Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Entretenimento

Comportamento de Jennifer Lopez é responsável por crise no casamento com Ben Affleck, diz jornal

Publicado em

+ Vídeo que mostra Ben Affleck com aparente mau humor viraliza

Casado com J-Lo desde julho de 2022, Affleck, que é um alcoólatra em recuperação, estaria “cansado das exigências da esposa para encontrar a casa perfeita”, conforme afirmou a pessoa ao tabloide britânico “The Sun”.

“Ben quer desacelerar um pouco. Ele precisa disso, mas não é bem assim que Jennifer faz as coisas. Ela é do tipo ‘tudo ou nada’ e tem mais energia que Ben. Não há botão de desligar’, afirmou o(a) insider ao portal. E ele(a) ainda disse que teme que a tensão aumente durante o período em que o casal trabalhará junto. Os dois estão envolvidos na produção de “Unstoppable”, filme que contará a história real do lutador Anthony Robles.

Advertisement
Leia Também:  Andressa Urach altera cor dos olhos em cirurgia proibida no Brasil e enfrenta dores intensas

“O cara não merece ser mandado, arrastado para eventos sociais duvidosos e criticado em cada aspecto minúsculo de seu dia. Mas foi para isso que ele se inscreveu quando se casou com Jennifer. Ela é um ‘coelhinho da Duracell’ que não para por ninguém”, opinou a fonte. “Ele tem a vibe de um homem que acabou de voltar de uma longa missão em uma zona de guerra apenas para ter que lidar com sua casa sendo atingida por um tornado.”

Outra pessoa próxima ao casal ainda relatou que o relacionamento parece “prosperar no drama”.

Assine nossa newsletter:

Inscreva-se nas nossas newsletters e receba as principais notícias do dia em seu e-mail

Advertisement

“Ela [Jennifer] quer um homem que a defenda e que a enfrente. Se você olhar para seus casamentos fracassados ​​com um garçom e um dançarino, ela tinha autonomia sobre eles. Ben não apenas diz sim para ela. Jennifer é uma diva, mas Ben sabe disso 100%. Ambos são atores e curtem um drama e um palco sempre em movimento — e é assim que é o relacionamento deles.”

Leia Também:  Amante de Yuri Lima é expulsa de programa do SBT após reclamações de Pocah, diz colunista

Fonte: IstoÉ

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Entretenimento

Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

Published

on

Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

Advertisement

Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

Leia Também:  ‘Luta pelos nossos direitos’, diz Pabllo Vittar sobre Parada LGBT+

Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

Advertisement

Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

Advertisement

Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

Advertisement

Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

Advertisement

Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

Leia Também:  5 louças perfeitas para dar de presente de casamento

A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

Advertisement

Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

Advertisement

As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA