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Miley Cyrus leva moda vintage a novo patamar com peças de acervo
A cantora pop Miley Cyrus está com os holofotes apontados em sua direção, tanto pelo sucesso recente do single Flowers (Flores, em tradução do inglês) quanto pelo estilo pessoal. A dona do hit tem explorado cada vez mais arquivos de marcas icônicas da moda. Os visuais vintage já são um marco no estilo autêntico da norte-americana.
Novo álbum
Batizado de Endless Summer Vacation (Férias de Verão Sem Fim, em português), o oitavo álbum de estúdio da cantora estreia nesta sexta-feira (10/3). Após o hiato de três anos do último lançamento, a novidade marca uma nova fase da carreira de Miley.
Inclusive, o single Flowers, que abriu os trabalhos do álbum, bateu recordes. A faixa foi a mais rápida da história a chegar a 600 milhões de reproduções no Spotify. Além disso, ficou em primeiro lugar em ranking global de músicas por seis semanas.
Fora a música de sucesso, outro elemento em destaque é o figurino do clipe. Assim como o estilo pessoal da cantora, os looks do vídeo mesclam peças vintage com itens atuais. O icônico outfit dourado, por exemplo, é da coleção de outono/inverno 1991 da Yves Saint Laurent.




Ano-Novo
Na virada para 2023, a artista de 30 anos estrelou um evento de Ano-Novo orquestrado pela emissora NBC, o Miley’s New Year’s Eve Party. A cantora apresentou o show ao lado da compositora Dolly Parton.
Para a data, Miley também teve os visuais assinados pelo stylist Bradley Kenneth. Como de praxe, o profissional abriu o acervo de grifes. Entre as etiquetas, estão Versace, Gucci e Bob Mackie.




Nova York
Durante uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos, em 2022, a artista, que marcou os anos 2000 atuando como Hannah Montana, apareceu com quatro visuais antigos. Na seleção, está um longo vermelho, do estilista John Galliano para a Dior.
Em seguida, elencou um vestido estilo camisola preto curto, para um jantar na emissora NBC Upfronts. O modelito também foi criado por Galliano. Da mesma marca, a Dior, ela elegeu, para mais um evento na cidade, um vestido assimétrico com sobreposição.
Para arrematar a temporada em NYC, a estrela vestiu um modelo rosa Alexander McQueen da coleção de primavera/verão 2004. O visual roubou a cena durante entrevista dada ao programa norte-americano Late Night, intermediada pelo comediante Seth Meyers.


Trajetória
Ao longo da carreira, a cantora pop, que cresceu diante das telas, teve mudanças no estilo pessoal. Nos últimos anos, tem sido vista em público usando looks vintage que expressam sua personalidade única e irreverente. Na fase atual, Miley opta por roupas atemporais e elegantes, misturando peças de acervo com lançamentos.
As roupas antigas que vestem a cantora são frequentemente de marcas de luxo, como Gucci, Versace, Chanel e Jean Paul Gaultier. Nos eventos, shows e até tapetes vermelhos, a cantora arremata o visual com acessórios chamativos.





O estilo pessoal de Miley Cyrus mescla ousadia e sofisticação. Ela tem um talento especial para misturar peças retrô com itens modernos, criando um estilo único que reflete sua personalidade vibrante e sua sensibilidade artística, com direito a cores, brilhos e estampas ousadas.
Fonte: Metrópoles
Social
Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)
A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.
Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).
Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.
No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).
No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).
Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.
As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.
Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.
A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.
Sobre o ATL
Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.
No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.
Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”
Sobre a APIB
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.
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