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Epreendedorismo

Aumento da presença feminina na mineração traz benefícios para as empresas

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Estamos no fim do mês de março, mês que  é bastante especial  por ser o mês das mulheres,  quando no dia 08 de março se comemora o Dia Internacional da Mulher. A data celebra as muitas conquistas femininas ao longo dos últimos séculos, mas também serve como um alerta sobre os graves problemas de gênero que persistem em todo o mundo.

A mineração é um setor essencial para o desenvolvimento econômico do Brasil, mas ainda enfrenta um desafio significativo em termos de diversidade de gênero. Apesar dos esforços para mudar esse cenário, os dados mais recentes ainda mostram uma participação tímida das mulheres nesse universo predominantemente masculino.

De acordo aos Dados da Secretaria de Trabalho / Ministério da Economia o mercado de trabalho em geral é composto com 44% de mulheres. Segundo estimativa feita com base na pesquisa realizada pelo IBRAM e informações publicadas pelas empresas de mineração operando no país em 2019, a indústria de mineração correspondia a 13% de mulheres. Em 2022 houve aumento para 15%. Segundo pesquisa realizada com 16 empresas signatárias do WIM Brasil é de 17% em 2022,segundo pesquisa realizada com 34 empresas signatárias do WIM Brasil, ambas divulgadas em seus relatórios de indicadores anuais.

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O Women in Mining Brasil – WIM é um movimento que se consolidou no início de 2019 e tem como objetivo a ampliação e o fortalecimento da participação das mulheres no setor da mineração. Parte do desenvolvimento desse movimento foi compreender a necessidade de se criar uma estrutura ativa, na qual o comprometimento e as ações para a inclusão de gênero sejam pautas constantes e a visão de futuro seja direcionada de forma responsável e diversa.

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Uma das metas estabelecidas pelas mineradoras associadas na Agenda ESG da Mineração do Brasil é dobrar o número de participação das mulheres no setor mineral até 2030. Empresas com o percentual atual abaixo de 13% devem chegar a 25%; mineradoras com percentual atual entre 13% a 205  devem dobrar esse número; e as organizações que atualmente têm mais de 20% de mulheres no seu quadro de funcionários devem aumentar para 45%.

As empresas do setor mineral já estão evoluindo nessa questão nos últimos anos.

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A Enaex Brasil, especialista no mercado de explosivos e soluções para a fragmentação de rochas, celebra o Dia da Mulher reforçando o compromisso da empresa com o crescimento da participação feminina na mineração. Recentemente, a organização passou a integrar o movimento Women in Mining Brasil (WIM Brasil), que visa ampliar e fortalecer a presença da mulher no setor.

Nos últimos 10 anos, o número de colaboradoras na Enaex aumentou em 88%. “Vivemos um movimento importante de crescimento da participação das mulheres nas organizações e tratamos o assunto com muita seriedade. São iniciativas reais que oportunizam a presença das mulheres nesse setor”, afirma a gerente de RH e Sustentabilidade Corporativa, Elisa Ayres Scortecci de Paula.

Apenas na matriz, localizada na região metropolitana de Curitiba, a organização contratou 282 novos colaboradores entre 2021 e 2022, sendo 35% destes, mulheres. “Das 100 que ingressaram em nossa unidade nos últimos dois anos, quatro delas foram promovidas ao nível gerencial”, complementa Elisa, que inclusive foi uma das que receberam a oportunidade de promoção. Neste mês de março, a empresa dará início ao Programa Jovem Aprendiz, que visa a formação de 37 jovens mulheres – todas familiares de colaboradores. Além da preparação para o mercado de trabalho, as selecionadas irão passar por uma formação técnica e um suporte vocacional oferecido pela companhia.

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A Kinross abriu 15 novos postos de trabalho direcionados para mulheres para atuarem na operação de equipamentos móveis. As profissionais aprovadas irão atuar na planta da mineradora em Paracatu (MG).

Para Patrícia Procópio, presidente do Women in Mining Brasil (WIMBrasil), uma das grandes barreiras que a mineração e outras indústrias ainda precisam superar para garantir uma maior diversidade e inclusão é a cultural. Patrícia espera que o Brasil alcance a igualdade de gêneros no mercado de trabalho, porém, o caminho é longo e árduo. “Para atingir esse objetivo, é preciso que haja uma união de esforços, tanto do setor público, implementando ações para a promoção de políticas públicas que fomentem a inclusão de gênero no mercado de trabalho quanto do setor privado se comprometendo com o desenvolvimento e execução de ações efetivas para uma força de trabalho mais inclusiva e diversa”.

