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PDT-DF oficializa filiação de Rafael Parente e avança na estratégia para 2026

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O PDT-DF oficializou, na manhã desta quarta-feira (19), a filiação do professor Rafael Parente, ex-secretário de Educação do Distrito Federal e candidato ao GDF em 2022. O ingresso de Parente na legenda, comandada pela senadora Leila do Vôlei, é fruto de um trabalho que vem sendo desenvolvido para formar um grupo competitivo e alinhado a projetos de longo prazo para o DF.

O PDT-DF tem buscado quadros com trajetória sólida e compromisso social. A presidente do partido, senadora Leila, afirmou que sempre enxergou no professor os mesmos propósitos que a levaram à política. “Sempre vi no olhar e nas ações do professor Rafael os mesmos propósitos que me trouxeram para a política: fazer a diferença no Distrito Federal e na vida das pessoas. Ele tem a cara do PDT. Vive e trabalha pela educação 24 horas”, disse a parlamentar ao dar boas-vindas ao novo correligionário.

Além da experiência em gestão pública, o professor Rafael Parente chega ao PDT com a defesa histórica da educação integral e da justiça social, temas que se conectam às bandeiras pedetistas e ao legado de Leonel Brizola. “A educação integral de qualidade é o caminho para um Brasil mais justo. Vi escolas públicas e professores fazendo milagres com poucos recursos, e acredito que a política pode garantir às escolas condições para que cada jovem desenvolva todo o seu potencial, refletindo em uma sociedade melhor.”

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Desde que Leila assumiu a presidência do PDT-DF, em março de 2023, a legenda filiou 800 pessoas. Nos próximos dias, o partido deve lançar o edital de convocação para a primeira Convenção Distrital, onde os correligionários se reunirão para alinhar as estratégias eleitorais para 2026.

Currículo

Rafael Parente é PhD em Educação pela New York University e pesquisador de pós-doutorado em IA na educação, investigando os impactos éticos e pedagógicos das novas tecnologias na formação e na identidade docente. Foi o primeiro brasileiro a se apresentar como palestrante oficial no SXSW EDU. Atualmente, é como diretor-executivo do Instituto Salto, onde combina sua expertise acadêmica com experiência em políticas públicas para impulsionar inovações educacionais em escala. É coautor de livros, colunista do jornal Zero Hora e pesquisador do NEES/UFAL.

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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