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Saúde

Hábitos simples que fazem diferença na prevenção de problemas de pele

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Pequenos cuidados incorporados à rotina podem evitar uma série de problemas comuns da pele, como irritações, ressecamento, assaduras e pequenos ferimentos. Pensando nisso, a Minancora reuniu algumas orientações simples e acessíveis que ajudam a manter a pele protegida no dia a dia, especialmente em períodos de calor, exposição ao sol e maior atividade ao ar livre.

 

   1. Mantenha a pele sempre limpa e seca

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A higiene diária é fundamental para evitar o acúmulo de suor, resíduos e impurezas que podem causar irritações e obstrução dos poros. Após atividades físicas, praia ou piscina, o ideal é higienizar a pele e secá-la bem, principalmente em regiões de dobra, como axilas, virilha e atrás dos joelhos.

 

   2. Hidrate a pele regularmente

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A hidratação ajuda a fortalecer a barreira natural da pele, tornando-a mais resistente ao atrito, ao calor e às agressões externas. O cuidado deve ser contínuo, mesmo em dias quentes, quando muitas pessoas acabam pulando essa etapa da rotina.

   3. Evite roupas muito apertadas ou tecidos sintéticos

Peças justas e pouco respiráveis favorecem o atrito e aumentam a transpiração, criando um ambiente propício para assaduras e brotoejas. Sempre que possível, prefira roupas leves e de algodão, principalmente em dias de altas temperaturas.

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    4. Atenção especial aos pés

O uso frequente de calçados abertos, chinelos ou longos períodos em pé pode causar ressecamento, rachaduras e frieiras. Manter os pés limpos, secos e hidratados é uma forma simples de prevenir desconfortos comuns.

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     5. Tenha produtos multifuncionais por perto

No dia a dia ou em viagens, contar com produtos versáteis facilita o cuidado imediato em situações inesperadas, como pequenos ferimentos, arranhões ou picadas de inseto. A pomada Minancora, por exemplo, é indicada para esses casos e pode ser uma aliada prática para levar na bolsa, mochila ou nécessaire.

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     6. Não ignore pequenos machucados

Arranhões e feridas leves devem ser tratados rapidamente para evitar inflamações ou infecções. A atenção precoce ajuda a acelerar a recuperação da pele e reduz o risco de complicações.

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      7. Dê um descanso à pele

Após longos períodos usando maquiagem, glitter ou produtos cosméticos, é importante permitir que a pele respire. A limpeza adequada ao final do dia é essencial para evitar alergias e irritações.

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Segundo a Minancora, a prevenção está nos detalhes. “Criar uma rotina simples de cuidados é a melhor forma de evitar problemas que, muitas vezes, surgem por descuido ou excesso. A pele responde melhor quando recebe atenção diária e constante”, destaca a marca.

Com hábitos fáceis de aplicar, é possível manter a saúde da pele em equilíbrio durante todo o ano, com mais conforto e bem-estar.

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Sobre a Minancora

A Minancora é uma empresa brasileira com mais de 100 anos de história e tradição. Fundada em 1915, em Joinville, Santa Catarina, a empresa se destacou rapidamente com a produção da sua famosa pomada antisséptica, que logo se tornou um ícone da marca.

Atualmente conta com outros produtos cosméticos, como o creme antiacne, o sabonete em barra e sabonete líquido antiacne, gel creme antissinais e o alívio para os pés, um creme relaxante para essa área do corpo.

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Saúde

Brasil está entre os países com maior incidência de câncer de tireoide no mundo

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Nos últimos anos, vem crescendo a incidência deste tumor, que hoje é o quinto mais frequente em mulheres no País e o quarto do Sudeste e Nordeste nesta população.

 

O câncer de tireoide é uma das neoplasias que mais crescem no mundo. Em 2022, acometeu mais de 821 mil pessoas, o que lhe rendeu a sétima posição entre os tumores mais frequentes em âmbito global. No Brasil, a estimativa de casos diagnosticados por ano saltou de 9.200 em 2014 para 16.450 no triênio 2026–2028. Trata-se de um dos principais tumores do sistema endócrino, que afeta cinco vezes mais as mulheres do que os homens por razões não totalmente esclarecidas. Há hipóteses que associam a alta incidência na população feminina a fatores hormonais e à diferença no acesso à realização de exames.