Para a empresas investir no publico feminino é além de essencial muito gratificante e faz movimentar o setor, tanto da questão de treinamentos, formação profissional, empregabilidade bem como entre outros serviços e atividades. O podcast da mineração parabeniza todas as mulheres da mineração pois é importante reconhecer que a inclusão de mulheres na mineração não só promove a igualdade de gênero, mas também traz diversos benefícios para as empresas, incluindo uma maior diversidade de ideias, perspectivas e habilidades, o que pode levar a uma maior inovação e desempenho empresarial.

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Fonte: Brasil 61

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Epreendedorismo

Jovens, estratégicos e donos do próprio negócio: a nova cara do franchising é da Geração Z

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Estudos apontam que cerca de 28,5% dos donos de negócio, no Brasil têm entre 18 e 34 anos
Eles cresceram em um mundo hiperconectado, acostumados à velocidade da informação, à lógica do digital e a uma relação mais pragmática com trabalho, carreira e propósito. Agora, a Geração Z – formada por aqueles nascidos entre os anos de 1995 e 2010 (alguns dizem que, na verdade, a faixa compreende os anos de 1997 e 2012) – começa a ocupar um novo espaço no ambiente empresarial brasileiro: o de protagonista do próprio negócio.

E não se tratam de casos isolados. Dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) – que monitora o empreendedorismo mundial – mostram que 28,5% dos donos de negócios brasileiros têm entre 18 e 34 anos. Além disso, 38,6% dessa geração afirmam que a busca por construir patrimônio e fazer a diferença no mundo são alguns dos principais motivadores para quem deseja começar uma empresa.

 

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E o franchising, ao oferecer método, suporte, força de marca, previsibilidade, modelos estruturados, escaláveis e com menor margem de risco tem se mostrado uma boa alternativa para quem deseja ingressar no universo do empreendedorismo, sobretudo com relativa pouca idade. Abaixo, confira alguns cases que retratam esse movimento na prática. Mais do que histórias individuais, esses exemplos revelam uma mudança estrutural no perfil do franqueado brasileiro e apontam para um novo ciclo do setor: aquele em que juventude, método e ambição caminham juntos na construção de negócios sustentáveis.

 

Empreendedor nato

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Aos 24 anos, Vinícius Omoto Nakanishi é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu investir no próprio negócio e inovar dentro de uma marca já consolidada. Filho de empreendedores que comandam há mais de três décadas uma unidade Máster da Água Doce Sabores do Brasil, em Maringá (PR), ele cresceu acompanhando de perto a rotina do franchising e optou por dar um passo próprio ao assumir a primeira operação da rede no formato delivery. Com formação em Administração e pós-graduação em Gestão Estratégica em Negócios Gastronômicos, Vinícius está à frente da nova unidade, inaugurada em setembro de 2025, que aposta em um modelo focado exclusivamente em delivery e take away.

 

A escolha por Maringá, cidade reconhecida pela força econômica e pelo perfil consumidor dinâmico, reforça a estratégia do jovem empreendedor de alinhar tradição e inovação para atender à demanda por conveniência, sem renunciar à qualidade e à identidade da culinária brasileira da marca. Para o futuro, Vinícius planeja consolidar a operação como referência regional e avalia novas frentes de crescimento, como expansão para outras cidades, investimentos em centros de distribuição e até o desenvolvimento de produtos para o varejo, mostrando como a nova geração de franqueados tem papel ativo na evolução dos modelos de negócio.

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Quando a inquietação encontra a vontade de empreender

Vitória Vilela Novaes, de 24 anos, seguiu os passos da mãe, Maria Angélica Fortaleza Vilela Novaes, e decidiu empreender.  Atualmente, ela está à frente de duas unidades da Calçados Bibi localizadas na capital goiana: a do Flamboyant Shopping, inaugurada em 2009, e a do Goiânia Shopping, aberta em 2010. As lojas foram implantadas por seus pais, que conheceram a marca ainda no início de sua operação via franchising, em 2008, figurando entre os primeiros franqueados da rede. Após uma experiência no Canadá, Vitória optou por retornar ao Brasil e assumir a gestão dos negócios da família, motivada pela afinidade com a área comercial, vendas e gestão. Com perfil inquieto e espírito empreendedor, uniu o legado construído pelos pais à sua própria visão de mercado.

