Social
Fim de semana festivo e Detran mostra as mudanças no trânsito
Cinco eventos alteram trânsito no fim de semana
Agentes farão controle de tráfego para segurança viária no Bora de Bike, Buteco do Gustavo Lima, Corrida do Gari, Funn Festival e aniversário de Sobradinho
Zélia Ferreira
(Brasília – 19/5/2023) – Neste fim de semana, de 19 a 21 de maio, cinco eventos vão impactar o trânsito no Plano Piloto e Sobradinho. Para garantir a segurança dos participantes, os agentes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal farão controle de tráfego, conforme planejamentos específicos para cada evento.
Vale lembrar que não será tolerado estacionar em locais proibidos ou que prejudiquem a fluidez nas vias e a segurança nas proximidades dos eventos. Os agentes também estarão atentos para coibir a condução de veículos sob influência de álcool.
Funn Festival
Para os shows e demais atividades culturais do Funn Festival 2023, na Praça das Fontes – estacionamento 9 do Parque da Cidade, que acontecerão de sexta (19) a domingo (21), haverá policiamento ostensivo de trânsito, com foco na fluidez e segurança, das 9h às 2h da madrugada. Os agentes farão controle em travessias de pedestres e montarão área de embarque e desembarque em frente ao estacionamento 9.
Ação Social – 63º aniversário de Sobradinho
No sábado (20), em comemoração ao 63º aniversário de Sobradinho, está prevista uma Ação Social no Conjunto 8 da do Setor Habitacional Nova Colina, das 9h às 17h. Para isso, um trecho da via em frente à Escola Classe 16 até próximo à Paróquia Divino Espírito Santo será fechada a partir das 23h59 de sexta-feira (19).
Buteco do Gustavo Lima
No sábado (20), das 15h às 3h da madrugada, as equipes de policiamento e fiscalização de trânsito estarão nas imediações do Arena BRB – Mané Garrincha para fazer o controle do tráfego e auxiliar na travessia dos pedestres que irão ao show Buteco do Gustavo Lima. A partir de meia-noite, para facilitar a dispersão do público, a faixa da direita no sentido anti-horário da via Contorno do Estádio será liberada para estacionamento e duas faixas da via N1 ficarão isoladas para permitir a saída livre do estacionamento rotativo.
Corrida do Gari e Bora de Bike
No domingo (21), das 7h às 9h, está prevista a 6ª Corrida do Gari, com largada e chegada no estacionamento do Centro Cultural Ibero-americano (Funarte). As vias N1 e S1 terão três faixas da esquerda reservadas para os atletas, desde a altura da Funarte até a praça do Cruzeiro. Neste trecho, também estarão fechadas as vias de acesso entre N1 e S1.
Das 7h às 12h, está previsto o Bora de Bike, com público estimado em 3.000 pessoas. A concentração dos ciclistas será no estacionamento da Praça do Buriti e a saída para o passeio, a partir das 9h, será pela via N1 em direção à Epia, pegando o último acesso à via S1 e descendo rumo ao Congresso Nacional. De lá, os atletas voltam à Praça do Buriti pela N1. Durante todo o percurso, quatro faixas próximas ao canteiro central vão estar isoladas: três para o tráfego das bicicletas e uma para as viaturas do Detran que farão o acompanhamento dos atletas.
Devido ao Bora de Bike e à Corrida do Gari, ambos no mesmo dia, o trânsito em todo o Eixo Monumental será bastante impactado e, por isso, o Detran recomenda, a quem puder, que evite transitar pelo local no domingo de manhã.
Fonte: ASCOM DETRAN
Social
Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)
A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.
Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).
Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.
No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).
No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).
Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.
As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.
Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.
A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.
Sobre o ATL
Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.
No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.
Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”
Sobre a APIB
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.
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