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Educação

Hora do Planeta: Alunos do Porto Seguro mobilizam famílias em prol da conscientização climática

Publicado em

São Paulo, março de 2026 – Em preparação para a Hora do Planeta, movimento global que ocorre no próximo dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, o Colégio Visconde de Porto Seguro promoveu uma série de ações educativas para engajar sua comunidade escolar em torno da emergência climática e da preservação da biodiversidade.

Como parte da programação, alunos do 1º e 2º anos dos quatro campi da instituição participaram de uma aula magna com representantes da WWF-Brasil. O encontro contou com a presença de Mariana Ferreira e Felipe Feliciane, biólogos da WWF, que proporcionaram um espaço de diálogo sobre atitudes cotidianas que contribuem para um mundo mais sustentável.

O diferencial da proposta é a transposição do aprendizado de sala de aula para o ambiente familiar. A ideia foi incentivar as famílias dos alunos a seguir o exemplo da dinâmica da Hora do Planeta, desligando as luzes por uma hora em um ato de conscientização. Assim, o letramento ambiental estimulado pela escola gera impactos reais para a conscientização das crianças, que desde cedo se desenvolvem como cidadãos antenados às questões de preservação do meio ambiente com a redução do consumo.

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“A Hora do Planeta é um convite à reflexão sobre os desafios socioambientais atuais. Ver nossos educadores, estudantes e suas famílias engajados demonstra que a educação é a ferramenta mais eficaz para a construção de um futuro sustentável”, afirma Luciana Gomes, Diretora Institucional do Ensino Fundamental I do Colégio.

Promovida anualmente pela WWF, a Hora do Planeta convida indivíduos, empresas e governos a apagarem suas luzes por uma hora como um ato simbólico de compromisso com o planeta. No Porto Seguro, a ação integra o calendário de sustentabilidade, reforçando o compromisso da instituição com a formação de cidadãos conscientes e ativos.

 

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Sobre o Colégio Visconde de Porto Seguro

Fundado em 1878, o Colégio Visconde de Porto Seguro é uma conceituada instituição de ensino do Brasil, com campus em São Paulo e Valinhos, que prima pela inovação educacional e pelo desenvolvimento de múltiplos talentos e competências dos alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, tanto no Currículo Internacional como no Currículo Bilíngue. Comprometido com uma ampla e sólida formação pluricultural e plurilinguística, conquistou diversas certificações internacionais, como o selo de Exzellente Deutsche Auslandsschule, do governo alemão, que qualifica o Porto como uma escola alemã de excelência no exterior; a da Fundação Alemã Casa do Pequeno Cientista e a da Rede de Escolas Associadas da Unesco. Em 2022, passou a ser reconhecido como uma Escola Internacional, conforme o termo de acordo internacional com o governo da Alemanha, e, em 2025, tornou-se oficialmente uma International Baccalaureate® (IB) World School para o Diploma Programme (DP) no Campus Panamby.

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Créditos:
Divulgação Colégio Visconde de Porto Seguro

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Educação

Projeto “Escolas de Arte do Cerrado – Exposição Bélgica” integra programas do GDF e promove educação ambiental com arte

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Na última sexta-feira (10), o Instituto Brasília Ambiental realizou a ação educativa Projeto Escolas de Arte do Cerrado – Exposição Bélgica, desenvolvida no âmbito do Programa Eu Amo Cerrado e do Programa Parque Educador. A iniciativa ocorreu conforme Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) e a Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF).

Realizada na Ecovila da Aldeia, no Altiplano Leste, a atividade contou com a participação de 35 estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental, da Escola Classe Interlagos, distribuídos entre os turnos matutino e vespertino. A proposta teve como objetivo integrar educação ambiental e expressão artística, promovendo a valorização do bioma Cerrado por meio de experiências práticas e criativas. Durante a programação, os alunos participaram de oficinas que envolveram pintura com tintas naturais, origami com elementos do Cerrado, música, plantio e outras vivências artísticas.

