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Celina visita Ceasa e anuncia investimento de R$ 2 mi em energia

Publicado em

Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Governadora em exercício do DF, Celina Leão (PP) comentou sobre a reforma da parte elétrica e ouviu demandas dos feirantes

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP), visitou, na manhã desta segunda-feira (17/7), as Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF).

Em conversa com feirantes, produtores e vendedores, a vice-governadora adiantou que o edital de licitação para a reforma da instalação elétrica do espaço ficará pronto neste mês.

O investimento será de R$ 2 milhões, segundo ela. “Está resolvida a questão da energia e a reforma da parte elétrica. O edital de licitação será anunciado em 27 de julho. A Ceasa ainda precisa de muitas coisas, mas, devagarzinho, tomamos todas as medidas para melhorar não só o ambiente de trabalho como também o espaço”, declarou.

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Durante a visita, Celina comentou, ainda, que o Governo do Distrito Federal (GDF) está atento a todas as demandas da Ceasa-DF e comentou a iniciativa da deputada distrital Jaqueline Silva (MDB) de apresentar projeto de lei que pede a isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para feirantes.

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“Sabemos que ainda são muitas as reivindicações. Esse é um local muito acessado por produtores e consumidores. É muito importante que tenhamos um olhar bem próximo aos trabalhadores”, acrescentou Celina.

A deputada distrital Jaqueline Silva também se manifestou sobre as demandas para o local: “Toda a tributação que existe aqui é rateada entre empresários da Ceasa. Por entender as dificuldades, eles pediram que nós os ajudássemos nesse trabalho com o governo, para extinguir essa taxa. A ideia é trazer para eles melhores condições de trabalho. Tenho certeza de que todos os deputados estarão conosco nessa empreitada”.

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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