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Saúde

Rede Feminina leva alimentos e acolhimento a pacientes com câncer no Hospital de Base

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Ação de Páscoa beneficiou pessoas em tratamento na unidade com doações e apoio emocional

 

Em meio ao tratamento contra o câncer, pacientes do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) receberam, nesta terça-feira (31), mais do que doações: acolhimento, afeto e uma pausa na rotina marcada por desafios. A ação foi realizada pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, em celebração à Páscoa.
Ao todo, foram distribuídas 250 cestas básicas, 300 dúzias de ovos de galinha, 150 ovos de chocolate e kits com doces, destinados a pacientes em acompanhamento na unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF).
Além dos itens, o encontro foi marcado por abraços, sorrisos e momentos de troca. A coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, explica que a iniciativa integra o calendário mensal do grupo e mobiliza voluntários ao longo de todo o ano.
“Esperamos abrir a Páscoa com essa sensação de gratidão, de fé e de paz. É sempre muito gratificante participar desse momento de entrega de cestas, e ver os sorrisos de todos ao ver que também receberiam um ovo de chocolate dessa vez”, destaca.
Para ela, o acolhimento é parte central do trabalho da Rede. “As vezes, o menor dos problemas dos pacientes é a própria doença. Por causa disso, estar aqui presente, dando abraços, compartilhando energias é muito importante. É dividir uma força sua com outra pessoa”, explica.
A paciente Irena Rodrigues, de 44 anos, faz acompanhamento no HBDF para tratamento de câncer de mama há dez anos e foi uma das beneficiadas pela ação. Ela destaca a importância do apoio recebido ao longo do tratamento.
“Através do trabalho deles, eu consegui muitas coisas com mais facilidade, como exames e medicação, além da cesta básica. Se tem algo difícil no hospital, eles estão lá pra ajudar”, relata.
As doações foram viabilizadas por meio de parcerias com diferentes instituições, que ajudam a manter ativa a rede de apoio aos pacientes atendidos no Hospital de Base.
Créditos: 
Fotos: Divulgação/IgesDF
Mulher de casaco preto: Irena
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Saúde

Peixe ou chocolate? Como lidar com o cardápio da Semana Santa

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Entre o silêncio respeitoso da Sexta-feira Santa e o sabor doce que anuncia a Páscoa, a mesa do brasileiro se transforma. Peixes ganham protagonismo, enquanto o chocolate surge como tentação quase inevitável. Mas, afinal, é possível harmonizar tradição e saúde nesse período? A resposta é sim e passa menos pela restrição e mais pela consciência.

Segundo a professora Camila Mognatti, coordenadora do curso de Nutrição da Estácio Brasília, o segredo está no equilíbrio. Tanto o peixe quanto o chocolate podem fazer parte de uma alimentação saudável, desde que haja moderação e boas escolhas. Enquanto os peixes oferecem proteínas de alta qualidade, gorduras boas e nutrientes essenciais, o chocolate, especialmente o amargo com 70% de cacau ou mais, pode contribuir com antioxidantes que ajudam a reduzir o estresse no organismo.

Na tradição cristã, o consumo de peixe simboliza leveza e renovação. Do ponto de vista nutricional, essa percepção faz sentido. De fácil digestão, o alimento é fonte de proteína completa e, em algumas espécies como salmão, sardinha e atum, concentra ômega 3, gordura associada à saúde cardiovascular e à redução de inflamações. É um alimento que contribui tanto para a manutenção muscular quanto para o bom funcionamento do organismo como um todo.

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Já o chocolate, frequentemente tratado como vilão da Páscoa, pode assumir um papel mais amigável. A recomendação é priorizar versões com maior teor de cacau, menos açúcar e consumo moderado. O problema não está no chocolate em si, mas na quantidade e na frequência. Também é importante atenção aos ovos industrializados recheados, muitas vezes ricos em açúcares, gorduras e aditivos. Alternativas como barras de melhor qualidade ou versões artesanais mais simples podem ser escolhas mais equilibradas.

Cuidados

Para quem opta por substituir a carne vermelha pelo peixe durante o período, alguns cuidados são essenciais. A procedência e a conservação devem ser observadas com atenção. Peixes frescos têm odor suave, olhos brilhantes e carne firme. No preparo, métodos como grelhar, assar ou cozinhar preservam os nutrientes e evitam excessos de gordura. Frituras e molhos muito calóricos podem comprometer os benefícios do alimento.

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Outro ponto importante é a composição do prato. Como o peixe possui menor teor de ferro em comparação à carne vermelha, a recomendação é combiná-lo com alimentos ricos nesse mineral, como feijões e vegetais verde escuros. Ainda assim, a especialista sugere variedade ao longo da alimentação. O ideal é fazer um rodízio entre os tipos de proteína animal.

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Nas casas com crianças, a criatividade pode ser aliada. Preparações como hambúrgueres de peixe, bolinhos caseiros ou filés assados com temperos suaves ajudam a tornar o consumo mais atrativo. Espécies como tilápia e pescada, de sabor mais delicado, costumam ter melhor aceitação. Para acompanhar, pratos coloridos com arroz, feijão, legumes e verduras garantem equilíbrio nutricional e agradam ao paladar.

No fim das contas, a Semana Santa pode e deve ser um convite ao equilíbrio. Entre tradição e saúde, entre o salgado e o doce, entre o prazer e o cuidado. Porque, à mesa, o verdadeiro sentido da data também se revela na forma como escolhemos nos nutrir.

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Camila Mognatti, coordenadora do Curso de Nutrição da Estácio Brasília

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