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4ª Confraternização dos Amigos dos Portais EG NEWS, BRAZIL MULHER e ÓLHOS DE ÁGUIA: Um Encontro Inesquecível!

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No dia 11 de dezembro, no restaurante Fausto & Manuel, na 406 sul, aconteceu o evento mais aguardado do ano! A 4ª Confraternização dos Amigos dos Portais EG NEWS, BRAZIL MULHER e ÓLHOS DE ÁGUIA reuniu os principais nomes da política, empreendedorismo, comunicação, advocacia e direção partidária do Distrito Federal.

Uma Noite de Conexões e Amizades

Mais de 150 convidados, incluindo políticos, empresários, comunicadores, advogados e dirigentes partidários, se reuniram para fortalecer laços e criar novas conexões. O ambiente foi de pura alegria e descontração, com pessoas que antes apenas se comunicavam pelo WhatsApp agora compartilhando momentos inesquecíveis.

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O Poder da Conexão Humana

Mesmo com outros eventos concorrentes, os amigos dos portais EG NEWS, BRAZIL MULHER e ÓLHOS DE ÁGUIA escolheram estar juntos, compartilhando histórias, risos e momentos de reflexão. A noite foi um lembrete do poder da conexão humana e da importância de cultivar amizades verdadeiras.

Política e Futebol: Uma Combinação Perfeita

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Além das discussões políticas, como, a disputa para os diversos cargos para as eleições em 2024, outro assunto que dominou as conversas foi a derrota do Botafogo para o time mexicano, tirando o time carioca da disputa pelo título de campeão do mundo. Quem imaginaria que futebol e política pudessem se misturar de forma tão harmoniosa?

  • Presentes
  • – Secretário de Governo José Humberto
    – Presidente do DER Fauzi Nacfur
    – Ex-governador do DF Tadeu Filippelli
    – Ex-senador pelo DF Gim Argelo
    – Lucas Kontoyanis
  • – Deputado Distrital Rogério Morro da Cruz
  • – Omezio – Coordenador Político da Dep. Paula Belmonte
  • – Jornalista Renato Riella
  • – Severino Cajazeiras
    – Administrador do Paranoá Welington Santana
  • – Gaby Gonçalves – Representante do Dep. Jorge Vianna
  • – Diretora de Comunicação do CFQ Jordana Saldanha
  • – Ex-Coordenador Regional de Ensino do Paranoá/Itapoã – Ranieri Carneiro-
  • Portais de Notícias Representados
    – EG NEWS
    – BRAZIL MULHER
    – ÓLHOS DE ÁGUIA
    – RADAR DIGITAL BRASILIA
    – ATUALIDADE POLITICA
    – PORTAL SEMPRE NOTÍCIAS
    – BLOG DO RIELLA
    – N55 BRASIL NOTÍCIAS
  • Empresários
    – CASA DA MOLDURA – Higino França
    – CASA DE SHOWS SKINA – Bruno
    – FERRAGENS SANTO ANTONIO – Tarzinho
    – FUNERÁRIA 3 PODERES – Wander,
  • e demais amigos
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Uma Noite para Lembrar!

A 4ª Confraternização dos Amigos dos Portais EG NEWS, BRAZIL MULHER e ÓLHOS DE ÁGUIA foi um sucesso absoluto! Quem esteve presente não vai esquecer essa noite tão especial. Já estamos contando os dias para o próximo encontro!

           

Fonte: Grupo EG

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O que as meninas podem vestir?

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Especialistas comentam sobre os direitos de meninas e mulheres e o combate ao constrangimento e a situações de importunação

 

Ao longo de décadas, as mulheres conquistaram inúmeros direitos. No entanto, as legislações ainda não são suficientes para uma mudança ainda mais essencial: a transformação da sociedade. Embora tenham ocorrido avanços significativos em diversos setores da sociedade e nas legislações de proteção às mulheres, ainda existem muitos desafios, como demonstra o recente acordo firmado entre a Secretaria de Educação do Estado do Pará o Ministério Público do Estado do Pará.

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A iniciativa concedeu às estudantes do Colégio Estadual Paes de Carvalho, fundado em 1841, em Belém, o direito de frequentar as aulas com calça jeans. Com isso, o uniforme feminino, composto por blusa branca, saia azul-marinho e sapatos sociais, passou a ser opcional. A mudança não chama atenção simplesmente pela quebra de uma tradição, mas pelo fato de ter sido motivada por relatos de jovens sobre frequentes momentos de constrangimento e situações de importunação.

 

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Será que a mudança de vestimenta é suficiente para que o assédio contra as mulheres pare? Maria Fernanda, psicóloga do Núcleo de Apoio Psicopedagógico da Estácio (NAAP), afirma que não. “A mulher sempre foi vista como, entre aspas, o sexo frágil, e muitos homens se acham no direito de assediar pelo simples fato de ela ser mulher. A vestimenta não quer dizer que você pode ou não assediar uma pessoa. Então, a calça ou a saia independem do caráter do outro, do indivíduo que está ali assediando. Assim, não vejo isso como algo que possa diminuir o assédio”, comenta.

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A psicóloga que também integra o NAAP, Luiza Marron, também reforça que a raiz do problema é social, e não estética. “Não é a roupa que causa assédio. Ele acontece por uma questão cultural ligada à objetificação do corpo feminino. Existe a ideia de que as mulheres, essas meninas, estão disponíveis ao olhar e à invasão do outro. No fim, permitir o ajuste da roupa é um avanço em termos de autonomia e conforto, mas o verdadeiro combate ao assédio acontece quando a sociedade entende que o problema nunca foi a roupa, e sim o comportamento de quem assedia”, afirma.

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Como proteger as mulheres?

Para Thayene Belo, psicóloga e mestre em Saúde Coletiva, a prevenção e a segurança também envolvem autonomia, conforto e respeito às realidades vividas pelas adolescentes no cotidiano.

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“Permitir o uso da calça não significa que o assédio vai deixar de existir, mas pode, sim, representar uma medida de proteção prática, porque muitas estudantes relataram maior sensação de segurança no trajeto entre casa e escola, especialmente no transporte público e na circulação pelas ruas. Ou seja, a mudança não resolve o problema sozinha, mas é um passo institucional importante de cuidado e de escuta dessas adolescentes”, pontua.

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Ainda segundo a especialista, a segurança depende de uma educação para o respeito, de políticas públicas de proteção, da melhoria na segurança urbana, de campanhas contra o assédio, de espaços de escuta ativa e da responsabilização de quem pratica a violência.

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“Quando a sociedade muda o foco, deixando de controlar o corpo das meninas e passando a responsabilizar comportamentos abusivos, nós avançamos, de fato, na prevenção ao assédio. Medidas como essa são importantes porque sinalizam algo maior. Proteger essas meninas não é limitar suas escolhas, mas, sim, garantir que elas possam estudar, circular e viver com dignidade e segurança”, conclui Thayene Belo.

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