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O interesse por empreender a acompanha desde cedo. Ainda jovem, já realizava pequenas vendas na escola e, mais recentemente, fundou com o atual noivo uma empresa de marmitas caseiras, criada do zero e operada entre 2020 e 2022. O negócio começou com baixo investimento e, em pouco tempo, ganhou escala, ampliou a produção, e com apoio operacional alcançou faturamento expressivo, reforçando sua vocação para o empreendedorismo. Para outros jovens que desejam abrir o próprio negócio, Vitória destaca a importância de não desistir, começar com o que é possível, ter planejamento, foco e disposição para crescer aos poucos. Para ela, empreender exige persistência, trabalho constante e a convicção de que, com esforço e organização, ideias podem se transformar em negócios sólidos.

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Família que empreende unida (I)…

À frente da unidade da Avenida Paulista (SP), do Café Cultura, a administradora Carolina Mendonça (29) vivencia o mundo dos negócios desde muito cedo. Na infância, ela e seu irmão passavam boa parte dos dias nas dependências do restaurante fundado pelo pai. O gosto pelo mundo corporativo e pelo mercado de alimentação fez com ela se juntasse ao seu irmão na fundação de uma holding. Hoje estão à frente do Grupo AM Foods que soma 47 operações de marcas variadas – localizadas em 6 estados – entre franquias e próprias, mas todas do segmento de Food Service.

 

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Destaque feminino em ambiente majoritariamente masculino

Aos 23 anos, Sophia Inoue Freitas, é franqueada da Carflix, plataforma digital de intermediação de compra e venda de veículos seminovos investidas pelo Grupo SMZTO (holding de Franquias do Shark Tank – José Carlos Semenzato) e Mercado Livre. A jovem empreendedora decidiu investir em uma franquia logo após a formação, acreditando que não existe idade certa para conquistar grandes resultados e que empreender cedo acelera aprendizados e crescimento profissional. À frente da unidade de Barueri (SP), já apresenta desempenho expressivo: em apenas dois meses de operação, a franquia ficou entre as três unidades da rede que mais fecharam negócios em janeiro, reforçando seus planos de expansão.

 

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A escolha pela Carflix veio pela identificação com o modelo de negócio e pelo suporte oferecido aos franqueados, além da segurança no processo de compra e venda de veículos. Com experiência no mercado de publicidade e atuação em parcerias estratégicas, Sophia acredita que o olhar da Geração Z agrega inovação, pensamento digital e novas oportunidades ao setor automotivo. Em um segmento tradicionalmente masculino, a franqueada destaca que ser mulher tem sido um diferencial positivo. “No início, imaginei que seria um grande desafio quebrar essa barreira, mas aconteceu o contrário, já recebi diversos feedbacks de clientes que se sentiram mais confiantes em negociar comigo. Isso tem sido um diferencial muito positivo na construção da minha marca pessoal e no crescimento da unidade” destaca.

 

Continuando o legado

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Aos 24 anos, Gustavo Alexandrowitsch é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu investir no próprio negócio e construir sua trajetória no franchising a partir da vivência prática. Atuando à frente de duas unidades do Divino Fogão em shoppings localizados na capital paulista e em Cotia, além de ser sócio de outras operações, ele iniciou sua jornada no setor ainda aos 18 anos, passando por todas as áreas da operação, do atendimento à cozinha e à gestão financeira. Essa experiência completa permitiu que Gustavo compreendesse o negócio de forma estratégica e aplicada.

 

Aos 22, assumiu a gestão do primeiro restaurante da rede pertencente à família, colocando em prática os aprendizados adquiridos ao longo dos anos e os ensinamentos transmitidos por sua mãe, avó e tia. Com o amadurecimento profissional, passou também a liderar a segunda unidade, reforçando o compromisso com a continuidade e o crescimento do negócio. Mais do que resultados, Gustavo destaca a importância dos valores familiares como base para empreender cedo. Inspirado pelo exemplo do pai e pelo legado construído pelas gerações anteriores, ele acredita que disciplina, respeito ao trabalho e princípios sólidos são essenciais para jovens que desejam abrir um negócio próprio e assumir responsabilidades desde cedo.

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Filha de peixe…

A Geração Z tem ganhado espaço no franchising, e um dos destaques é Leticia Cipriano, 30 anos, engenheira civil e franqueada da iGUi Alphaville, inaugurada em agosto deste ano. Filha de Cláudio, franqueado da Rede há 10 anos, Letícia cresceu próxima ao universo das obras e conheceu de perto a solidez e o suporte oferecidos pela franqueadora — composta pelas marcas iGUi, TRATABEM, Splash, UNLIMITED e Água Azul.

