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Epreendedorismo

Lugar de mulher é onde ela quiser!

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No âmbito do Dia Internacional da Mulher, a coluna entrevistou a sommelière e jornalista especialista em vinhos Etiene Carvalho, professora da ABS-DF e embaixadora do clube de chaturos Puro World Club

Acredito que os bons exemplos servem de inspiração para muitas mulheres. Hoje, gostaria de deixar registrada nesta coluna a trajetória da brasiliense Etiene Carvalho, servidora pública, sommelière e jornalista especialista em vinhos, a única mulher a possuir certificação internacional de especialista em charutos no Distrito Federal. Etiene também é diretora e professora da Associação Brasileira de Sommelier (ABS-DF) e embaixadora do clube de charutos Puro World Club.

Em entrevista a esta coluna, Etiene compartilhou conosco um pouco de sua experiência e conhecimento nos mundos do vinho e do charuto. Confira:

Vinhos e Vivências: Como começou sua história com o vinho?
Etiene Carvalho: Como muita gente da minha geração, comecei pelos vinhos de mesa, passei pelo Lieubfraumilch, o vinho alemão doce da garrafa azul, e cheguei aos reservados achando que eram os melhores. Depois, aos poucos, fui evoluindo o paladar, na medida em que o mercado brasileiro também se abriu para as importações de vinhos com maior qualidade. Em 2010, após uma fase de terrível estresse, resolvi, por aconselhamento médico, eleger um hobby. Como gosto muito de ler e de pesquisar, achei que estudar vinhos (e poder bebê-los com maior conhecimento de causa, claro) seria uma solução interessante pra combater minha estafa. O incentivo veio da minha mãe. Naquele ano, ela me deu de presente de aniversário meu primeiro curso de vinho básico numa loja do Shopping Iguatemi. Foram 12 horas de aulas teóricas e práticas. Depois, montamos uma confraria que se reunia todas as quartas-feiras. Era perfeito: enquanto o marido ia beber cerveja e assistir a jogos de futebol com os amigos eu ia estudar e beber vinho no shopping!

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Quais foram os cursos e especializações sobre vinhos que você fez?
Eu já fiz muitos e continuo fazendo. Adoro aprender! Alguns deles: os níveis 1, 2 e 3 da Wine and Spirit Education Trust; o French Wine Scholar (especialização em vinhos da França); o Californian Wine Specialist (especialização em vinhos da Califórnia); e o Sommelier Avanzado Fisar em parceria com a Universidade de Caxias do Sul. Também sou sommelier pela ABS do Rio Grande do Sul e fiz curso de elaboração de vinhos na Embrapa Uva e Vinho do Paraná.

Atualmente você é professora da ABS-DF. Como surgiu esse convite?
Sou Jornalista de formação e, há dez anos, cursei um mestrado em Comunicación Digital pela Universidade de Alcalá, na Espanha, onde o trabalho de conclusão de curso foi criar um blog. Surgiu assim o Blog Vinho Tinto, onde escrevo até hoje. O blog me abriu muitas portas no mundo do vinho e, por meio do trabalho de divulgação que comecei a fazer, tive oportunidades de conhecer muitos lugares e pessoas e de ter acesso a vinhos excepcionais dos mais variados lugares do mundo.

O convite para integrar a ABS-DF veio da atual vice-presidente, Claudia Oliveira, que me ofereceu a diretoria de mídias da instituição em função da minha experiência na área de Comunicação Enogastronômica. Como eu também já ministrava cursos de vinhos, acredito que isso também tenha tido peso na escolha do meu nome, uma vez que os diretores da ABS-DF são professores da instituição.

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Vejo que em Brasília há muitas mulheres envolvidas na cena do vinho, dando cursos, guiando degustações e escrevendo blogs, o que demonstra que esse universo está cada vez mais feminino. Quando você começou, houve algum tipo de preconceito por ser mulher ou foi bem recebida?
À época, já havia algumas mulheres aqui em Brasília envolvidas direta ou indiretamente na divulgação do mundo do vinho, como Liana Sabo, Rachel Alves, Su Maestri, Adriana Nasser, Lu Barbo, entre outras. Talvez elas tenham sentido isso mais do que eu. Na verdade, eu não tive dificuldades nesse sentido.

