dia vira ‘noite’
Foto: Reprodução
Segundo a Metsul, a nuvem do tipo Cumulonimbus pode atingir alturas de 10 a 20 quilômetros e, como são densas, bloqueiam em parte a luz do Sol
Uma tempestade atingiu Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, na manhã deste sábado, 23, primeiro dia da primavera, e “escureceu” no município em plena manhã – a iluminação pública precisou ser acesa. Um vídeo compartilhado em rede social pela empresa de meteorologia Metsul mostra uma nuvem do tipo prateleira se aproximando e “engolindo” a cidade da Serra Gaúcha
As imagens foram gravadas em time lapse, técnica que permite a exibição de um evento em um espaço de tempo menor.
Segundo a Metsul, a nuvem do tipo Cumulonimbus pode atingir alturas de 10 a 20 quilômetros e, como são densas, bloqueiam em parte a luz do Sol.
O ar quente avança pelo Rio Grande do Sul, deixando as condições climáticas ideais para a formação de nuvens carregadas e temporais, de acordo com a empresa de meteorologia. A previsão é de que o Estado registre, neste sábado, máxima de 39 graus.
Nas redes sociais, moradores da Serra Gaúcho também compartilharam imagens da chuva deste sábado.
Ciclone no Rio Grande do Sul
No começo do mês, um ciclone extratropical atingiu o Rio Grande do Sul e deixou cidades devastadas. Ao menos 47 pessoas morreram na maior tragédia climática da história do Estado.
Estadão Conteúdo
Fonte: Jornal de Brasilia
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CASO DE DEGENERAÇÃO MACULAR DA ATRIZ JUDI DENCH ALERTA SOBRE LIMITAÇÕES NO COTIDIANO
O envelhecimento é um processo com abertura para a ocorrência de algumas doenças oculares que requerem o essencial acompanhamento com um oftalmologista. A atriz Judi Dench, 91 anos, por exemplo, contou que sofre com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), desde 2012. Ela revelou que a condição limitou sua independência, a capacidade de andar sozinha e, até mesmo, de trabalhar.
A patologia ocular crônica compromete a área central da retina, chamada de mácula, responsável pelos detalhes da visão, provocando uma perda progressiva. Segundo a oftalmologista diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, as causas são o envelhecimento, fatores genéticos, tabagismo, obesidade, hipertensão, exposição solar intensa sem as devidas precauções e uma dieta pobre em nutrientes, como ômega 3. As mulheres apresentam um risco maior.
A doença se divide em dois tipos: seca e úmida. O primeiro tipo é considerado o mais comum, correspondendo até a 90% dos diagnósticos. A principal característica é o afinamento e deterioração do tecido da mácula, provocando um atrofiamento celular e a perda gradual da visão central.
Já o tipo úmido, apesar de pouco comum, culmina com a perda da visão mais rapidamente, em dias ou semanas. “Diferente da ocorrência anterior, os vasos sanguíneos anormais começam a crescer sob a retina e a mácula e vazam. É preciso explicar que a degeneração seca pode progredir para a forma úmida, situação que requer um check-up médico regular”, explica a médica.
Os principais sintomas são perda da visão central, embaçamento, manchas escuras ou pontos cegos no campo visual, distorção de linhas retas, dificuldade ocular para se adaptar a diferentes iluminações, focar em detalhes, diminuição na intensidade das cores, ler letras pequenas e reconhecer rostos – principalmente em ambientes com pouca luz. O monitoramento regular é essencial para prevenção e maior qualidade de vida.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação
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