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Projeto “Em um Piscar de Olhos” promove saúde ocular para alunos de escolas públicas do DF

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Fotos: Divulgação

Nesta terça-feira, 6, começa uma nova etapa do projeto “Em Um Piscar de Olhos”, que beneficiará 5.320 alunos de escolas públicas de Samambaia e Ceilândia. O projeto tem como objetivo transformar o atendimento oftalmológico, diagnosticando e tratando problemas de visão de alunos nas escolas para melhorar a qualidade de vida e o desempenho escolar dos estudantes.

Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 80% das crianças das escolas públicas nunca consultaram um oftalmologista, e 22,5% das que abandonam os estudos o fazem por falta de acesso à saúde ocular. O Projeto já atendeu mais de 88 mil alunos em nove estados. Em 2023, no Distrito Federal, mais de oito mil crianças de 47 escolas nas regiões do Paranoá, Planaltina e Recanto das Emas foram atendidas.

A primeira fase da nova etapa ocorrerá entre 12 e 16 de agosto, com mutirões de consultas e a escolha de óculos nos dias 24 e 31 de agosto. A entrega dos óculos para os alunos está prevista para 60 dias após o último mutirão de consultas.

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O projeto une a educação e a saúde com foco na responsabilidade social. Leonardo Figueiredo, idealizador do projeto, ressalta que o impacto do “Em Um Piscar de Olhos” atende a uma necessidade urgente de cuidados oftalmológicos e demonstra como parcerias público-privadas podem resolver desafios importantes de saúde pública. “Temos um sonho e um objetivo que é atender um milhão de crianças em todo o Brasil. Já atendemos mais de 88 mil alunos em nove estados e estamos extremamente felizes de voltar a atuar com o GDF, que abraçaram nossa causa. Estamos no caminho certo, trabalhando juntos para reduzir a evasão escolar e ampliar o acesso à saúde oftalmológica através do nosso projeto”, disse.

Realizado em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal, o projeto exemplifica como a colaboração entre os setores público e privado pode criar modelos eficazes de intervenção social. Os dados coletados serão fundamentais para informar políticas educacionais mais assertivas, visando melhorar o desempenho escolar e reduzir a evasão. Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, o objetivo do projeto  é promover a qualidade de vida dos estudantes. “Ao fazer a triagem oftalmológica, vários problemas que impactariam no rendimento e desenvolvimento da vida escolar dessas crianças, podem ser tratados. Além disso, quando detectada a necessidade do uso de óculos, a criança pode escolher a armação que melhor lhe atende, garantindo um maior conforto para ela”, ressaltou.

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SERVIÇO
Abertura Solene “Em um Piscar de Olhos”
Data: Terça-feira, 6 de agosto
Horário: 10 horas
Local: Escola Parque Anísio Teixeira (EPAT) – QNM 27 Módulo B – Ceilândia-DF

Assessoria de Imprensa
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Rafael Moura

(61)99627-9926

Henrique Aragão
(61)98509-1756
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Saiba como funciona assistência técnica e extensão rural gratuita para produtores no DF

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Produtores podem participar de cursos, oficinas e capacitações; propriedades são avaliadas por corpo técnico em busca de melhorias

Por

Mateus Vidigal, da Agência Brasília | Edição: José Renato Garcia

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Produtores rurais do Distrito Federal contam com assistência técnica e extensão rural gratuita. Elaboradas a partir de um cadastro pessoal e de uma avaliação técnica da propriedade, são oferecidos atendimentos personalizados e capacitações coletivas.

Ao todo, existem 15 escritórios destinados a esse atendimento em várias regiões administrativas do Distrito Federal, além do centro de formação tecnológica e desenvolvimento profissional. Nesses locais, são ofertados cursos, oficinas e capacitações em diversas áreas da agropecuária, gestão, comercialização, meio ambiente e desenvolvimento social.

 

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Uma vez localizada a sede mais próxima, o primeiro passo do produtor rural é se cadastrar: basta apresentar documentos pessoais, como CPF e carteira de identidade, além de demonstrativos de posse ou propriedade de terra.

Feito o cadastro, um extensionista faz uma visita técnica à propriedade com o objetivo de analisar a realidade daquela família e mapear as necessidades e potencialidades de produção. Nesse momento, por exemplo, são avaliados aspectos como características do solo, disponibilidade de água, infraestrutura, atividades já desenvolvidas e os objetivos dos produtores daquela terra.

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Com o diagnóstico, tem início um acompanhamento personalizado a partir das demandas levantadas: surgem orientações sobre implantação ou diversificação da produção, manejo de culturas e de criações, conservação do solo e da água, irrigação, agroecologia, regularização ambiental e comercialização, entre outros.

Diante de necessidades específicas mapeadas, é possível também contar com a elaboração de projetos técnicos para acesso ao crédito rural, a programas de fomento à produção e à comercialização. Por exemplo: produtores podem ser orientados a como obter certificações de produção orgânica, Boas Práticas Agropecuárias (BPA) e Boas Práticas de Fabricação (BPF), entre outros.

Além do atendimento individual nas propriedades, existe a promoção de cursos, oficinas, dias de campo e outras atividades coletivas. A elaboração dessas ações é feita a partir das necessidades identificadas pelos extensionistas e tem o objetivo de levar tecnologias, inovações e soluções para os produtores rurais de todo o Distrito Federal.

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