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Epreendedorismo

Micro e nano empresas? Nada é pequeno onde a conexão é grande – evento conecta empreendedoras em SP

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Já consolidado como referência no setor, o evento “Conecta empreendedoras” reuniu hoje cerca de 200 mulheres para discutir uma força vital no panorama econômico contemporâneo – a atuação das micro e nano empresas. Realizado pelo Grupo Mulheres do Brasil no Teatro Eva Hertz, pelo quarto ano consecutivo, o encontro apresentou palestras de líderes femininas em diversos segmentos.

O evento anual visa capacitar e debater as perspectivas das empreendedoras, enquanto destaca novas tendências, desafios e oportunidades. O propósito não é apenas celebrar, mas também impulsionar o papel das mulheres empreendedoras, especialmente as de porte menor, que começam a se estabelecer no mercado.

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Tatyane Luncah, líder do Comitê de Empreendedorismo do Grupo Mulheres do Brasil, destaca: “A cada ano, nosso objetivo é dar mais visibilidade ao “Conecta”, intensificando 17 causas prioritárias que abraçamos como Grupo para valorizar as mulheres empreendedoras, na prática, com seus múltiplos papéis na sociedade”.

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Dentre as palestrantes influentes, a plateia ouviu líderes como Luiza Helena Trajano, presidente do Grupo Mulheres do Brasil, Carol Paiffer, CEO e fundadora da Atom, Gabi Lopes, diretora da agência Talk Gabi.Co, além de outras personalidades como Dani Burghera, fundadora da Sooul Media, e Louise Barsi, investidora e economista.

A programação do evento abrangeu ações de capacitação, inspiração e apresentação de ferramentas fundamentais para impulsionar os negócios. Temas como empreendedorismo e perspectivas para 2024, empreendedorismo feminino e tecnologia, mulheres no mercado publicitário, o empreendedorismo da Nova Era, saúde financeira e uma roda de conversa foram os destaques.

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O evento contou com o apoio da Escola Brasileira de Empreendedorismo – EBEM, dirigida por Tatyane Luncah. A educadora destaca que o Conecta já impactou a vida de mais de mil mulheres, e neste ano, ofereceu mentorias, painéis e debates sobre marketing digital, vendas, comunicação, finanças, longevidade e maturidade dos negócios.Com um elenco de influenciadoras de impacto, o 4º Conecta Empreendedoras promete ser um marco no fortalecimento e visibilidade das mulheres no universo empreendedor.

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*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do IstoÉ.
Fonte: IstoÉ
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Epreendedorismo

Mulheres impulsionam franquias e venda direta na maior rede de chocolates do mundo

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No Brasil, o empreendedorismo feminino é, além de uma escolha de carreira, um motor de transformação social e econômica. Segundo dados do Sebrae e do IBGE, cerca de 49% das mulheres empreendedoras no país são chefes de domicílio, assumindo a responsabilidade principal pelo sustento de seus lares. Esse movimento é percebido, principalmente na venda direta, um setor onde 60% dos profissionais são mulheres, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Na Cacau Show, essas estatísticas ganham rosto e voz com trajetórias que conectam a revenda porta a porta ao comando de grandes operações franqueadas.
Um grande exemplo dessa evolução é a empresária Juliana Cortezia, hoje à frente de quatro operações no Mato Grosso. Sua história com a marca começou há 14 anos, em uma pequena loja no modelo “marfim” (padrão visual clássico da rede na época) em Lucas do Rio Verde e acompanhou toda a modernização da marca até chegar ao conceito imersivo da Super Store.
Aos 20 anos, recém-formada em Gastronomia, ela contou com o apoio da mãe como sócia para abrir a franquia. Longe de se acomodar, Juliana buscou na educação a base para sua liderança: graduou-se também em Direito para se especializar na gestão do negócio. O que começou com apenas ela e mais uma funcionária, transformou-se em uma estrutura que hoje emprega 19 colaboradores.
Atualmente, ela administra duas lojas em Sorriso e duas em Lucas do Rio Verde, incluindo uma Super Store (formato de grande porte, com cafeteria e gelateria). Juliana também foi pioneira: muito antes de a Cacau Show formalizar o canal de venda direta, ela já vislumbrava o potencial da revenda, oferecendo descontos para parceiros que levavam os produtos para cidades do interior onde a marca ainda não chegava.
A visão estratégica de Juliana se reflete em todo o ecossistema da marca, especialmente nos 240 mil revendedores que atuam em todo o país. Em Prado Ferreira (PR), Deisiane Couto de Souza provou que o tamanho da cidade não limita o sucesso, alcançando o topo do ranking nacional de vendas. Já em Belém do São Francisco (PE), a professora Cheila Lúcia Alves Gomes encontrou na revenda um caminho de superação após enfrentar problemas de saúde, conquistando independência financeira e autonomia.
A força feminina na Cacau Show se manifesta em todas as escalas, seja no lucro que financia um projeto social de música, como faz a revendedora Joyce Gabrielly em Minas Gerais, ou na conclusão de uma segunda graduação, como no caso de Bianca dos Santos, no Paraná.
Para a marca, onde mais de 90% das 4.700 lojas são franquias, o sucesso de mulheres como Juliana e de milhares de revendedoras reflete o compromisso de oferecer oportunidades que potencializam a liderança e o impacto social em cada região do Brasil.

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