Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
(WordPress, Blogger e outros):

Policiais

Homem que esfaqueava mulher é espancado por populares e preso pela PM

Publicado em

A mulher de 25 anos foi encontrada com diversas perfurações. O agressor foi atacado por populares que tentaram defender a vítima

Reprodução

Uma mulher de 25 anos, que teve a identidade preservada, foi esfaqueada na madrugada deste domingo (14/1) na quadra 2 da Estrutural. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), ela foi vítima de uma tentativa de feminicídio por parte do companheiro, de 44 anos. Ela está internada e não há informações sobre a gravidade do estado de saúde.

A PMDF foi acionada na madrugada para socorrer a mulher e a encontrou ensanguentada, com diversas perfurações no corpo. No local, também foi encontrada uma segunda vítima, um homem que tentou defender a jovem e levou facadas do agressor.

Outras pessoas tentaram intervir na situação e feriram o autor do crime na cabeça, de forma grave. Ele chegou a tentar fugir por uma mata densa da região, mas foi encontrado pelos policiais a cerca de dois quilômetros de distância em uma chácara na Cabeceira do Valo, no assentamento 26 de Setembro.

Advertisement

Além do machucado na cabeça, o agressor também foi esfaqueado. Ele está internado em estado grave no hospital.

Leia Também:  Brasileira é carbonizada e esquartejada

ESTRUTURALFEMINICÍDIO

Fonte: Metropoles

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Policiais

Violência em sala de aula é realidade crescente no Brasil, afastando professores

Published

on

A violência nas escolas brasileiras segue crescendo, principalmente, contra professores. Há alguns dias, um docente de 53 anos foi agredido pelo pai de uma aluna, no Distrito Federal, após chamar a atenção da jovem por estar usando o celular em sala de aula. Casos dessa natureza aumentam cada vez mais, afastando os profissionais para cuidar da saúde mental.

Uma pesquisa do Sindicato Único dos Trabalhadores de Educação de Minas Gerais (SindUte) apontou que 94,3% dos profissionais da educação, destacadamente os professores, em algum momento, já sofreram algum tipo de violência.

Na maioria das vezes, as agressões foram de caráter verbal (86,1%), psicológico (73,2%), físico (55,6%) e discriminatório (42,5%), ocorrendo com relativa frequência, já que 54,1% dos participantes afirmaram que as situações se repetem, ao menos uma vez ao mês. Dessa forma, 33,7% dos entrevistados consideram o local de trabalho pouco seguro e 39,4%, inseguro.

Advertisement

Na ocorrência do Distrito Federal, o pai socou e chutou o professor, caracterizando uma agressão física, sendo contido pela própria filha, que aplicou um golpe de mata-leão para segurá-lo. A agressão foi registrada como lesão corporal, injúria e desacato.

Leia Também:  Feminicídio: mulher morre após ser estrangulada por companheiro em Ceilândia

Para a PHD em neurociências, psicanalista,  psicopedagoga e professora, Ângela Mathylde Soares, é importante recordar, que desde o início do ano, a legislação proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis em ambiente escolar.  As únicas exceções acontecem para fins pedagógicos ou didáticos – com a permissão do professor – ou por questões de acessibilidade e saúde. “O docente só estava agindo conforme a lei”, afirma.

          As situações desse tipo mostram como a realidade é crítica e a precarização da função é cada vez maior, uma vez que os profissionais da educação lidam com jornadas extensas, muito trabalho, baixos salários e ainda estão sujeitos a enfrentarem violências diárias.

Advertisement

Um estudo do Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Itaú Social, revelou como a desvalorização dos professores vem dos próprios alunos. O levantamento ocorreu em 21 mil escolas, com mais de 2 milhões de estudantes e apenas 40%  deles valorizam o cargo.

Segundo Ângela, o discurso de ódio, facilmente propagado na internet, contribui para ações violentas e o desmerecimento, provocando esgotamento físico e mental, com as síndromes de burnout e pânico, ansiedade e depressão, difíceis de serem contornadas, sem ajuda especializada.

Leia Também:  Professora descobre maus-tratos ao notar que aluno assistia às aulas em pé

Todas as ocorrências desencadeiam efeitos incapacitantes e acabam se mostrando óbvios no cotidiano, comprometendo a performance em sala. É essencial entender que a saúde mental não deve ser menosprezada e o tratamento precisa começar rapidamente. O acompanhamento evita o agravamento, sendo que, caso contrário,  leva à aposentadoria precoce e, até mesmo, ao desejo de autoextermínio.

Advertisement
 

Gabrielle Silva

Multi Comunicar

Advertisement

(32) 99114-5408

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA