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Impacto das mudanças climáticas é tema do último dia do CRIA G20, que teve Anielle Franco e recebe Felipe Neto

Publicado em

Foto: Divulgação / CRIA G20

Especialistas discutem como as fake news afetam o enfrentamento a desastres e propõem estratégias para combater a desinformação

Um CRIACast com a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e uma oficina sobre desinformação sobre o clima abriram neste sábado, 16 de novembro, o último dia do CRIA G20, um evento que conecta criadores digitais, ativistas sociais e comunicadores e abre espaço para discutir as prioridades da presidência do Brasil no G20.
Anielle foi entrevistada por Raull Santiago, diretor do instituto “Papo Reto”, e pela atriz Ana Hikari. “Não basta só você sentar na cadeira sem vontade política”, afirmou a ministra referindo-se ao trabalho à frente do ministério. “A gente tem que ouvir o povo.”

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Pesquisadores e especialistas em segurança do clima que participaram da oficina sobre desinformação sobre o clima. Foto: Divulgação / CRIA G20

 

OFICINA – Durante a oficina, foram apresentados exemplos da tragédia que acometeu o Rio Grande do Sul no início de 2024. “A desinformação afeta o esquema de busca e salvamento e impacta pq as pessoas vão buscar abrigo no lugar errado. Desmobiliza doações e dificulta acesso a medicamentos e primeiros socorros”, disse Ana Julia Bernardes, diretora de projetos do Instituto Democracia em Foco.
O painel contou com a presença de pesquisadores e especialistas em segurança do clima, como Letícia Capone, diretora do Instituto Democracia em Foco, a jornalista Thais Lazzeri, Bruno Mattos, da UFRJ, a pesquisadora Giulia Tucci e o fundador do Media Bounty Jake Dubbins, além de Ana Julia.
G20 TALKS – Dois painéis vão ocupar o palco do G20 Talks neste sábado. O primeiro, pela manhã, tratou do Enfrentamento às Mudanças Climáticas, reunindo a jovem ativista climática Licypriya Kangujam, a ativista climática Tori Tsui e o líder indígena Tukumã Pataxó, moderação do ator e ativista Sérgio Marone. À tarde, outro painel vai debater Combate à desinformação, reunindo o influenciador Felipe Neto, o empresário e mentor financeiro Humberto Ribeiro, a ativista filipina Mitzi Jonelle e o jornalista Ronald Pessanha, moderação Jéssica Senra
O dia se encerra com o CRIACast especial Juventude e com a oficina “Usando o humor para debater temas sociais”.

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Estúdio 1
9h às 10h30
OFICINA
Mapeando a Desinformação sobre Clima no Brasil

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

CONTATOS:
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E-mail: secom.imprensa@presidencia.gov.br
Tel.: (61) 3411-1601/1044
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E-mail: seaud.secom@presidencia.gov.br
Tel.: (61) 98100-1993 (apenas por mensagem via Whatsapp)

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Politica

Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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