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Covarde”, diz ex-presidente de organizada do Sport sobre estupro

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Covarde”, diz ex-presidente de organizada do Sport sobre estupro

Um homem foi espancado e estuprado nas ruas do Recife (PE), neste sábado (1º/2), durante briga entre torcidas de Santa Cruz e Sport. O caso ocorreu momentos antes do Clássico das Multidões, no Arruda, pelo Campeonato Pernambucano. O episódio indignou Arthur Renato, ex-presidente da Torcida Jovem do Leão, que está afastado por envolvimento em ato violento.

“Quantas vezes presidentes, diretores, monitores e até mesmo integrantes de vocês já ficaram para trás? Nunca fizemos o que vocês fizeram. Aqui, somos homens e seguimos uma ideologia. Todos têm família, dignidade e responsabilidades”, afirma Renato, também conhecido como Major Renatinho pela torcida.As cenas de violência extrema ocorreram no bairro da Madalena, zona norte da capital pernambucana, antes do jogo entre Santa Cruz e Sport, que terminou em derrota do Leão. Nas imagens, é possível ver uma pessoa estirada nu na calçada enquanto é violentado por um homem com um bastão de ferro. O agressor está com o rosto coberto.
“Perder no meio da torcida faz parte para quem vive o ambiente das organizadas, isso é algo compreendido. No entanto, vocês, seus vermes, mancharam o verdadeiro significado de ser um torcedor organizado. Mancharam a ideologia e a própria existência das torcidas organizadas”, critica o ex-presidente da Jovem do Leão por meio de publicação nas redes sociais.
Não há informações sobre o estado de saúde da vítima, mas, segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social de Pernambuco, não há registro de mortes.
Em outros registros feitos por locais é possível ver bombas e confusão generalizada entre torcedores das duas equipes. Segundo relato de civis, supermercados e lojas na região foram saqueadas.
Arthur Renato está afastado da torcida organizada por suposto envolvimento no atentado contra ônibus que levava a delegação do Fortaleza em fevereiro do ano passado. Na ocasião, seis jogadores ficaram feridos antes do jogo pela Copa do Nordeste.
Fonte:Metrópoles
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Advogada alerta para o assédio processual nos casos de violência contra a mulher

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“É uma extensão da violência doméstica que se transfere para os tribunais”
A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher (DataSenado 2025), confirma um
cenário preocupante: 33% das brasileiras afirmam ter sofrido algum tipo de violência
nos últimos 12 meses, incluindo agressões físicas, psicológicas, patrimoniais, sexuais e
digitais. Especialista traz à tona o conceito de assédio processual, como forma de
intimidação das vítimas.
Embora o índice de violência recente tenha oscilado, a percepção social é clara: 79%
acreditam que a violência contra a mulher aumentou no último ano. O levantamento
também mostra que, mesmo diante de medidas protetivas previstas em lei, quase
metade das vítimas relatou descumprimento dessas ordens, evidenciando fragilidade
na efetividade das políticas públicas.
Esse quadro se agrava quando analisamos as novas faces da violência de gênero. A
advogada Danielle Biazi, especialista em Direito de Família e Sucessões, sócia do
escritório Biazi Advogados Associados, alerta para um fenômeno ainda pouco
discutido: o assédio processual. Segundo ela, trata-se do uso abusivo do sistema judicial
como instrumento de intimidação, controle ou punição durante processos de divórcio,
guarda ou pensão. “Quando o Judiciário é manipulado para prolongar litígios, impor
custos excessivos ou desgastar emocionalmente a mulher, estamos diante de uma
violência institucionalizada. É uma extensão da violência doméstica, que se transfere
para os tribunais e perpetua a opressão sob a aparência de legalidade”, afirma.
Para a especialista, reconhecer o assédio processual como violência de gênero é
essencial para garantir proteção integral. “Essas práticas não apenas revitimizam
mulheres em momentos de fragilidade, mas também corroem a confiança no sistema
de justiça. Precisamos de mecanismos claros para coibir a litigância abusiva e
responsabilizar quem instrumentaliza processos para agredir”, completa.
Os dados do DataSenado e a análise jurídica convergem para uma conclusão
inequívoca: a violência contra a mulher no Brasil não é apenas persistente, mas se
reinventa em diferentes esferas — do lar às redes sociais, dos tribunais às relações
patrimoniais.
“Combater esse fenômeno exige respostas urgentes: fortalecimento das medidas
protetivas, capacitação das instituições e atualização legislativa para enfrentar formas
invisíveis de violência. Ignorar essas dimensões significa perpetuar um ciclo que custa
vidas e compromete direitos fundamentais”, enfatiza Biazi.
Fonte: Danielle Biazi: Doutora em Direito Civil pela PUCSP, sócia do escritório Biazi Advogados
Associados. Especialista e professora de Direito de Família e Sucessões. Associada ao Instituto
Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM).
Informações à imprensa
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A M2 Comunicação Jurídica é uma agência especializada nos segmentos econômico e do
Direito. Contamos com diversas fontes que atuam em âmbito nacional e internacional, com ampla
vivência nos mais diversos assuntos que afetam a economia, sociedade e as relações
empresariais.

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Danielle Biazi: Doutora em Direito Civil pela PUCSP, sócia do escritório Biazi Advogados Associados. Especialista e professora de Direito de Família e Sucessões. Associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM)- Foto divulgação

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