E como foi a sua chegada ao mundo do charuto?
Degusto charuto há algum tempo, e depois que entrei para o mundo do vinho tive a oportunidade de conhecer mais sobre eles. No entanto, só iniciei os estudos durante a pandemia, quando resolvi me aprofundar no assunto fazendo o curso da International Association of Cigar Sommeliers (o mais respeitado curso da área em nível internacional) e o da Cigar Sommelier Academy com o sommelier Gabriel Lourenço. Fiquei praticamente um ano estudando bastante, não apenas para ter a certificação, mas para aprender de verdade. Comprei e li muitos livros sobre charutos, degustei charutos de vários países e visitei algumas fábricas produtoras para entender o processo de pertinho.

Os charutos brasileiros são considerados de qualidade?
Sim, o tabaco brasileiro é exportado para vários países do mundo e é utilizado em muitos charutos conceituados. Também produzimos excelentes charutos no Recôncavo Baiano e, mais recentemente, começamos a produzir charutos na Amazônia que estão ganhando espaço no cenário mundial tanto pelo ineditismo como pela qualidade.

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Você acha que, assim como já ocorreu com o vinho nacional, há certo preconceito com o charuto brasileiro?
Sinceramente, acho que o preconceito não é especificamente com o charuto brasileiro, mas com os off- Cuba, ou seja, com aqueles que não são produzidos em solos cubanos. É preciso que as pessoas entendam que, assim como ocorre com o vinho, o solo, o clima, a altitude e o homem também exercem influência nas características organolépticas do charuto. As pessoas precisam romper esse tipo de preconceito para conseguirem ampliar as suas experienciais sensoriais. Tenho certeza que vão se surpreender!

É possível harmonizar charuto com vinho?
Com certeza, apesar da harmonização clássica do charuto ser com bebidas destiladas, como conhaque. No caso do vinho, a literatura nos ensina a degustar charutos com fortificados, como Porto, Madeira e Jerez. Entretanto, adoro provar rótulos tranquilos e espumantes com charutos. Antes de pensar no vinho que irá acompanhar o charuto, é preciso estudar com carinho esses dois elementos. Mas sou fã dessa harmonização controversa.

No mundo do charuto você recebeu a mesma receptividade do mercado ou foi diferente? O charuto está inserido num ambiente mais masculino do que o vinho?

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O mundo do charuto ainda é muito masculino. Penso que ser mulher nesse meio é uma questão de se posicionar e ganhar seu lugar, algo que só é possível com muito trabalho, estudo, prática e, claro, tempo. No mundo do vinho muitas barreiras já foram derrubadas e precisamos fazer o mesmo na área do charuto. Veja bem, ainda escuto de algumas mulheres que seus maridos ou namorados as pedem para não fumar charuto fora de casa por achar a prática vulgar. Parece algo inimaginável em pleno século XXI, mas não é. E é justamente contra esse tipo de pensamento que precisamos nos posicionar de forma mais intensa, mostrando que lugar de mulher é onde ela quiser, fazendo o que ela bem entender.
Por outro lado, existe sim quem respeita e enaltece a presença feminina nessa área. Por exemplo, hoje sou embaixadora do Clube de Charutos Puro World Club e fui contratada não apenas por ter o título de sommelier internacional de charutos, mas principalmente por ser uma mulher. A marca objetiva quebrar paradigmas e valorizar a mulher nesse universo do charuto.

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Haverá cursos de charutos no Clube Puro World Club?
Sim, junto com a Puro World Club, o Instituto Todde e outras instituições e sommeliers internacionais, estamos organizando workshops e cursos profissionalizante ainda para esse semestre. Também já fazemos o treinamento das empresas parceiras. Sem dúvida, a minha maior felicidade nessa área do charuto é poder compartilhar o conhecimento que adquiro todos os dias.

Icewine – o vinho do gelo

Já ouviu falar em vinho elaborado com uvas congeladas? Sempre que pensamos em como é produzido um vinho, vem logo à mente os vinhedos no verão, tanto no hemisfério norte, quanto no Sul do Brasil. Isso porque o período de maturação da uva acontece no verão, e logo em seguida é realizada a colheita e vinificação. Entretanto, o Ice Wine é elaborado em regiões onde o verão é quente, mas no inverno as temperaturas são extremamente baixas, e a vindima é realizada no inverno muitas vezes com temperaturas abaixo de 10 graus.

