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Exposição e evento celebram as mulheres da saúde no Hospital de Base

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Hoje, quase 74% dos colaboradores do IgesDF são mulheres.
texto por Bruno Laganá
fotos por Alberto Ruy/IgesDF
Uma homenagem especial marcou o mês da mulher no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Nesta quarta-feira (12), o jardim da unidade recebeu uma programação especial em reconhecimento ao protagonismo feminino na saúde, com destaque para a exposição fotográfica itinerante “Celebrando as Mulheres: Cuidado e Protagonismo na Saúde”.
A iniciativa foi idealizada pela assistente social Beatriz Liarte, do Núcleo de Educação Permanente (NUDEP), e teve o apoio da Gerência de Gestão do Conhecimento (GGCON) ambas ligadas à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP). As fotos foram realizadas pelo fotógrafo Alberto Ruy e expressam toda a força e representatividade das trabalhadoras da saúde do Instituto.
Beatriz explica de onde surgiu a ideia da exposição: a vontade de retratar mulheres de todas as nossas unidades que contribuem e participam para o cuidado em saúde. “Foram retratadas desde gestoras, profissionais de saúde até equipes terceirizadas que compõem nosso quadro”, conta. Ainda de acordo com ela, todas as participantes responderam uma pergunta norteadora: “Quais as mudanças você gostaria de ver na saúde das mulheres do DF nos próximos anos?” Segundo Beatriz, “apesar de estarem em localidades diferenciadas, e serem pessoas diferentes, todas manifestaram mensagens de esperança muito parecidas”.
De acordo com Mariana Marques, Gerente de Gestão do Conhecimento, o objetivo da exposição é retratar as mulheres do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) “de maneira autêntica, sem uniformes, evidenciando seu impacto na saúde independentemente da profissão desempenhada”. No verso das fotografias, cada mulher compartilha um sonho para a saúde do Distrito Federal.
Uma força de trabalho feminina
Durante a cerimônia de abertura, a diretora clínica do Hospital de Base, Christianne Gico, destacou a importância das mulheres na saúde e no IgesDF. “Nós, mulheres, compomos 73,83% da força de trabalho desta empresa. Um paciente, para ser atendido em 24 horas, passa pelo menos 17 horas e 43 minutos sob os cuidados de mãos femininas. Esta é uma instituição com DNA feminino”, afirmou.
A Gerente Geral de Assistência do HBDF, Dra. Fernanda Hak, reforçou a relevância da mulher em posições de liderança. “Vamos levantar essa bandeira de que nós podemos liderar. Temos empatia, escuta, habilidades que fazem diferença. Precisamos mudar esse paradigma”, disse, ressaltando a necessidade de valorização do trabalho feminino.
A gerente do Projeto Acolher, Paula Paiva, celebrou também a dedicação das mulheres na saúde. “Foi um dia pensado por uma comissão inteiramente formada por mulheres, para mulheres. A gente só consegue realizar nossos projetos porque temos esse apoio coletivo”, afirmou.
Stephanie Sakayo, gerente de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF reforçou a importância da força das mulheres dentro do ambiente hospitalar. “Precisamos de momentos de valorização como esse, que nos façam refletir sobre a importância da mulher. As mulheres possuem um dom de humanizar tudo à sua volta. É um dom nato. Seja na nossa casa ou no nosso trabalho, ou na mediação de conflitos diários, é muito importante usar isso ao nosso favor”, falou.
Atividades e parcerias fortalecem a celebração
A programação do evento incluiu palestras, aula de dança, karaokê, atividades de relaxamento, aferição de pressão e consultoria de beleza. As associações de voluntários Rede Feminina de Combate ao Câncer, MAC, SAV, Projeto Acolher e Humanizar foram fundamentais para a realização das atividades.
A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Larissa Bezerra, destacou a presença feminina também no voluntariado. “Mais de 80% dos voluntários são mulheres. Elas são esposas, mães, profissionais, e ainda encontram tempo para se dedicar ao próximo”, afirmou emocionada.
A gerente da GGCON, Mariana Marques, reforçou a importância de reconhecer e celebrar as conquistas femininas. “Que este mês seja um momento de reflexão sobre tudo o que já conquistamos e sobre a força que move o IgesDF”, disse.
A exposição fotográfica “Celebrando as Mulheres: Cuidado e Protagonismo na Saúde” permanece no Hospital de Base até o dia 18, quando seguirá para o Hospital Regional de Santa Maria (19 a 25 de março) e depois para o Hospital Cidade do Sol (26 de março a 1º de abril) ampliando o reconhecimento às profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado da população.
As mulheres do IgesDF registradas na exposição foram: Emanuella Dourado, Sandra Silva, Beatriz Liarte, Ana Carolina Lagoa, Mariana Marques, Paloma Mendes, Bárbara Santos, Elaine Silvestre, Dalva Calazans, Oneide Souza, Larissa Bezerra, Graça Leocádia, Lilian Silva, Jaciara de Souza, Luane Miranda, Idê Ingrid Alves, Camila Frois, Rayanne Macedo, Juliana Barros, Rainara, Danielle Alencar, Natalia Barreto, Eliane Abreu, Marielly Martins Machado, Solange Silva, Laurita, Krysna Thais, Francisca da Silva, Marcia Lemos, Tatiane Machado, Andreia Calabro, Raquel Matias, Anna Luisa Teixeira, Raquel Pinheiro, Lana Lacerda, Fernanda Pinto e Laísa Gonçalves.
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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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Assessoria de Imprensa

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