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Ainda há vagas para curso especializado de motofrete

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Aulas acontecerão de 23 a 28 de fevereiro, das 8h às 12h10, e serão gratuitas para as mulheres, em geral, e para homens cadastrados no CadÚnico
Zélia Ferreira
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o Curso Especializado de Motofrete. As aulas acontecerão de 23 a 28 de fevereiro, das 8h às 12h10, na Escola Pública de Trânsito (EPT), localizada na 913 Sul.
“Nosso objetivo é capacitar condutores habilitados na categoria A que pretendam conduzir veículos destinados ao transporte remunerado de mercadorias e serviço comunitário de rua com uso de motocicleta, proporcionando de forma gratuita mais uma opção de trabalho à população de baixa renda”, esclarece o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini.
Serão oferecidas 20 vagas. Para se inscrever, os condutores precisam possuir no mínimo 21 anos e Carteira Nacional de Habilitação categoria A válida há pelo menos dois anos, ou seja, não pode estar suspenso, cassado ou impedido judicialmente de dirigir.
A inscrição deve ser realizada presencialmente na EPT, com atendimento agendado pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços (https://portal.detran.df.gov.br/).
Gratuidade
O curso, com 30h/a, será gratuito para quem participar do programa Mulheres que Dirigem Vão Mais Longe e para homens que comprovarem inscrição ativa no CadÚnico. Homens que não fazem parte do CadÚnico podem se inscrever mediante o pagamento de R$ 234.
Eventuais dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail nufor@detran.df.gov.br.

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Politica

Podemos DF arma xadrez eleitoral com chapa robusta e bastidores fervem com movimentação que promete sacudir a política da capital

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O Podemos do Distrito Federal prepara uma virada de jogo para as eleições deste ano — e o que se ouve nos corredores da política brasiliense pode mudar o tabuleiro da disputa proporcional na capital federal.

Após um desempenho apagado no último pleito, quando o partido não elegeu sequer um distrital e amargou uma votação tímida, a sigla reestruturou sua operação e agora apresenta uma nominata que, segundo interlocutores próximos à direção, tem potencial real de entrega. Mas o movimento que mais agita os bastidores é outro: fontes ouvidas pela reportagem afirmam que há conversas avançadas sobre um possível retorno do ex-senador José Reguffe ao Podemos — e, com ele, a expectativa de que o partido conquiste duas cadeiras de deputado federal.

Alinhado ao projeto “Celina Governadora”, o Podemos reuniu nomes com penetração eleitoral expressiva: Robério Negreiros, Professora Suzele, Subtenente Geraldo Alves, Tenente-Coronel Michelo, Renato Barros, Alex Galvão, Manuela Andrade e Ana Paula Marra. A avaliação interna é de que somente esse núcleo já garante ao menos dois distritais eleitos. E há mais: a reportagem apurou que nomes como Telma Rufino já mantêm conversas avançadas para integrar a chapa, o que ampliaria ainda mais o potencial de votos.

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A meta traçada por Cristian Viana é ousada, porém calculada: eleger dois distritais na primeira rodada de distribuição de cadeiras e buscar uma terceira vaga nas sobras.

Nos bastidores, Viana é descrito como alguém que “cumpre o que combina” — característica rara na engenharia partidária brasiliense. Sua estratégia vai além da montagem de chapas: ele entrega aos candidatos o que chamam de “enxoval completo” — marketing político, assessoria jurídica e contábil — liberando os postulantes para se concentrarem exclusivamente na campanha. É um modelo de gestão partidária que tem chamado a atenção de quadros de outras siglas.

O fator Reguffe: a peça que muda o jogo

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Mas é nos bastidores que circula a informação mais quente. Segundo fontes que acompanham de perto as movimentações, o retorno de Reguffe ao Podemos é tratado com cada vez menos surpresa e mais como questão de tempo. A leitura política é clara: com o capital eleitoral do ex-senador, o partido teria musculatura para pleitear — e conquistar — duas cadeiras de deputado federal, algo que transformaria o Podemos de coadjuvante em protagonista na cena política do DF.

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Se confirmado, o movimento representaria não apenas uma reconciliação, mas um salto de patamar para a sigla, que deixaria de disputar apenas o legislativo local para marcar presença efetiva no Congresso Nacional. Os próximos dias devem definir se o rumor vira fato. O que já é certo: o Podemos DF de 2026 não tem nada a ver com o de 2022.

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