O que é Icewine?
É um vinho de sobremesa elaborado com o mosto intenso das uvas congeladas na videira. A sua produção se limita a alguns países que possuem condições climáticas, como a Áustria, Alemanha e Canadá, sendo este o principal produtor. Considerado um vinho especial pela dificuldade em ser elaborado, normalmente é comercializado em garrafas de 250ml. Com preço elevado é visto por muitos como uma iguaria.

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Como é elaborado o Icewine?
Vinho único que pode ser elaborado com as seguintes variedades de uva: Cabernet Franc, Merlot, Gewürztraminer, Riesling, Grüner Veltliner, Chenin Blanc, e Vidal Blanc. Normalmente são utilizadas mais uvas brancas do que tintas para a produção deste vinho, uma vez que estas aguentam temperaturas mais elevadas.

Para receber o nome Icewine no rótulo é preciso que as uvas sejam colhidas congeladas na videira, em temperaturas abaixo de 7 graus. Não vale para uvas congeladas artificialmente. As uvas são vindimas à noite, entre os meses de dezembro e janeiro. As uvas congeladas são levadas para a prensa.

Geralmente, estes vinhos estagiam em barricas de carvalho francês por um período entre 6 a 10 meses. Apenas de 1ml de mosto é obtido com cerca de 10 uvas, assim para cada garrafa de Icewine são necessários 3 kg de uvas. Com essa mesma quantidade é possível fazer algo próximo a sete garrafas de vinho normal. Por isso é um vinho raro e caro.

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Por que colher em condições tão extremas?
Quando a temperatura está muito abaixo de zero graus, o teor de água do bago da uva é expelido pelo frio, restando ali maior concentração de açúcar. É esse mosto super concentrado, rico em açúcares e compostos fenólicos (precursores de aromas e sabores), que dará origem ao Icewine, cuja característica marcante é o seu dulçor, acidez marcante e baixo teor alcoólico.

Sabores e aromas
O Icewine elaborado com uvas brancas possui sabores fortes de mel, frutas cítricas, pêssego, damasco seco e frutas tropicais como manga. Já o elaborado com variedades tintas tem notas de frutas vermelhas como morango e leve toque de especiarias. Ambos podem exibir um nariz floral e um final persistente e sedoso e tendem a ter poucos taninos.

Infelizmente é um vinho que não se encontra com facilidade no Brasil, primeiro pelo alto custo e segundo porque a produção mundial é muito pequena. Então caso se depare um um Icewine não deixe de prova-lo, será uma experiência inesquecível.

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Epreendedorismo

Com população mais velha, franquias surgem como opção para aposentados que desejam empreender

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Com modelos de negócio estruturados e marcas consolidadas, o franchising oferece previsibilidade, know-how e suporte para empreendedores iniciantes

 

São Paulo (SP), abril de 2026: Segundo os dados inéditos divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira envelheceu e o número de idosos atingiu um recorde histórico. O levantamento da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), realizado em 2025, mostra que pessoas com 60 anos ou mais já representam 16,6% do total de brasileiros, o equivalente a 212,7 milhões de residentes no ano passado. Enquanto parte desse perfil populacional opta por usufruir do período de descanso, há também quem enxergue a aposentadoria como um novo ciclo de oportunidades, mantendo-se ativo por meio do empreendedorismo.

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Nesse contexto, o mercado franchising desponta como uma escolha estratégica, ao oferecer operações validadas, suporte contínuo e menor exposição a riscos, sendo atrativa para empresários em sua primeira experiência do outro lado do balcão. Segundo dados divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor registrou crescimento de 13,5% em 2025, ultrapassando faturamento de R$ 301 bilhões no período, reforçando sua relevância e atratividade no cenário econômico atual.

 

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Para inspirar pessoas que têm o mesmo perfil e desejam se tornar empresários, conheça histórias de aposentados que decidiram se manter ativos no mercado empresarial e conquistaram o sucesso investindo no próprio negócio em diferentes marcas de franquias.