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No território nacional, o câncer de tireoide é o quinto mais frequente em mulheres e o quarto mais comum nesta populaçãodo Sudeste e Nordeste. A alta incidência é atribuída às melhorias do processo diagnóstico, como o uso dos exames de ultrassom e de novas técnicas de biópsia. Isto porque, apesar do aumento crescente, as taxas de mortalidade permanecem baixas3. Em 2023, foram 988 óbitos no País, dos quais 320 eram homens e 668 mulheres.

 

O médico especializado em câncer de cabeça e pescoço Vinícius Freire, da Oncologia D’Or, acredita que a grande concentração de endocrinologistas e de instituições de saúde que realizam exames de ultrassom e check-up no Sudeste propicia o diagnóstico incidental e precoce.

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“Embora não tenha o mesmo nível de sobrediagnóstico do Sudeste, o Nordeste tem assistido à expansão recente do acesso a exames nas redes públicas e privadas, à implementação de exames de ultrassonografia no interior dos estados e programas de saúde da mulher mais ativos”, afirma Vinícius Freire.

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A doença

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A tireoide é uma glândula que produz hormônios, cuja função é regular o metabolismo e influenciar funções como ritmo cardíaco e temperatura corporal. Está ligada ao crescimento e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes, à regulação dos ciclos menstruais, à fertilidade, ao peso, à memória, à concentração, ao humor e ao controle emocional.

Grande parte das vezes, os pacientes não apresentam sintomas porque possuem tumores pequenos. À medida que o quadro evolui, podem aparecer nódulos, caroços ou inchaço no pescoço, rouquidão ou outras alterações na voz e dificuldade para engolir. O diagnóstico é feito a partir do histórico clínico, do exame físico e da realização de ultrassonografia no pescoço para a identificação de um nódulo com características suspeitas.

O surgimento de nódulos, caroços ou inchaço no pescoço pode ser indício da doença.

Formam os grupos de risco adultos com 50 anos ou mais, mulheres, obesos ou com sobrepeso, pessoas com dietas pobres em iodo, com histórico familiar de câncer de tireoide ou com histórico de irradiação no pescoço ou radioterapia mesmo em baixas doses (principalmente na infância). Profissionais de serviços diagnósticos ou que trabalham com radioterapia podem desenvolver a doença por causa da exposição a radiações ionizantes, como raios-X, raios gama e iodo radioativo, incluindo o iodo-131.

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Mais de 90% dos tumores na tireoide são carcinomas papilares e foliculares, que apresentam altas chances de cura, principalmente quando diagnosticados de forma precoce. Eles também são conhecidos como carcinomas diferenciados devido à semelhança estrutural e funcional com o tecido tireoidiano normal.

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A cirurgia é considerada o tratamento padrão deste tipo de câncer, podendo ser realizada para a remoção total ou parcial da tireoide, a depender do estadiamento (grau em que a doença é diagnosticada). Quando há risco elevado de recidiva, recomenda-se a complementação com terapia com iodo radioativo, que consiste na ingestão de uma pequena quantidade dessa substância para destruir o tecido tumoral remanescente.

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Nos últimos anos, o arsenal terapêutico para o tratamento do câncer diferenciado da tireoide metastático e refratário ao iodo radioativo evoluiu muito com a incorporação de terapias-alvo moleculares10. A imunoterapia também pode ser recomendada caso o paciente apresente a doença avançada, que não responde ao iodo radioativo e apresenta alta carga mutacional tumoral.

Para prevenir o câncer de tireoide, é preciso controlar o peso, manter uma dieta saudável e praticar atividade física. O mapeamento genético é indicado para pessoas com dois parentes de primeiro grau que tiveram carcinoma bem diferenciado de tireoide ou qualquer caso de carcinoma medular de tireoide. No caso de carcinoma medular de tireoide, o objetivo é identificar a existência de uma mutação no gene RET (do inglês, Rearranged During Transfection). Trata-se do principal marcador deste subtipo de tumor, que, apesar de raro, é mais agressivo.

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“Profissionais que lidam com radiações ionizantes em suas rotinas de trabalho devem utilizar de forma correta os equipamentos de proteção individual (EPI) a fim de evitar o câncer de tireoide”, concluiu o médico.

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