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Grupo Sabin recebe certificado de neutralização de emissões de Gases de Efeito Estufa

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Presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla. Crédito: Divulgação

Empresa tem agenda ESG como um dos seus pilares e foi a primeira do setor signatária do Pacto Global da ONU

Próximo de celebrar 40 anos de atuação no mercado, o Grupo Sabin, empresa de saúde com sede na capital federal, recebeu neste mês seu segundo certificado de neutralização de emissões de gases do efeito estufa (GEE) emitidos por suas operações. O documento atesta a compensação de 1.701 toneladas de CO2 emitidas em 2022 nos escopos 1 – emissões realizadas diretamente pelas atividades do negócio, e 2 – que são as emissões indiretas decorrentes do consumo de eletricidade e refrigeração.

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Este é o segundo ano consecutivo que o Sabin recebe a certificação por ter adquirido créditos de carbono para neutralizar as emissões de GEE realizadas pelas suas atividades. Em 2022, o Sabin recebeu o certificado por ter compensado 1.915 toneladas de GEE geradas em 2021, também referentes aos escopos 1 e 2.

“Somos a primeira empresa do setor de saúde na América Latina a assinar o Pacto Global e nos comprometer para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) que tem correlação com nossas operações nas cinco regiões do país”, afirmou a presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla.

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Presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla. Crédito: Divulgação

Há mais de uma década, a partir da conquista da certificação ISO 14001, o sistema de gestão ambiental do Grupo estimula a racionalização de recursos naturais em todas as suas unidades de operação. Desde 2019, a matriz do grupo em Brasília é abastecida com energia elétrica adquirida no Mercado Livre de Energia, que privilegia fontes renováveis de geração. Além disso, o prédio da sede possui o selo Gold Leadership in Energy and Environmental Design (LEED).

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“Nós investimos anualmente em programas, ações e iniciativas que buscam reduzir os impactos das nossas atividades no meio ambiente. Mas esse cuidado vai muito além. Mobilizamos nossa cadeia de fornecedores, colaboradores e comunidades locais nessas ações, pois entendemos que a construção do futuro que queremos para as próximas gerações começa com a conscientização de todas as pessoas para a importância de cuidar e proteger. Afinal, cuidar do planeta, também é cuidar da saúde”, finaliza a presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla.

Sobre o Grupo Sabin

Referência em saúde, destaque em gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades onde está presente, o Grupo Sabin nasceu na capital federal, fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com cerca de 7000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.

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Presente em 15 estados, além do Distrito Federal, a empresa oferece serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente e atende mais de 7 milhões de clientes ao ano em 350 unidades distribuídas de norte a sul do país.

O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra um portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo.  Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

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Politica

Podemos DF arma xadrez eleitoral com chapa robusta e bastidores fervem com movimentação que promete sacudir a política da capital

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O Podemos do Distrito Federal prepara uma virada de jogo para as eleições deste ano — e o que se ouve nos corredores da política brasiliense pode mudar o tabuleiro da disputa proporcional na capital federal.

Após um desempenho apagado no último pleito, quando o partido não elegeu sequer um distrital e amargou uma votação tímida, a sigla reestruturou sua operação e agora apresenta uma nominata que, segundo interlocutores próximos à direção, tem potencial real de entrega. Mas o movimento que mais agita os bastidores é outro: fontes ouvidas pela reportagem afirmam que há conversas avançadas sobre um possível retorno do ex-senador José Reguffe ao Podemos — e, com ele, a expectativa de que o partido conquiste duas cadeiras de deputado federal.

Alinhado ao projeto “Celina Governadora”, o Podemos reuniu nomes com penetração eleitoral expressiva: Robério Negreiros, Professora Suzele, Subtenente Geraldo Alves, Tenente-Coronel Michelo, Renato Barros, Alex Galvão, Manuela Andrade e Ana Paula Marra. A avaliação interna é de que somente esse núcleo já garante ao menos dois distritais eleitos. E há mais: a reportagem apurou que nomes como Telma Rufino já mantêm conversas avançadas para integrar a chapa, o que ampliaria ainda mais o potencial de votos.

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A meta traçada por Cristian Viana é ousada, porém calculada: eleger dois distritais na primeira rodada de distribuição de cadeiras e buscar uma terceira vaga nas sobras.

Nos bastidores, Viana é descrito como alguém que “cumpre o que combina” — característica rara na engenharia partidária brasiliense. Sua estratégia vai além da montagem de chapas: ele entrega aos candidatos o que chamam de “enxoval completo” — marketing político, assessoria jurídica e contábil — liberando os postulantes para se concentrarem exclusivamente na campanha. É um modelo de gestão partidária que tem chamado a atenção de quadros de outras siglas.

O fator Reguffe: a peça que muda o jogo

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Mas é nos bastidores que circula a informação mais quente. Segundo fontes que acompanham de perto as movimentações, o retorno de Reguffe ao Podemos é tratado com cada vez menos surpresa e mais como questão de tempo. A leitura política é clara: com o capital eleitoral do ex-senador, o partido teria musculatura para pleitear — e conquistar — duas cadeiras de deputado federal, algo que transformaria o Podemos de coadjuvante em protagonista na cena política do DF.

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Se confirmado, o movimento representaria não apenas uma reconciliação, mas um salto de patamar para a sigla, que deixaria de disputar apenas o legislativo local para marcar presença efetiva no Congresso Nacional. Os próximos dias devem definir se o rumor vira fato. O que já é certo: o Podemos DF de 2026 não tem nada a ver com o de 2022.

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