Epreendedorismo
Gabriele Carlos é a primeira mulher a ocupar o cargo de CEO na ZEISS Vision Brasil
Com experiência consolidada de mais de 20 anos, dos quais 9 foram dedicados à gestão de Recursos Humanos da ZEISS Vision Brasil, Gabriele passa a integrar o seleto grupo dos 6% das mulheres que conquistaram uma cadeira de CEO no mundo
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A ZEISS Vision Brasil, divisão de lentes corretivas e produtos de saúde visual do grupo alemão ZEISS, anuncia sua nova Chief Executive Officer: Gabriele Carlos. Graduada em Psicologia e pós-graduada em Gestão Empresarial, a profissional integra o time ZEISS Vision Brasil desde 2015, período no qual liderou a área de Recursos Humanos no Brasil, com suporte LATAM & Ibéria. Como CEO, será responsável pela gestão estratégica de negócios da empresa.
Em sua jornada na ZEISS Vision Brasil, Gabriele mostrou que possui as competências necessárias para assumir o desafio de comandar a empresa, uma vez que obteve resultados significativos a partir da compreensão das complexidades de uma organização e de sua experiência na gestão de projetos, orçamentos e pessoas.
A profissional agregou valor aos negócios e aumentou a produtividade por meio da aplicação de conhecimentos teóricos e práticos, com foco no modelo de consultoria interna de áreas comerciais, operacionais e técnicas em segmentos de mercado distintos. Sua atuação distinguiu-se pelo reconhecimento da importância do desenvolvimento das pessoas e de seu impacto nos resultados obtidos e esperados.
“Venho de uma família em que a figura feminina sempre foi forte e teve espaço de equidade quando comparada aos homens. Sempre trabalhei com homens que me impulsionaram, por acreditar que eu podia fazer a diferença. É um privilégio fazer parte da estatística de 6% de mulheres que são CEOs no mundo. É, também, sem sombras de dúvida, uma grande responsabilidade: mostrar que é possível e mobilizar outras pessoas nesse movimento. Com certeza será mais um desafio que abraçarei com garra”, afirma Gabriele.
A psicóloga também tem formação em Professional & Self Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC); em Conselho Administrativo e ESG pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), e em Conselho Consultivo pelo Centro de Estudos em Liderança e Governança Integrais (Celint). Gabriele é mentora voluntária e membro do Grupo de Líderes da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), membro do Projeto Open Mind, integrante do Grupo de Mulheres do Brasil, e co-autora do livro Mulheres no RH: uma aula prática da alta performance do RH na visão de renomadas líderes – edição Poder de uma mentoria, volume III. Seu trajeto profissional engloba atuações em empresas de renome, entre elas Sodexo, Carrefour e GVT.
Epreendedorismo
O escritório precisa ser atrativo para continuar fazendo sentido
Com a consolidação do trabalho híbrido, empresas passam a repensar seus espaços físicos como ambientes de experiência, convivência e cultura organizacional
Com a consolidação do modelo híbrido no Brasil e no mundo, o papel do escritório corporativo vem passando por uma transformação profunda. Mais do que um local de trabalho fixo, o espaço físico passou a ser entendido como um ambiente de experiência, relacionamento e pertencimento para os colaboradores.
De acordo com o levantamento Workforce Preference Barometer, realizado pela consultoria global JLL (Jones Lang LaSalle), 66% dos profissionais já trabalham sob políticas híbridas ou presenciais estruturadas, mas a aceitação dessas políticas está diretamente ligada à qualidade do ambiente oferecido. O estudo aponta que 50% dos entrevistados afirmam que estar no escritório melhora o trabalho em equipe, enquanto 43% dizem preferir ir presencialmente quando o espaço favorece a colaboração e a troca entre áreas.
Esse cenário reforça a necessidade de repensar o conceito tradicional de escritório. Ambientes engessados, pouco acolhedores e desconectados da cultura da empresa deixam de atender às expectativas de uma força de trabalho que busca mais conforto, flexibilidade e propósito no dia a dia.
Para Nikolas Matarangas, CEO da Be In, empresa especializada em soluções de ambientes corporativos sob medida, o escritório passa a ter uma função estratégica dentro da gestão de pessoas. “O espaço físico precisa ser planejado para estimular encontros, facilitar a comunicação e refletir a identidade da empresa. Não se trata apenas de mesas e cadeiras, mas de criar um ambiente que faça o colaborador se sentir parte de algo maior”, afirma.
Outro dado relevante vem de pesquisas globais sobre engajamento no trabalho, que indicam que ambientes bem projetados contribuem para o aumento da satisfação e da permanência dos talentos nas organizações. Estudos do setor imobiliário corporativo mostram que espaços que oferecem áreas de convivência, salas colaborativas e infraestrutura adequada para diferentes tipos de atividades têm impacto direto na produtividade e na sensação de pertencimento dos profissionais.
Nesse contexto, o escritório deixa de ser apenas um custo operacional e passa a ser um instrumento de cultura, comunicação interna e employer branding. Empresas que investem em ambientes alinhados aos seus valores conseguem transformar o espaço em um ponto de conexão entre pessoas, estratégia e negócio.
“O escritório precisa ter propósito. Ele deve existir para potencializar relações, fortalecer a cultura e apoiar o desempenho das equipes. Quando isso acontece, o espaço deixa de ser obrigatório e passa a ser desejado”, conclui Nikolas Matarangas.
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