 

Água Doce Sabores do Brasil

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Para realizar um dos seus sonhos antigos, Sueli Fragoso trabalhou por mais de 30 anos como bancária. A chegada da tão sonhada aposentadoria permitiu o investimento em um negócio de alimentação que proporcionava a realização de um objetivo antigo. “Era moradora de Bauru, no interior de São Paulo, e frequentava assiduamente a Água Doce da cidade. A estrutura, os pratos e as bebidas de qualidade sempre me chamaram a atenção. Quando me aposentei, estudei algumas alternativas e vi que era em uma franquia da rede que iria realizar um dos meus sonhos. Como atuei por cinco anos em um banco na cidade de Lençóis Paulista, notei que muitos moradores se deslocavam até Bauru para frequentar a unidade da Água Doce. Não pensei duas vezes em investir em um restaurante da franquia na cidade, para oferecer o que há de melhor na culinária brasileira”, comenta Fragoso, que junto com o marido José Eduardo, administram a operação desde 2007.

 

Divino Fogão

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Aposentado desde 1997, Nilton Vidigal trabalhou por anos em uma confecção, atividade em que encerrou sua trajetória profissional dentro do ambiente corporativo. Para complementar a renda e não ficar ocioso, Nilton decidiu investir no segmento de franquias, abrindo seu primeiro negócio próprio no setor de sorvetes, no mesmo ano da sua aposentadoria. Após ingressar neste mercado, o empresário não saiu mais do franchising. Já em 2013, ele se tornou franqueado do Divino Fogão, uma rede de Food Service especializada em culinária da fazenda. Junto ao seu filho, Ricardo Vidigal, Nilton administra 80% do negócio localizado no Shopping Atrium, em Santo André, no ABC paulista. Além disso, os dois também são sócios de outro restaurante da marca, no Santana Parque Shopping, na zona norte da capital paulista. Para Nilton, se manter em atividade é essencial para o corpo e a mente, mesmo após a aposentadoria. “Estou no dia a dia do negócio, sempre atento às demandas que a operação necessita. Com isso, me mantenho ativo e em constante aprendizado mesmo tendo mais de 75 anos”, revela.

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LavPop by 5àsec

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Aposentado desde 2013, Rinaldo Henrique, de 58 anos, buscou no mercado de franquias uma alternativa para complementar a renda e deixar um patrimônio para sua família no futuro. A procura demandou alguns anos, pois foi necessário avaliar o mercado e negócios que proporcionassem segurança e confiança ao funcionário público. A chance de empreender veio em 2024 ao conhecer o Grupo 5àsec. “Ao pesquisar, vimos que o setor de lavanderias, principalmente de autosserviço, estava em crescimento no Brasil. Decidimos apostar na LavPop, que está em franca expansão por todo o Brasil e conta com o know-how de 30 anos da 5àsec no Brasil”, comenta Rinaldo, que possui como sócia sua esposa Kátia Henrique. A unidade foi aberta em maio do ano passado em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. De acordo com o empresário, mês a mês, a operação prospera, tanto que estão investindo na terceira máquina de lavar para ampliar o fluxo de clientes na loja localizada em um posto de gasolina da cidade. “É um desejo investir em mais unidades da rede. Neste primeiro momento, estamos colhendo os frutos do investimento da primeira operação, mas não descartamos crescer no futuro”, finaliza Rinaldo.

 

Microlins

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Com 72 anos, o aposentado Jose Carlos Lucentini já tinha vivido o empreendedorismo antes mesmo de pendurar as chuteiras em 2016, após atuar em uma consultoria de alimentação. Mas sua história como empresário do franchising começou em 2025 ao se tornar franqueado da Microlins, rede de cursos profissionalizantes parte do Grupo MoveEdu. O primeiro contato com a marca ocorreu muitos anos antes, quando apadrinhou dois jovens que fizeram cursos na escola. “A recepção, a qualidade dos cursos e a didática dos livros me impactou bastante na época. Fiquei com esta lembrança na memória”, relembra José. Mas a virada de chave só ocorreu após ver um conteúdo da Microlins quando visitou sua filha na Austrália. “Relembrei de todo meu contato com a marca e, ao voltar para o Brasil, decidi procurar para entender mais sobre o processo de franquia”, comenta. Junto com sua filha Beatriz Lucentini, ele investiu na primeira escola em Valinhos, interior de São Paulo, e alguns meses depois na unidade de Louveira, também no estado paulista. “Depois de me aposentar, não quis me tornar inativo, pois tenho uma mente pulsante e busco me movimentar sempre. Para ser empreendedor após determinada idade é preciso ter vontade de trabalhar. Mesmo após minha experiência no mercado corporativo e no setor de educação, onde já publiquei sete livros e dei aulas no ensino superior, dentro das franquias ainda estou aprendendo e descobrindo outro universo. Quero sempre ter novas experiências”, finaliza Lucentini.