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Ao lado do marido, André, também engenheiro, ela iniciou sua trajetória em 2022, quando assumiu uma unidade Splash em Suzano. Agora, com a abertura em Alphaville, consolida seu crescimento dentro da Rede iGUi. “Vendo meu pai trabalhar, nos encantamos pelo trabalho, pela marca e por tudo que a iGUi proporciona. A vontade de empreender encontrou terreno fértil na Rede, que abre portas para quem tem garra e vontade de fazer acontecer”, afirma.

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Quando a vontade encontra a oportunidade

Aos 20 anos, Danillo da Silva Beleza representa a nova geração de jovens empreendedores que decidiram investir no próprio negócio por meio do franchising. Estudante de Direito, ele está à frente da unidade da LavPop by 5àsec inaugurada em abril de 2025 em Humaitá, no interior do Amazonas, reforçando a expansão da marca no Norte do Brasil e a consolidação do modelo de lavanderia de autosserviço na região. Motivado pelo desejo de empreender desde cedo, Danillo identificou no conceito de autoatendimento uma oportunidade alinhada às novas demandas de consumo por praticidade, inovação e serviços acessíveis.

 

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A escolha pela LavPop se deu justamente pela combinação entre tecnologia, eficiência operacional e o respaldo de uma rede que já soma mais de 100 unidades no País. Com expectativas de crescimento, o jovem franqueado planeja ampliar gradualmente o portfólio de serviços da unidade, incluindo passadoria e dobra de peças, além de contribuir para a expansão da marca nos estados do Amazonas e Rondônia. O movimento acompanha o bom desempenho do franchising na região Norte, que registrou crescimento expressivo em faturamento, segundo dados da ABF, reforçando o potencial do modelo para novos investidores da geração Z.

 

Empreendedorismo no DNA

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Aos 27 anos, Lara Casteluber Falcão é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu empreender no franchising educacional apostando em um negócio com propósito e recorrência. Sua história com a marca Microlins é antiga e familiar: o pai foi franqueado há cerca de 10 a 15 anos no Espírito Santo, e outros familiares também atuam na rede, o que fez com que ela crescesse acompanhando de perto o funcionamento e o potencial da rede. Em outubro de 2021, Lara assumiu sua primeira escola por meio de um repasse, em João Monlevade, em Minas Gerais.

 

Quatro anos depois, em setembro de 2025, deu mais um passo de expansão ao inaugurar uma nova franquia em Itabira, também no estado mineiro, reforçando sua confiança no modelo de negócio. A decisão de investir veio da combinação entre o know-how da marca, a alta rentabilidade e a atuação no setor de educação, área pela qual sempre foi encantada. Para Lara, trata-se de um mercado resiliente, com forte demanda e, principalmente, receita recorrente, o que garante previsibilidade financeira e base sólida para crescimento contínuo. Como conselho para outros jovens que desejam empreender, a franqueada destaca a importância da persistência, do estudo constante sobre o próprio negócio e o mercado, além da capacidade de treinar, acompanhar e liderar pessoas. “É preciso ter coragem, propósito e força de vontade. O mercado oferece muitas oportunidades para quem está disposto a crescer”, aconselha.

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Família que empreende unida (II)…

Aos 24 anos, Iago Claro e Silva é franqueado da Rockfeller Language Center da unidade de Ponta Grossa (PR). Formado em Gestão Financeira, ele atua como diretor Comercial e de Expansão da escola, liderando as áreas de marketing, vendas, financeiro e crescimento do negócio. Iago começou a empreender aos 18 anos e encontrou na franquia a estrutura ideal para aprender com um modelo testado, reduzir riscos e acelerar seu amadurecimento profissional.

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A escolha pela Rockfeller veio pela identificação com a metodologia focada em conversação, ensino prático e os valores da marca. A operação também conta com a irmã, Victoria Claro e Silva, de 27 anos, que atua como diretora Acadêmica, à frente das áreas administrativa e pedagógica. Ambos iniciaram suas trajetórias profissionais ainda na adolescência, trabalhando em escolas de inglês. Para Iago, ser da Geração Z agrega à escola uma leitura mais ágil do mercado, familiaridade com tecnologia e capacidade de adaptação constante. “O diferencial está em unir inovação e energia com estratégia, disciplina e visão de longo prazo”, destaca.

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