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Hospital Regional da Asa Norte completa 40 anos como referência nacional

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As quatro décadas do serviço oferecido pelo Hran foram celebrados em solenidade que reuniu profissionais, gestores e usuários. Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

Data foi celebrada junto a profissionais, gestores e usuários do serviço em solenidade realizada no icônico jardim central da instituição

“Aqui é a minha segunda casa”. A declaração de Maria do Carmo Aires não é da boca para fora. A técnica de enfermagem realmente construiu a carreira e a vida junto ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran) ao longo de 40 anos.

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O seu ingresso profissional aconteceu cinco dias antes da inauguração oficial da unidade; e foi ali também que ela deu à luz ao primogênito, logo no ano seguinte. Nesta quarta-feira (4), quando o hospital da Região Central de Saúde celebrou 40 anos, ela esteve junto a outros profissionais, gestores e usuários do serviço para confraternizar e compartilhar as memórias em solenidade realizada no icônico jardim central da instituição.

A profissional de enfermagem atua no ambulatório de Curativos de Queimados e Cirurgia Plástica. O serviço é um daqueles em que o Hran destaca-se como referência nacional. O atendimento em fissura labiopalatina acolhe cerca de 500 pacientes por mês. A assistência a queimados, por sua vez, realizou quase 3 mil atendimentos de emergência e 8,7 mil procedimentos ambulatoriais em 2023 – os maiores números registrados em seis anos.

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“Aqui é a minha segunda casa”, declara Maria do Carmo Aires, técnica de enfermagem que trabalha no Hran desde sua inauguração, há 40 anos. Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

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Quatro décadas de dedicação

Durante a cerimônia, os servidores públicos lotados há mais de 25 anos na unidade foram agraciados com certificado simbólico. O chefe do Laboratório de Patologia Clínica, Clésio Santana, conta com cinco profissionais que têm quatro décadas dedicadas ao trabalho em sua equipe. Os “meninos”, como ele os chama, são grandes exemplos. “Trabalham como alguém que entrou hoje no serviço – com muito amor e entusiasmo. Dá gosto de ver!”, relata.

O evento foi conduzida pelo diretor do Hran, Paulo Henrique Cordeiro, que aproveitou a oportunidade para agradecer os mais de 1,8 mil colaboradores. “A união e o empenho de todos vocês fazem a diferença para esse hospital que é tão importante para a história da rede pública de saúde do Distrito Federal”, destacou o gestor.

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A cerimônia contou também com a presença do superintendente da Região Central de Saúde, Paulo Roberto Júnior; do assessor especial da Vice-Governadoria do DF, Severino Dantas; e da deputada distrital, Dayse Amarílio.

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Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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61 98251-9821 61 99514-5393

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