 

Milon

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A trajetória de Katia Maria Cisne Fernandes, de 66 anos, no empreendedorismo começou antes mesmo da aposentadoria e teve início a partir da parceria construída ao lado do marido, Ricardo Fernandes, com quem compartilhou quase 48 anos de vida. Desde os anos 2000, o casal atuava como representante comercial no estado do Ceará no Grupo Kyly, detentor da marca Milon. Em 2016, ela decidiu investir no modelo de franquias da rede, e inaugurou uma unidade em Fortaleza (CE). Ela se tornou a primeira franqueada da Milon no Brasil. Após o falecimento do marido, ela deu continuidade ao trabalho iniciado em conjunto e afirma que, mesmo após a aposentadoria, segue com o mesmo foco, visando obter um crescimento contínuo. “Os desafios existem, como em qualquer outro negócio. Mas todos são possíveis de serem superados com dedicação e foco. Para isso, é fundamental ter o desejo de aprender mais a cada dia. Hoje, já aposentada, com meus filhos criados e com a loja completando 10 anos, não enxergo meu negócio apenas como uma fonte de renda, mas como uma realização pessoal, algo que me dá prazer. Sinto uma satisfação gigante em cuidar da minha franquia Milon”, comenta.

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Peça Rara Brechó

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O casal Luiz Henrique Ribeiro Barbosa e Elisabete Lourenço da Silva decidiram empreender após a aposentadoria dele, com a aquisição de uma loja Peça Rara Brechó, no formato pocket, com pouco mais de 100m² e setor feminino. Segundo o franqueado não houve uma preparação para a pós-aposentadoria. Primeiramente, compraram um salão de beleza para a esposa, que trabalhava no segmento há mais de 30 anos, enquanto ele prestava consultoria. O salão foi vendido em 2022, mas logo investiram em uma pequena loja de lingerie. No final de 2023, já clientes do Peça Rara Brechó, foram visitar uma loja da marca em outro bairro – até então não sabiam que era franquia – e perceberam que era exatamente igual a anterior. Em conversa com a proprietária marcaram uma reunião para saber os detalhes da franquia e a possibilidade de abrir uma versão pocket em alguma cidade do interior paulista. Em relação ao futuro, Luiz pretende seguir à frente da operação por pelo menos 5 anos.

 

Rockfeller

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Iara Dietrich, 62 anos, é uma avó, aposentada, inspiradora que equilibra a vida profissional e pessoal com maestria. Com três filhos e cinco netos, ela sempre manteve sua carreira ativa, inicialmente como professora de espanhol. Empreendedora por natureza, Iara realizou o sonho de ter seu próprio negócio ao abrir uma franquia da Rockfeller, uma rede de escolas de idiomas. Ao lado de sua filha mais velha, Maria Clara, que é sua sócia e diretora comercial, Iara consolidou a escola com uma identidade de qualidade e seriedade. Além do trabalho, ela valoriza os momentos com os netos, especialmente cozinhando e tocando piano juntos.

 

Royal Face

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Aos 66 anos, Antônio dos Reis Almeida encontrou uma oportunidade de empreender após a aposentadoria. A inspiração veio de um amigo cuja esposa trabalhava na operação da Royal Face em Goiânia, capital de Goiás, e apresentou o modelo de negócios da franquia. A Royal Face, maior rede de harmonização facial e corporal, possui mais de 270 unidades em todo país, tendo como sócios a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa, além da rede de fazer parte do Grupo SMZTO. Buscando a solidez e o potencial da marca, Antônio decidiu investir no setor de estética, adquirindo sua primeira unidade em Maceió, no estado de Alagoas. O sucesso da empreitada o levou a expandir seus horizontes, abrindo novas operações em Lauro de Freitas, na Bahia; em Campina Grande, na Paraíba, e em Manaus, no Amazonas, consolidando sua trajetória como franqueado de destaque na rede.

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