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Itapoã comemora 18 anos com muitos serviços gratuitos à população

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Cidade recebeu o GDF Mais Perto do Cidadão, que somou cerca de 5 mil atendimentos em dois dias. Governadora em exercício destaca o crescimento da região administrativa

Rafael Secunho, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

Em meio às comemorações do seu 18º aniversário, a cidade do Itapoã recebeu nesta sexta-feira (7) e sábado (8) o Programa GDF Mais Perto do Cidadão, reunindo uma gama de serviços gratuitos e lazer para a população local. Com a presença da governadora em exercício, Celina Leão, que passou pelo evento neste sábado, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) contabilizou cerca de 5 mil atendimentos nos dois dias de evento.
A governadora em exercício Celina Leão e a secretária Marcela Passamani, da Sejus, com os componentes da Quadrilha Xamegar, uma das diversas atrações da 7ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Acompanhada da secretária da Sejus, Marcela Passamani, Celina andou por toda a estrutura montada na Praça dos Direitos, no Bairro Del Lago 2, e frisou que este programa leva o governo até as regiões administrativas. “A ideia é visitar todas as cidades, cuidar das pessoas naquilo que elas precisam. Muitas vezes o cidadão nem sabe o que o Estado oferece”, salientou.

“É uma região administrativa que chega à sua maioridade e que vem passando por grandes transformações: temos aí o Itapoã Park, o viaduto em construção. Hoje é um dia de homenageá-la”Governadora em exercício Celina Leão

A governadora em exercício destacou ainda toda a evolução que o Itapoã vem passando nos últimos anos. “É uma região administrativa que chega à sua maioridade e que vem passando por grandes transformações: temos aí o Itapoã Park, o viaduto em construção. Hoje é um dia de homenageá-la”, reforçou.

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Essa é a sétima edição do GDF Mais Perto do Cidadão em 2023, que passou anteriormente pelo Riacho Fundo II, Ceilândia, Planaltina, Sobradinho, Samambaia e Brazlândia, acumulando mais de 20 mil atendimentos à população. Acesso à conta de água, de energia, a benefícios sociais, emissão de IPVA e IPTU, carteira de identidade e de trabalho e atendimento jurídico foram oferecidos pelos mais diferentes órgãos.

Vacinação de animais disputada

Mas o posto da vacinação antirrábica foi o mais disputado. A população local fez fila para vacinar seus amigos pets na tenda da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde. Foram cerca de 300 atendimentos ao longo do fim de semana. Dentre esses, o do vira-lata Totó, que saiu de lá imunizado. Foi levado pela tutora, a desempregada Antônia Nunes, 48, que elogiou o atendimento.

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“Eu gostei. Trouxe minha filha para brincar, o cachorro que estava precisando vacinar e resolvi o que precisava”, contou a moça. “Às vezes, não conseguimos fazer um agendamento, o sistema de marcação está lento ou muita gente procurando ao mesmo tempo. E aqui no evento é tudo mais fácil”, reforçou Antônia.

Além de pula-pula e algodão doce para criançada, esta edição teve a apresentação da Quadrilha Xamegar, que deu o tom das festas de São João. “Esse é um projeto vencedor e ficamos satisfeitos em recebê-lo na data do aniversário da cidade. São serviços essenciais e importantes para cada um desses moradores. Quem ganha é o povo”, destacou o administrador Dilson Bulhões.

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“Hoje é um dia de festa para toda a família, sejam idosos, crianças, pais e também os animais”, destacou Marcela Passamani. “A cada edição, estamos trabalhando para trazer novas áreas de atendimento. Para isso, estamos ouvindo a população das cidades”, finalizou.

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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