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Vídeo mostra ex-apresentadora da Globo e amigas antes de batida fatal

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Imagens gravadas antes do acidente mostram a jornalista Leilane Macedo e as amigas Hosana Santos Andrade e Luana Carvalho cantando no carro

Reprodução

Imagens gravadas antes do acidente que matou a jornalista Leilane Lustosa Macedo de Oliveira, ex-apresentadora da TV Anhanguera, afiliada da Globo em Tocantins, foram divulgadas nas redes sociais.

O vídeo, gravado na sexta-feira (9/6), mostra a Leilane e as amigas Hosana Santos Andrade e Luana Carvalho, que também morreram, cantando no veículo. As vítimas tinham entre 27 e 37 anos de idade.

Veja as imagens:

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Segundo as autoridades de segurança, o acidente aconteceu na BR-153, no município de São Luiz do Norte, em Goiás. De acordo com a Polícia Rodovária Federal (PRF), o trio saiu do município de Gurupi, em Tocantins, com destino a Abadiânia de Goiás. Elas iriam para um evento de motoclube feminino.

De acordo com a PRF, o acidente ocorreu após a motorista tentar fazer uma ultrapassagem. O carro em que as vítimas estavam bateu em outro veículo e invadiu a contramão, quando foi atingido por um caminhão.

Hosana e Luana morreram no local do acidente. Leilane chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde em São Luís do Norte, onde não resistiu e acabou falecendo.

Luto

O Lokas Motoclube, do qual as amigas faziam parte, divulgou uma nota de pesar pela morte das integrantes.

“A pior notícia que poderíamos ter. É com muita tristeza que anunciamos a morte das nossas irmãs Lua, Hosana e Leilane. Infelizmente aconteceu essa fatalidade”, divulgou o perfil do Lokas nas redes sociais.

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De acordo com o grupo, Luana foi administradora regional do motoclube. “As demais meninas iriam receber seus coletes no dia de hoje. Não temos nem palavras para expressar a tristeza e o choque dessa notícia.”

Fonte: Metropoles
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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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