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“É uma tatuagem que está na pele, não na certidão de nascimento”, comenta Ullisses Campbell sobre criminosos que mudam de nome

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Escritor brasileiro especialista em true crime foi entrevistado por Luciana Gimenez no podcast Bagaceira Chique

São Paulo, março de 2025 – Nesta quinta-feira (27/03), o jornalista e escritor Ullisses Campbell, vencedor do Prêmio Esso e autor de biografias sobre figuras controversas como Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga, Flordelis e o Maníaco do Parque, foi o entrevistado do podcast Bagaceira Chique, apresentado por Luciana Gimenez. Durante a conversa, Campbell revelou detalhes de crimes reais, que inspiraram a série Tremembé, da Prime Video, na qual também é roteirista. Ele não hesitou em expor suas opiniões sobre alguns dos casos criminais mais conhecidos do Brasil, além de levantar questões polêmicas sobre o sistema penal do país.
Em uma das declarações, o jornalista abordou a questão da mudança de nome de criminosos, como Daniel (ex-Cravinhos), Suzane (ex-von Richthofen) e Ana Carolina (ex-Jatobá). “Eu acho que podem trocar de nome, mas o estigma fica, porque o emblema do crime é uma tatuagem que está na pele, não está na certidão de nascimento”, afirmou.
Campbell também fez críticas à cultura de celebridade que se formou em torno desses criminosos, mencionando como figuras que ganham popularidade nas redes sociais. “Estamos importando a cultura norte-americana. A Suzane, por exemplo, tem um Instagram com 30 mil seguidores e o Daniel também”, disse.
A entrevista também tocou no polêmico tema das “saidinhas” de presos, especialmente de figuras como Suzane que, em 2019, saiu no Dia das Mães. “ Eu preferiria que ela [Suzane] continuasse saindo no Dia das Mães. Sabe por que? Porque escandaliza mais. Você fica escandalizado. Agora, eles só mudaram a data”, explica Campbell.
O convidado ainda fez uma comparação com o caso do Maníaco do Parque, que em 2028, após 30 anos de prisão. “Simplesmente a porta da penitenciária vai abrir e ele vai sair pela primeira vez nesses 30 anos. Eles vão colocar um monstro para fora da cadeia. Não deveria nem sair”, disse Campbell, questionando a efetividade da ressocialização do criminoso.
Em suas palavras, o modelo de “saídas conta-gotas” permite que os presos, como Nardoni, Suzane e Daniel, fossem acompanhados de forma mais eficiente. “É justamente para a gente saber como eles vão se comportar. A questão básica para você ter a saidinha é: ‘para onde você vai?’. A cadeia não pode ser só um depósito de assassinos. Essas pessoas estão sendo castigadas porque estão sendo privadas de liberdade, mas têm que ser reabilitadas”, concluiu.
A entrevista foi marcada por questionamentos sobre o sistema judiciário e a forma como a sociedade lida com figuras envolvidas em crimes de grande repercussão. Clique aqui e assista o episódio na íntegra!
Bagaceira Chique

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Ao longo das temporadas, o videocast já recebeu grandes nomes como Roberto Justus, Márcia Sensitiva, MC Daniel, Silvia Abravanel, Tata Estaniecki, Arthur Aguiar e Fausto Carvalho, dono do icônico personagem Jorginho. O sucesso do programa se reflete nos números expressivos: mais de 187 milhões de views somados nas redes TikTok, Instagram, YouTube e Facebook.
Com episódios semanais de aproximadamente uma hora de duração, o Bagaceira Chique vai ao ar todas às quintas-feiras, às 19h, e pode ser assistido na íntegra pelo YouTube, Spotify, Apple Podcasts, Deezer e Amazon Music. Os melhores momentos e cortes virais também estão disponíveis no TikTok, Instagram e Facebook.
O podcast é mais um projeto proprietário do Grupo Farol, a maior agência de casting do país, consolidando a expertise da empresa na criação e gestão de conteúdos originais que conectam marcas, talentos e audiências de forma autêntica. Com um formato envolvente e descontraído, o videocast apresentado por Luciana Gimenez reforça o compromisso do Grupo Farol em desenvolver narrativas que engajam e impulsionam o mercado de influência, ampliando as possibilidades de conexão entre criadores e o público.
Sobre o Grupo Farol

Leia Também:  Projeto garante retificação de gênero em certidão no DF

Fundado em 2021, o Grupo Farol é a principal agência de casting do Brasil, e que representa de forma exclusiva mais de 250 talentos. Seu portfólio de agenciados abrange os maiores artistas e celebridades do país, bem como influenciadores de diversos segmentos, como humor, gastronomia, viagens, lifestyle, moda, luxo, esporte, games, ciências, música e reviews, com nomes de destaque como Arthur Paek, Fausto Carvalho, Bruna Unzueta, Benjamin Back, Marco Túlio e Luciana Gimenez.
Com sede em São Paulo (SP), o grupo possui o Farol Space; um ambiente moderno, irreverente e versátil, ideal para encontros e eventos. Lá ainda funciona como um estúdio completo para gravações de podcasts, publicidades, realities e outros tipos de produções audiovisuais, proporcionando todo o suporte necessário para projetos criativos e de alto impacto.
O Grupo Farol tem como propósito otimizar a relação entre seus agenciados e anunciantes/agências de publicidade, eliminando a presença dos intermediários, bem como ser um fomentador de novos negócios para seus mais de 250 talentos do casting.
Além de seu portfólio de talentos, o Grupo Farol produz diversos projetos proprietários, como os Podcasts Bagaceira Chique (com Luciana Gimenez), Benja Me Mucho (com Benjamin Back) e Jararacas (com Rômulo Mendonça e Ricardo Bulgarelli), além de possuir uma metodologia proprietária para o desenvolvimento de carreira de seus agenciados, que oferece diversos serviços, como assessoria de imprensa, PR, Business Intelligence, Produção de Conteúdo, Preparação para Audiovisual, Novos Negócios, entre outros. Saiba mais: Link
Assessoria de imprensa | Grupo Farol
ana.itagiba@grupofarol.com
(62) 99230-5402

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Advogada alerta para o assédio processual nos casos de violência contra a mulher

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“É uma extensão da violência doméstica que se transfere para os tribunais”
A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher (DataSenado 2025), confirma um
cenário preocupante: 33% das brasileiras afirmam ter sofrido algum tipo de violência
nos últimos 12 meses, incluindo agressões físicas, psicológicas, patrimoniais, sexuais e
digitais. Especialista traz à tona o conceito de assédio processual, como forma de
intimidação das vítimas.
Embora o índice de violência recente tenha oscilado, a percepção social é clara: 79%
acreditam que a violência contra a mulher aumentou no último ano. O levantamento
também mostra que, mesmo diante de medidas protetivas previstas em lei, quase
metade das vítimas relatou descumprimento dessas ordens, evidenciando fragilidade
na efetividade das políticas públicas.
Esse quadro se agrava quando analisamos as novas faces da violência de gênero. A
advogada Danielle Biazi, especialista em Direito de Família e Sucessões, sócia do
escritório Biazi Advogados Associados, alerta para um fenômeno ainda pouco
discutido: o assédio processual. Segundo ela, trata-se do uso abusivo do sistema judicial
como instrumento de intimidação, controle ou punição durante processos de divórcio,
guarda ou pensão. “Quando o Judiciário é manipulado para prolongar litígios, impor
custos excessivos ou desgastar emocionalmente a mulher, estamos diante de uma
violência institucionalizada. É uma extensão da violência doméstica, que se transfere
para os tribunais e perpetua a opressão sob a aparência de legalidade”, afirma.
Para a especialista, reconhecer o assédio processual como violência de gênero é
essencial para garantir proteção integral. “Essas práticas não apenas revitimizam
mulheres em momentos de fragilidade, mas também corroem a confiança no sistema
de justiça. Precisamos de mecanismos claros para coibir a litigância abusiva e
responsabilizar quem instrumentaliza processos para agredir”, completa.
Os dados do DataSenado e a análise jurídica convergem para uma conclusão
inequívoca: a violência contra a mulher no Brasil não é apenas persistente, mas se
reinventa em diferentes esferas — do lar às redes sociais, dos tribunais às relações
patrimoniais.
“Combater esse fenômeno exige respostas urgentes: fortalecimento das medidas
protetivas, capacitação das instituições e atualização legislativa para enfrentar formas
invisíveis de violência. Ignorar essas dimensões significa perpetuar um ciclo que custa
vidas e compromete direitos fundamentais”, enfatiza Biazi.
Fonte: Danielle Biazi: Doutora em Direito Civil pela PUCSP, sócia do escritório Biazi Advogados
Associados. Especialista e professora de Direito de Família e Sucessões. Associada ao Instituto
Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM).
Informações à imprensa
Sobre a M2 Comunicação Jurídica
A M2 Comunicação Jurídica é uma agência especializada nos segmentos econômico e do
Direito. Contamos com diversas fontes que atuam em âmbito nacional e internacional, com ampla
vivência nos mais diversos assuntos que afetam a economia, sociedade e as relações
empresariais.

Leia Também:  Distrito federal cria primeiro observatório de violência contra a mulher

Danielle Biazi: Doutora em Direito Civil pela PUCSP, sócia do escritório Biazi Advogados Associados. Especialista e professora de Direito de Família e Sucessões. Associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM)- Foto divulgação

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