O presidente do Brasília Ambiental, Valterson Silva, destacou o impacto da ação na formação dos estudantes. “Iniciativas como essa demonstram como a educação ambiental pode ser transformadora quando associada à cultura e à vivência prática. Estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso Bioma”, afirmou.

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Além de promover a sensibilização ambiental, a iniciativa prevê a produção de conteúdos artísticos com potencial de integrar uma exposição internacional na Bélgica, que será realizada ainda em 2026, ampliando a visibilidade do projeto e das ações desenvolvidas no DF.

A ação contou com o apoio da Aldeia Altiplano, de organização não governamental belga, da Embaixada da Bélgica e de parceiros do Programa Eu Amo Cerrado.

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A consultora ambiental Louise Amand, da empresa socioambiental Tribu de Gaia e uma das idealizadoras do Projeto Escolas de Arte do Cerrado, destacou a origem e o propósito da iniciativa.

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“Há mais de oito anos, trabalho com uma ONG na Bélgica, com a missão de proteger o Cerrado. Esse projeto nasceu de um sonho de conscientização ambiental a partir da arte, idealizado pelo agroecólogo belga, Luc Vankrunkelsven, que acreditava no poder da sensibilização poética e na observação amorosa, para despertar o cuidado com o meio ambiente. Assim, com base nesse legado, eu e mais uma amiga brasileira e uma ONG belga, decidimos criar o Projeto Cerrado Arte e Escola, que nasceu no ano passado, em Brasília, o qual possui vínculo com voluntariado na Bélgica, que se chama Viva Cerrado, com a missão de conscientizar também esse país pelos impactos, por exemplo, do consumo de carne, de soja, que vem do Brasil”, explicou.

De acordo com Louise, a iniciativa visa conectar crianças do DF com o bioma, levando a mensagem de proteção ambiental também para a Europa. “A proposta é despertar esse amor pelo Cerrado com as crianças, despertar esse amor da regeneração ecológica e também do cuidado um com o outro”, acrescentou.

O Projeto Escolas de Arte do Cerrado reforça as diretrizes do Programa Parque Educador, que transforma espaços naturais em ambientes de aprendizagem ao ar livre, com atividades planejadas e metodologias que estimulam o vínculo entre estudantes, meio ambiente e comunidade.

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A realização da atividade evidencia o potencial das unidades e espaços ambientais como instrumentos de educação, cultura e sustentabilidade, contribuindo para ampliar o acesso ao conhecimento e fortalecer a consciência ambiental entre os jovens do DF.

A analista ambiental Mariana Ferreira dos Anjos, que atua na Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Brasília Ambiental, destacou a importância da iniciativa para aproximar os estudantes do território e da temática ambiental. “A valorização do bioma Cerrado é uma pauta global. Quando a gente conecta os estudantes com atividades práticas, como plantar, criar e trabalhar o lúdico, fortalecemos uma relação mais amorosa com o meio ambiente. Essa ação integra o Programa Parque Educador com as publicações pedagógicas do Programa Eu Amo Cerrado, permitindo que os alunos se apropriem do território, da arte e também levem essa mensagem para outros contextos, inclusive internacionais”, explicou.

Segundo Mariana, a atividade, que também contou a organização e presença do professor Guilherme Rosa Guedes, pelo Programa Parque Educador, contribui para ampliar o olhar sobre o Cerrado no cenário internacional. “Muitas vezes o Brasil é associado apenas à Amazônia, mas o Cerrado também tem uma importância ambiental enorme e precisa ser mais conhecido e valorizado. Essa troca com a Bélgica é uma oportunidade de mostrar essa realidade e sensibilizar mais pessoas sobre a preservação do bioma”, concluiu.

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CRÉDITOS:

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Texto: Patrícia Kavamoto | Edição: Mariana Parreira

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