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Saúde

Mulher descobre gravidez rara após sentir fortes cólicas

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Foto: New England Journal of Medicine

Ao chegar à emergência, foi revelado que ela estava enfrentando uma gestação ectópica rara, com o feto se desenvolvendo fora do útero

Uma mulher francesa de 37 anos teve uma surpreendente descoberta ao procurar atendimento médico no hospital devido a cólicas intensas que a afligiam há uma dezena de dias.

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Ao chegar à emergência, foi revelado que ela estava enfrentando uma gestação ectópica rara, com o feto se desenvolvendo fora do útero, em um estágio avançado de 23 semanas. Notavelmente, o embrião estava se formando em um saco gestacional entre o estômago e o intestino da paciente.

As circunstâncias intrigantes desse caso foram detalhadamente apresentadas em um artigo publicado no New England Journal of Medicine no último sábado (9), que incluiu imagens dos exames realizados na mulher. Conforme relatado pelos médicos responsáveis pelo atendimento, a paciente vinha queixando-se de dores abdominais progressivas e inchaço na região abdominal.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Saúde

Fisioterapia especializada ajuda pacientes a recuperar autonomia após AVC

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Ambulatório do Hospital de Santa Maria atende principalmente vítimas de acidente vascular cerebral e aposta em tratamento individualizado para reduzir sequelas
Por Talita Motta
Perder a força de um lado do corpo, deixar de caminhar sozinho e depender da ajuda de familiares para tarefas simples do dia a dia são algumas das mudanças enfrentadas por quem sobrevive a um acidente vascular cerebral (AVC). No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), pacientes que passaram pela doença encontram na fisioterapia especializada um caminho para recuperar movimentos, readquirir autonomia e reconstruir a rotina.
O AVC é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Ao lado do infarto, integra o grupo das doenças cardiovasculares, responsáveis por cerca de 30% dos óbitos registrados anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde. Dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), com base no Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil, mostram a dimensão do problema: somente entre 1º de janeiro e 31 de março deste ano, foram registradas 20.461 mortes por AVC no país, o equivalente a uma média de 235 por dia, praticamente uma vítima a cada seis minutos.
Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC.
“Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área.
O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico.
“O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle.
O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional.
Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família.
“Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos.
Desafios além da recuperação física
A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação.
“Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle.
Como acessar o serviço
O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF.
Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.
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Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.

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