Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Esporte

EUA dominam e seleção feminina sofre a 2ª derrota na Liga das Nações de vôlei

Publicado em

A seleção americana levou a melhor por 3 será a 0, com parciais de 25/22, 25/19 e 25/22.

Felipe André

Goiânia, GO


Tentativa de bloqueio pelas atletas brasileiras. Foto: Divulgação- FIVB

Advertisement

A seleção brasileira feminina de vôlei sofreu sua segunda derrota na Liga das Nações, neste domingo. Diante da torcida, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, a equipe anfitriã foi dominada e derrotada pelos Estados Unidos por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/19 e 25/22. O tropeço impediu o Brasil de brigar pela liderança da tabela.

Com muitos erros e certa desconcentração, a seleção esteve longe de conter o forte ritmo das americanas ao longo das três parciais. A equipe dos EUA, que tenta se aproximar das primeiras colocadas, vinha de sua primeira derrota na competição, contra o Japão. Subiu, assim, para a terceiro posição, desbancando justamente o Brasil para o quarto posto.

Neste domingo, o técnico José Roberto Guimarães começou a partida com uma alteração na escalação. Colocou Julia Bergmann no lugar de Pri Daroit. As outras titulares foram Macris, Maiara, Carol, Kisy e Thaisa, além da líbero Nyeme. A maior pontuadora do Brasil foi Thaisa, com 12. Maiara e Kisy anotaram 11 pontos cada. Pelos EUA, Thompson marcou 15, enquanto Plummer contribuiu com 14.

Advertisement

Com esta formação, a seleção saiu na frente no primeiro set. Mas permitiu a reação americana após erros e oscilação incomum nesta edição da Liga das Nações. Os EUA assumiram a liderança quando fizeram 7/6 e abriram até 19/15. As brasileiras esboçaram reação na reta final do set, mas não evitaram a derrota na parcial.

O segundo set foi quase uma repetição do primeiro, com o agravante de que as brasileiras estavam ainda mais desorganizadas em quadra. As americanas chegaram a abrir 14/7. Se do lado das anfitriãs, dominava a desconcentração e os erros bobos, do outro a equipe americana praticamente não falhava e esbanjava concentração, apesar da torcida contra.

Nada mudou no terceiro set. Thompson e Hancock ditavam o ritmo da partida, enquanto o Brasil esboçava ligeira reação em lampejos de Thaisa, Rosamaria e Julia Bergmann. As americanas, contudo, não hesitaram e fecharam o set e o jogo sem sobressaltos.

Advertisement

A partida encerrou a participação do Brasil nesta segunda semana da Liga das Nações feminina. A seleção de Zé Roberto terá 10 dias para se preparar para a terceira parte desta fase classificatória. Elas voltam à quadra no dia 28 para enfrentar a Itália, em Bangcoc, na Tailândia.

Depois as adversárias serão Canadá, Turquia e a anfitriã Tailândia. A equipe nacional busca ficar entre as oito melhores desta fase para avançar à parte final da competição, a ser disputada a partir de 12 de julho.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Goleiras mostram evolução e são decisivas na Copa do Mundo feminina

Esporte

Brasil dobra recorde de voluntários para Copa do Mundo Feminina

Published

on

Mais de 161 mil pessoas de 183 países se inscreveram
Agência Brasil

Mais de 161 mil pessoas de 183 países querem ser voluntárias na Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. O número recorde representa mais que o dobro das inscrições registradas na edição anterior do torneio. A Copa de 2023, disputada na Austrália e em Aotearoa, Nova Zelândia, teve cerca de 68 mil inscrições enviadas para ajudar nas operações nas nove cidades-sede.

Desta vez, 83% dos candidatos são brasileiros, enquanto o maior número de inscrições de fora do país-sede vem da Colômbia, do México, do Marrocos, da Nigéria e dos Estados Unidos.

As mulheres são a maioria dos candidatos, com 58% do total. Os homens somam 39%, enquanto 3% se identificam como não binários ou de outro gênero.

Para Patrícia Hespanha, diretora administrativa da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, a resposta ao Programa de Voluntários reflete o enorme entusiasmo em torno desse torneio.

Advertisement
Leia Também:  “Copa do Mundo Feminina trará para o Brasil um legado de mudança sociocultural”, garante ministro do Esporte

“Os voluntários desempenham um papel fundamental na organização dos grandes eventos esportivos, ajudando a criar uma experiência acolhedora, positiva e inesquecível para todos os envolvidos. É realmente inspirador ver tantas pessoas dispostas a dedicar o seu tempo, energia e entusiasmo para ajudar a organizar um evento que deixará um legado duradouro para o futebol feminino no Brasil, na América do Sul e em outras partes”, disse Patrícia.

São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília receberam o maior número de inscrições. Ao todo, aproximadamente 6 mil voluntários serão selecionados para ajudar nas operações do torneio nas oito cidades-sede.

Nos próximos dois meses, os candidatos que forem aprovados na triagem inicial serão chamados para entrevistas. Para os selecionados, serão oferecidas funções de apoio a mais de 20 áreas, incluindo imprensa, tecnologia, transporte, gestão da competição e cerimônias.

Advertisement

Durante a Copa do Mundo Feminina, haverá mais de 30 funções de voluntariado espalhadas pelos locais do evento e espaços onde a competição não será disputada – desde estádios e aeroportos até centros de treinamento e hotéis.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA